Iron Maiden: O Começo Do Final De Uma Era

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Iron Maiden: O Começo Do Final De Uma Era


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Matéria publicada em 31/12/99. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Muitas vezes na vida não sabemos ao certo o que pensar de certos acontecimentos decepcionantes. E, portanto, dificilmente aceitamos o fato de que as coisas não possam sair como gostaríamos que saíssem. Por esta razão podemos mesmo entender o porquê de não termos conseguido o que queríamos; mas raramente aceitamos a derrota. E, com pé firme, queremos revanche, além de nos renegarmos a crer na pura realidade ante nossos olhos. É o caso da saída de Bruce Dickinson do Iron Maiden em Março de 1993, quando a banda fez um comunicado oficial à imprensa dizendo que o vocalista deixaria o grupo assim que a turnê da época chegasse ao final (que, aliás, aconteceu apenas na Europa).

Finalmente, no memorável dia 28 de Agosto de 1993, realizou-se o último show com Bruce Dickinson, filmado no Pinewood Studios, em Buck, no Reino Unido, e contava com a presença do ilusionista Simon Drake. A apresentação foi transmitida para todo o mundo ao vivo em pay-per-view. Daí sairia o vídeo intitulado ‘Raising Hell’.

Não foram poucos os fãs que entraram em depressão devido à saída de um dos maiores ícones do Heavy Metal de uma das bandas também mais famosas do mundo. O choro inconformado de milhões se uniu em um turbilhão de sentimentos, provocando, em uníssono, uma das maiores decepções já vistas no cenário metálico do planeta, sendo apenas comparado com tragédias como a morte de Cliff Burton ou Cozy Powell, ou a saída de Rob Halford do gigante inglês Judas Priest.

Com a entrada de Blaze Bayley (com dois y’s!) da extinta Wolfsbane, o Maiden ainda gravou mais dois discos, como se sabe, mas não tão bem aceitos pelo público como quando o velho Bruce estava na ativa. Apesar de algumas músicas como “The Sign of the Cross” e “The Clansman” terem se tornado clássicas entre os fãs da Donzela, nem “The X Factor” nem “Virtual XI” foram de todo o agrado da legião de seguidores do conjunto. Ao vivo, o novo vocalista também não estava conseguindo agradar a gregos e troianos, o que deixou o grupo em uma posição delicada.

Foi então que, entre o final de 1998 e o começo do ano de 1999, estranhas reuniões secretas começaram a surgir. E, claro, como seria de se esperar, um formigamento implacável atingiu os milhões de fãs da Donzela em volta do mundo. Os boatos iam desde a hipótese de que a banda acabaria até a de que o grupo se reformaria com a line-up dos Golden Years. Como era de se esperar, as opiniões se dividiram. Mas com certeza uma coisa todo mundo tinha em comum: a curiosidade insuportável de saber o que estaria acontecendo por trás das cortinas de ferro.

Behind The Iron Curtain

A bomba chegou dia 10 de Fevereiro de 1999 para todos os (felizardos) possuidores de Internet. Finalmente, depois de nove anos, os Maidenmaníacos teriam de novo a tão gloriosa formação dos Anos Dourados com uma surpresa a mais: Janick continuaria no grupo. E é isso aí. Dali em diante como um sexteto, as surpresas só estavam começando. O tão aguardado “Melt” mudou de nome e virou “Ed Hunter”, que saiu sendo um CD Triplo e tendo as músicas escolhidas pelos próprios fãs pelo site oficial do grupo. Mas não acaba aí: as mesmas músicas seriam tocadas em uma turnê de aquecimento chamada “Ed Hunter Tour”, uma breve apresentação com várias datas agendadas na América do Norte; quatro dias no Canadá; um dia na França, Holanda, Finlândia e Itália; dois na Espanha e na Suécia; três na Alemanha; e um em Atenas, na Grécia. Até mesmo a própria Inglaterra ficou de fora. De qualquer modo, a grande surpresa foi mesmo a aparição nos Estados Unidos, país onde sabe-se que o Iron Maiden nunca foi exatamente cultuado por lá e, portanto, a fama, na maior parte do tempo, esteve mesmo em baixa. A explicação vem do próprio Steve Harris: “sabemos que nunca fomos exatamente uma banda de grande reconhecimento por lá; pelo menos não tanto quanto no resto do globo. Então, com essa volta, acho que é a oportunidade perfeita para nós marcarmos terreno por lá.”

É, parece que o grupo levou a sério o negócio de marcar terreno pela terra do tio San, porque chegaram a lançar, posteriormente, uma versão de “Ed Hunter” com uma música bônus, a “Wrathchild” com Bruce nos vocais.

Mesmo assim, a vida continua. Entre os intervalos dos shows, o que seria o novo disco da Donzela começava a tomar forma. Rabiscos de letras, idéias a princípio desconexas e idéias prematuras para riffs de guitarra e baixo já recebiam as primeiras pinceladas e logo iam se juntando e esboçando alguma coisa que se tornaria as próximas músicas do grupo.

No primeiro dia de Outubro de 1999, o Iron Maiden fez sua última data de shows no estádio de futebol Peristeri, em Atenas, Grécia. Era o símbolo da tão esperada volta do grupo ao estúdio para – desta vez – compor pesado. Era o sinal de que finalmente a banda concentraria as energias para o nascimento de um novo clássico maideniano: o novo disco da Donzela.

Grite Por Mim, Brazil

De novo aquele formigamento insuportável. O que será que os Sete Cavaleiros do Apocalipse preparam para o novo petardo? “Sete?”, é o que o leitor deve estar se perguntando no momento. Na verdade, sim, ‘sete’ é o termo correto. Ao que tudo indica, o responsável pela arte de capa novo play da Donzela será ninguém menos que o mestre Derek Riggs. Stev... ops! Deus queira que seja.

De qualquer modo, é natural que as atenções estejam voltadas principalmente para o novo velho vocalista, Mister Bruce ‘Air Raid Siren’ Dickinson, que está de novo no posto de frontman. E veio pra ficar.

Infelizmente nem tudo são flores e alguns meios de comunicação insistem em crer que tudo não passa de mais um caça-níqueis vindo da Bomber Harris Enterprises. Só que o heavy metal é muito mais forte do que qualquer caça-níqueis e é o próprio Bruce quem mostra isso. “Nós realmente não precisamos fazer isso por dinheiro”, diz ele, “porque ganhamos dinheiro pelos álbuns antigos e com nossas carreiras atuais ganhamos o suficiente para nos manter.” Pois é. Então qual a maneira correta de enxergar essa volta? “A maneira correta de olhar para essa coisa toda do Iron Maiden é que algumas vezes na vida você tem a chance de ser o número um do mundo e isso aconteceu uma vez na minha vida com o Maiden”, sentencia empolgado. “No final dos anos 80 éramos a banda a banda de heavy metal número um do mundo. Agora, tivemos uma segunda chance e eu não vou desperdiçá-la porque já foi bom ter uma chance na vida e ter a segunda é incrível! Eu estou fazendo isso para tornar o Maiden o número um, os inquestionáveis reis do metal no mundo e nada mais pode fazê-lo.” É, o Manowar que se cuide.

Mas, de novo, não acaba aí. Com certeza muitas dúvidas ainda pairam no ar a respeito do futuro desse baixinho poderoso. Recentemente tendo lançado o “Scream For Me Brazil”, disco gravado inteiramente em terras tupiniquins, as incertezas parecem ser jorradas ao vento. Se o homem está de volta ao Iron Maiden, o que acontece com a carreira solo? “O ano que vem [2000] será o ano do Iron Maiden”, responde o próprio Bruce. “Talvez eu dê algumas entrevistas, mas não lançarei um álbum novo no próximo ano, embora eu provavelmente componha alguma coisa com o Roy e talvez, se tiver tempo, até grave algo. Mas no ano de 2001 lançaremos um disco. Continuarei com minha carreira solo e os caras do Maiden não têm problemas com isso.” Bem, mas então quer dizer que a atenção vai ser voltada para o Iron Maiden em 2000 e não veremos nada de novo do Bruce Dickinson solo... mas essa concentração no Iron vai valer a pena? Será que não vai dar treta e a carreira solo vai por água abaixo? “Agora o Maiden é o foco principal porque estamos no meio da gravação de um novo disco, que é massivamente importante”, enfatiza. “E vamos fazer um grande play. Será fantástico. Mas não vou desistir da minha carreira solo de jeito nenhum.”

Então, tá. Sabemos que recentemente o Korn desistiu de tocar com o Bruce Dickinson num show por acusar o homem de ser ‘metal demais’. É sabido que a cena de estilos alternativos é realmente forte hoje em dia. O que será que é preciso para que o metal decole novamente? “Sinceramente acho que o metal precisa fazer o que faz”, pondera o vocalista. “Precisa prestar atenção ao próprio público e que se dane o resto. Oitenta por cento das pessoas que compram discos não sabem de nada. Elas simplesmente são levadas para onde quer que a mídia queira levá-las. Então, as pessoas que fazem aqueles discos, que fazem as bandas, que fazem a moda são as pessoas que realmente sabem sobre o que é isso tudo. Não importa se é Metal, Rap, Hip-Hop, Dance, o que quer que seja”, diz, convicto. “Há um movimento inteiro de pessoas que realmente sabem do assunto. O resto do rebanho simplesmente segue e compra. O pessoal que curte metal tem que prestar muita atenção. Vão haver algumas pessoas se unindo e juntando umas bandas e dizendo ‘Yeah, isso é metal!’. Até mesmo um engravatado estúpido que nem sabe do que se trata pode aderir a uma coisa assim. Moda é uma coisa perigosa”.

É, isso lá é verdade. Mas voltando ao tema de seu trabalho solo, já é sabido que o cantor rasgou elogios ao público brasileiro enquanto lançava seu segundo disco ao vivo, ‘Scream For Me Brazil’. Falou bem da audiência brasileira em todos os meios de comunicação existentes e empolgação não faltou. Mas isso nos leva a pensar se não haveria outras platéias insanas por volta do globo. “Acho que na Itália os fãs reagiriam dessa maneira também”, fala o próprio Bruce, a respeito da tão famosa população metaller italiana. “Na Escandinávia, o público também reage de forma efusiva, pois o Maiden sempre foi extremamente popular por lá. Mas é no Brasil e na Argentina que a coisa é realmente incrível, tanto no Maiden como em minha carreira solo.” Não duvidamos. Vale também destacar o Chile, país onde os fãs da Donzela são extremamente insanos e lotam estádios com capacidade para 20.000 pessoas com extrema facilidade. Ou seja, haviam outros países extremamente capacitados para ter seu nome na capa do álbum. Pelo menos no quesito ‘ao vivo’, o Brasil é famoso por alguma coisa, à parte de futebol.

Como já se sabe, ocorreram alguns problemas técnicos com o equipamento de gravação no dia 21 de Abril de 1999, data marcada para o primeiro show de Bruce em Sampa, o que resultou na perda das quatro primeiras músicas. Mas tudo foi acertado quando marcaram uma apresentação extra alguns dias depois no Via Funchal, mesmo local de antes, para gravar tudo novamente. Além de São Paulo, o petardo engloba gravações de Vinhedo (“The Chemical Wedding”) e Rio de Janeiro (“The Tower”). O que aconteceu com a aparelhagem, foi que a programação feita na mesa de som digital foi simplesmente perdida logo após a passagem de som. Apenas depois das quatro músicas do show, conseguiram recuperar as informações.

De qualquer forma, a apresentação de Bruce em São Paulo reafirma o que todo mundo já sabe: o cara é uma unanimidade aqui. Seja no Iron Maiden ou em sua carreira solo, o baixinho arranca gritos fanáticos dos ouvintes como se fosse uma torcida de futebol organizada torcendo para um seleção de peso. Foi o que aconteceu na noite de sua apresentação, e se pode ouvir claramente em seu disco ao vivo: a platéia, ensandecida, gritava “olê, olê, olê... Brucêêê, Brucêêê!!”. Dickinson chega a comentar o acontecimento: “Fantástico, extraordinário. Eu cheguei a sentir um frio na espinha quando ouvi a platéia cantar daquele jeito. Foi emocionante.”, diz, empolgado. “Nós tínhamos microfones direcionados para a platéia na primeira noite de São Paulo, que foi justamente quando o pessoal cantou aquele coro. A gravação saiu perfeita.” Ainda bem.

A princípio pode parecer apenas um lançamento em um país distante, porém há outras conseqüências em jogo. Primeiramente, o fato de o mundo inteiro poder ver que realmente existe no Brasil uma potência forte em termos de Heavy Metal. Os fãs não são poucos e o mais importante de tudo: quem costumava dizer que o metal estava morto está completa e tristemente enganado. O velho e bom som continua na ativa e fazendo muito sucesso. Afinal, a gigante Europa vai perceber que deixar o Brasil de fora das rotas de shows de bandas de grande porte é um erro, assim como não procurar distribuidores brasileiros de CDs. O mercado existe, é só saber aproveitá-lo.

Wherever You Are, Iron Maiden’s Gonna Get You, No Matter How Far

Finalmente, é sobre o gigante inglês setentista, o Iron Maiden, que a sensação de impaciência gira mais alto. Durante muito tempo se imaginou o que aconteceria se, por um mágico acaso, ou um golpe de sorte no destino, a Donzela voltasse a juntar forças com o vocalista que fez história dentro do heavy metal. Demorou sete anos, mas finalmente o sonho vira realidade.

Maio de 2.000: é a provável data de lançamento da nova bomba do grupo. Novamente, a boataria corre solta e não se sabe ao certo no que vai terminar todo esse auê. Mas sem dúvida que será, novamente, um disco que causará revolução dentro do cenário. O que todos esperam, sem somba de dúvida, é um retorno aos tempos áureos da banda, onde as fórmulas usadas em “The Number of the Beast”, “Piece of Mind” e “Powerlslave” sejam utilizadas. Bruce, pelo menos, garante que é isso que os fãs vão ter: “Vai ser o melhor e mais pesado álbum da história do Iron Maiden”, sentencia. De ser o mais pesado, pelo menos, não duvidamos. Quem conta com discos do quilo de “Accident of Birth” e “The Chemical Wedding” certamente não vai deixar por menos no próximo disco da Donzela. “Vamos fazer um trabalho bem pesado. Certamente não haverá nada do tipo ‘Can I Play With Madness’ “, reafirma Adrian Smith, que nos últimos tempos têm dado uma (grande) força ao velho amigo de armas, senhor Air Raid Siren.

Sendo gravado atualmente na França, o novo petardo dos britânicos já tem título, mas infelizmente não há nada oficialmente declarado. Quem está sentado na cadeira da produção é Kevin Shirley, de quem Bruce fala muito bem. “Ele é grande. Trabalhar com ele tem sido fantástico”, aponta. Sobre a mixagem, provavelmente nada de Inglaterra novamente. É a segunda vez que as coisas mudam seu rumo natural, já que o normal seria encontrar a banda gravando no já conhecido estúdio de Steve Harris, localizado em sua (imensa) fazenda, a qual fica a cerca de 30 minutos da cidade inglesa Essex. “Provavelmente será mixado na França, mesmo”, afirma Bruce. “Nós amamos tanto o estúdio, e o Kevin tem feito um trabalho tão bom mixando as faixas prontas, que provavelmente a base para toda a preparação do disco será feita aqui.”

Pois é. Segundo fontes exclusivas, o Iron Maiden já tem entre quatro e cinco faixas gravadas, sendo que uma delas terá mais de 10 minutos e será a continuação de “The Rime of The Ancient Mariner”, música do disco “Powerslave” sobre o poema do escritor inglês Samuel Taylor Coleridge. Não é de se duvidar, já que Bruce está de volta ao grupo e, como todos estão carecas de saber, história é com ele mesmo, já que o homem é formado nessa matéria.

Aparentemente, pelo final de Fevereiro algumas cópias promocionais do novo disco serão feitas e esperançosamente teremos a oportunidade de ouvir o que nos aguarda o começo dessa nova era, encabeçada, assim como nos gloriosos anos da NWOBHM, pelo Iron Maiden, guiando, uma vez mais, uma geração inteira ao que parece ser uma nova época de Anos Dourados.

De acordo com o próprio Bruce, logo após o disco haverá uma turnê Européia no meio do ano. Em Outubro, a banda deverá aportar nos Estados Unidos e logo depois é a vez da América do Sul.

O que temos a fazer, uma vez mais, é esperar. Impacientemente, é claro. E com muita, muita esperança de que esse seja o melhor trabalho já feito pelo – agora – sexteto. Mas, ora, se a Donzela só melhorou quando Bruce ‘Air Raid Siren’ Dickinson entrou para o grupo, no início dos anos 80, só tende a acontecer a mesma coisa desta vez, agora que o fato ocorre uma vez mais. Incrivelmente o suficiente, é como o frontman já havia dito inúmeras vezes. Nessa segunda chance, tudo parece acontecer de novo. Como se fosse um pulo no tempo. A situação interna do Iron Maiden não estava muito boa quando, nos idos de 81, Paul Di’Anno desagradava seus companheiros (mesmo que fosse o lado pessoal que estivesse em jogo). Bruce, apesar de vaiado no começo de seu primeiro show, a 15 de Novembro de 81, conseguiu dar a volta por cima e convencer o público de que ele seria o cara que ocuparia a cadeira de vocalista pelos próximos longos anos. No final dos anos 90, a coisa se repete: Blaze Bayley não satisfaz os anseios do público e dos próprios integrantes do conjunto (desta vez seria o lado profissional em pauta), e quem vem para salvar a pátria? Ele, novamente. Mesmo que não tenha um S estampado na camisa, dá para perceber que o homem de aço se chama não Clark Kent, mas Bruce Dickinson, e tendo sua voz como super poder, vai construir uma nação de fiéis seguidores. Novamente.

E é isso. A história do Iron Maiden, apesar de muito já ter sido falada, refalada e criticada, ainda não está acabada. Pelo menos, é o que os fatos mostram. No que depender desses seis intocáveis, o mundo ainda há de gritar muito o “Maiden! Maiden! Maiden!” evocado em cada apresentação da Donzela.

E longa vida ao Heavy Metal!

UP THE IRONS !!!

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Sobre Haggen Kennedy

Nascido ao fim dos anos 70 e adolescido em meio ao universo metálico, Haggen Heydrich Kennedy já trabalhou e atuou numa vultosa gama de atividades, como o jornalismo, o desenho, a informática, o design e o ensino, além de outros quefazeres. Atualmente vive em Atenas, Grécia, onde estuda História, Arqueologia e Grego Antigo na Universidade de Atenas. A constante nesse turbilhão de ofícios, todavia, sempre constituiu-se de dois fatores: as línguas (ainda hoje trabalha com tradução e interpretação) e a música - esse último elemento, definitivo alimento espiritual.

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