Resenha - In My Room - Brian Martin Stark
Por Guilherme Vignini
Postado em 20 de maio de 2001
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Brian Martin Stark por 16 anos trabalhou na produção de gente como Winger, Mr. Big, Alice Cooper ou Alan Parsons. Este álbum é o trabalho do produtor que vai para o outro lado do "aquário".

Ele compõe e toca todos os instrumentos, para fazer um rock bem pop, mas com muito bom gosto. "Rosedale" começa o disco bem dançante (no bom sentido), ao estilo do pop-rock dos anos 80, com bons backin’ vocals.
"I Am Alone", é uma balada a la Beatles. Logo em seguida entra uma música que mostra outra influência de Brian, os Beach Boys, "Only In My Dreams", com várias características da clássica banda de Brian Wilson, assim como a música seguinte, "It’s Time to Swim". Rocks bem leves, dançantes e sem exageros.
O rock’n’roll rola com "(I Wanna Have A) Hit Record", onde ele fala do sonho de todo compositor de ter um hit nas paradas; será que ele consegue? Talvez não, mas que a música é legal, isso não dá para negar.
"Shine The Light!" é mais uma música anos 60, com um toque oitentista, que é seguida pela balada melosa "Shadows On The Wall".
"Humbug" tem bons vocais e logo depois entra a instrumental "Set Pounds" (trocadilho com o clássico Pet Sounds, dos Beach Boys?), onde se vê que o trabalho com Alan Parsons influenciou seu modo de composição.
"Like Before" é uma balada acompanhada por um segundo vocal feminino. "If Love Is A Lie" encerra o cd com um pique meio Journey.
O CD é bem legal. Não é indicado para todos, mas se você curte o pop feito nos anos oitenta, ou é fã de Brian Wilson, pode ir atrás sem susto. Procure conhecer mais no site www.mp3.com/BrianMartinStark. O cara merece mais do que ficar só mexendo botões em uma mesa de som.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Show do Guns N' Roses no Rio de Janeiro é cancelado
SP From Hell anuncia sua primeira atração internacional; festival será realizado em abril
Dave Mustaine: "Fizemos um esforço para melhorar o relacionamento, eu, James e Lars"
Por que Ricardo Confessori e Aquiles ainda não foram ao Amplifica, segundo Bittencourt
A banda que é "obrigatória para quem ama o metal brasileiro", segundo Regis Tadeu
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
Adrian Smith reconhece que o Iron Maiden teria acabado se Nicko McBrain não saísse
Megadeth divulga "Puppet Parade", mais uma faixa de seu novo (e último) disco
Dave Mustaine admite que seu braço está falhando progressivamente
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Cinco álbuns que foram achincalhados quando saíram, e que se tornaram clássicos do rock
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
Mike Portnoy se declara feliz por não ter sido convidado a tocar com o Rush
O álbum que o Led Zeppelin não deveria ter lançado, de acordo com Robert Plant
Por que Angra não convidou Fabio Laguna para show no Bangers, segundo Rafael Bittencourt
Por que Flávio Venturini do 14 Bis não participou do lendário álbum "Clube da Esquina"?
Queen e a artimanha infantil de Roger Taylor pra ganhar mais dinheiro que os outros
A solução encontrada por Paulo Ricardo para ficar 30 dias sem falar após problemas na voz


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



