O Blog Road to Metal (http://roadtometal.blogspot.com) preparou um especial que tem tudo para agradar os fãs do metal nacional. O site entrevistou o Sr. Roosevelt de Miranda Cavalcante, ou, como ficou conhecido no mundo Metálico, Roosevelt "Bala"; baixista e vocalista da primeira banda sul-americana de Heavy Metal, o STRESS! Bala contou desde os primórdios da cena underground em Belém do Pará (cidade natal do STRESS) até a expectativa para a vindoura apresentação no Metal Open Air e os planos futuros do grupo; não se esquecendo de temas como a explosão da N.W.O.B.H.M. nos anos 80, a censura da década de 70 e muito mais. Ao final da entrevista há um promoção para concorrer a um CD autografado do grupo. Antes, porém, uma pequena biografia para apresentar o STRESS aos novos fãs e contar detalhes da fantástica saga destes garotos da capital paraense aos bangers mais antigos.
01 - A Biografia.

Em 1977, a banda, já contando com o carismático Roosevelt Bala, passou a se chamar Stress. Em 1978, começaram as composições próprias, indo na contramão do Rock Brasileiro, que caminhava mais para o Rock And Roll e Progressivo, forjavam já seu estilo, com músicas rápidas e pesadas. Em paralelo, surgia no exterior o movimento depois batizado de New Wave of British Heavy Metal.



Road To Metal: No início deste mês foi confirmada a participação do STRESS no Metal Open Air (impossível que fosse deixada de fora a primeira banda de Metal do Brasil!!), que será realizado em abril próximo. Quais suas expectativas para esse festival e como você se sentiu quando saiu a confirmação oficial?
Bala: Depois de tantos anos de estrada, de vida, nós ainda sentimos a emoção e a alegria de sermos lembrados para um evento de tamanho porte. Certamente, será o maior evento de metal da história do Brasil, até então. Por se tratar da primeira edição, eu acho que a presença do Stress, como pioneiro no estilo, será muito bem vinda, caiu como uma luva...de Metal!! (risos).

Bala: Nada mais especial, do que fazer os roqueiros (bangers) se divertirem, cantando todos os nossos clássicos. Vai ficar ainda mais especial, porque estarão cantando alguns dos hinos do Metal brazuca em português, nossa língua pátria.
Todos nos sentiremos muito orgulhosos. Será um revival dos áureos anos 80!
Road To Metal: E festivais europeus, como o Keep It True e Headbangers Open Air, por exemplo, onde são celebradas, e há participação, principalmente de bandas pioneiras, clássicas e cultuadas de Metal Tradicional, dos anos 80, NWOBHM, vocês já chegaram a receber contatos recentes para participar de eventos dessa linha lá no exterior?
Bala: Estivemos fora do circuito por muitos anos. O fato de residirmos no Norte do Brasil dificulta bastante a frequência de shows, pelos altos custos de deslocamento aéreo para outras regiões e outros países, entretanto, com a visibilidade que o MOA trará e recentes lançamentos europeus da nossa obra (Metal Soldiers Records), podem mudar esse quadro. Espero que os produtores nacionais e internacionais se empenhem mais pra levar o Stress aos grandes festivais. Estamos prontos pra encarar uma mini-tour Internacional!!

Bala: Nos últimos anos estamos fazendo apenas grandes eventos, aqueles que valem a pena. Não temos mais aquela facilidade de pegar estrada, em longas tours como antigamente. Nossa vida pessoal (familiar) nos impede de cair dentro com tudo. Entretanto, hoje em dia, nem é tão fundamental estar na estrada. Os meios de divulgação virtual cobrem essas lacunas. Acredito que quase 100% dessa nova geração de roqueiros nunca viu o STRESS ao vivo, mas muitos deles aprenderam a gostar da banda, pelo que viram na internet e pela fascinante história de pioneirismo. Tenho certeza que uma multidão vai cantar nossas músicas no M.O.A., sem jamais terem visto um show nosso antes. Estou contando muito com isso, vou chamar a galera para o palco junto com a gente, todos vão se sentir parte do show também.
Road To Metal: Falando um pouco sobre a história, na época em que a banda começou, além das dificuldades de conseguir bons instrumentos, de se fazer um som pesado, também havia a censura, e muitas letras do STRESS tinham que ser alteradas. Fale um pouco sobre essa época!
Bala: Nos meados dos anos 70, em Belém, não havia qualquer sinal de movimento musical algum, muito menos Rock. Os discos de Rock chegavam com atraso de anos às poucas lojas da cidade. Só pra se ter uma idéia do cenário da época, eram extremamente raras as pessoas que gostavam de Rock. Por isso, havia uma grande afinidade entre os poucos roqueiros que resistiam aos modismos impostos pela mídia. Quando um roqueiro ouvia falar que havia um outro cara que curtia rock, mesmo que fosse num bairro distante, com alguns de seus melhores Lps debaixo do braço, ele dava um jeito de achar a casa do elemento, chegando lá ele perguntava: “És tu que és roqueiro?”; logo estavam juntos à eletrola ouvindo seus discos e sacramentando uma nova e verdadeira amizade.

Era nos shows do Stress que, a cada vez uma maior legião de admiradores do rock se encontrava para curtir e viajar na ideia de que estavam assistindo aos seus verdadeiros ídolos, através das interpretações feitas pelo Stress dos maiores clássicos do Rock mundial. Foi a partir daí que a banda começou a ganhar popularidade e a cumplicidade dos fãs, que ajudavam na venda de ingressos, afixação de cartazes, distribuição de panfletos e o que mais fosse necessário. Éramos uma verdadeira irmandade, unidos pelo objetivo da disseminação do movimento Rock de Belém. A partir de 78, começamos as nossas composições.

Road to Metal: Tem uma história muito legal, sobre a gravação do primeiro LP, que a banda foi gravar num estúdio no Rio de Janeiro, a coisa não era bem o que vocês esperavam e até tiveram que fazer uma “Operação Resgate” das fitas das gravações! Gostaria que você contasse aos leitores essa história, nunca é demais e com certeza tem muita gente que não conhece ainda!
Bala: Era infinitamente mais difícil se gravar um disco naquela época, como já falei, os custos eram altíssimos, equivalente ao de um apartamento de um quarto. Não havia mais o que fazer, já tínhamos tocado nos melhores e mais conceituados teatros e ginásios da cidade, era preciso seguir adiante. Através de um amigo (o Profeta), contactamos o estúdio Sonoviso, no Rio, que nos garantiu que saberia gravar o nosso rock, já tinham feito isso várias vezes e dispunham de todo equipamento necessário para a gravação.
Juntamos dinheiro com shows, vendemos objetos, pedimos pros pais e pegamos um ônibus pra enfrentar três dias de estrada até o Rio. Ficamos numa modesta pensão no Catete, dividindo beliches num único quarto. Ao chegar no estúdio nos foi oferecida uma bateria toda fudida, quebrada e desmontada, jogada num canto de uma saleta. Usamos barbantes e fita adesiva pra deixá-la armada. Recebemos a informação de que todo o equipamento prometido (bateria, efeitos, pedais, instrumentos...) deveria ser alugado. Finalmente começamos a gravar, tínhamos de ser rápidos, a grana tava curta e a hora de estúdio era uma facada. Começamos a perceber que os caras não manjavam porra nenhuma de gravação de rock pesado. Chegaram ao cúmulo de propor que tocássemos sem distorção, que eles dariam um jeito de colocá-la na mixagem. Tratamos de fazer nossa parte, tocamos como se estivéssemos num show, com toda fúria e crueldade que as músicas pediam, afinal, naquele momento estávamos registrando anos de trabalho e defendendo nossas idéias e pontos de vista não só sobre a música em si, mas, sobre o cenário social injusto para a maioria das pessoas.

Relutamos muito em prosseguir com a produção desse disco, tamanho nosso desapontamento. Resolvemos então, fazer uma tiragem mínima de 1000 cópias, só pra termos um registro oficial das músicas e não jogar fora a grana já investida. Juntamos mais dinheiro e fizemos a prensagem. O show de lançamento aconteceu no estádio do Payssandu, no dia 14 de novembro de 1982, para uma platéia estimada em 20.000 pessoas, um recorde absoluto que persiste até hoje para eventos musicais locais.
Fizemos o lançamento desse disco no Rio, no Circo Voador, completamente lotado pra ver pela primeira vez uma banda de Heavy Metal brasileira. Foi um sucesso estrondoso, e a partir daí tivemos de nos mudar para o Rio e dar prosseguimento à nossa carreira fora de Belém. Tudo isso aconteceu por conta daquele primeiro disco, que quase não foi lançado em virtude de sua baixa qualidade de gravação, mas que foi o grande responsável pelo repentino sucesso da banda para o resto do país. Devemos tudo a essa obra, que contém grandes clássicos do Metal Nacional em todos os tempos.

Bala: Nos anos 70 nós não tínhamos nenhuma referência de som pesado no Brasil. Embora, curtíssemos bandas de rock como: Made in Brazil, Peso, Casa das Máquinas, Joelho de Porco, Mutantes... Essas estavam longe de ser do rock pesado. Consideramos que o Stress começou sua história paralelamente com a N.W.O.B.H.M. Eles faziam a onda deles lá e nós começamos a nossa aqui, na mesma época. A frase de ordem era: “seremos a banda mais rápida e pesada no planeta”, coisa pretenciosa de adolescente... rsrsrsrs. Com essa filosofia, começamos as nossas composições, sempre com aquela levada rápida (Mate o Réu/Sodoma e Gomorra/ Chacina/O Viciado...). Depois foi que resolvemos fazer músicas com outras batidas (O Oráculo de Judas / O Lixo / 2031...).
Sobre as letras, elas começaram a ser feitas em Inglês (Mate o Réu era “Go to Hell”), mas, mudamos logo de ideia quando algumas pessoas elogiaram o nosso som e perguntavam do que falavam as letras. Sabíamos que tínhamos um som poderoso e que se a mensagem contida na letra fosse logo entendida, teríamos músicas fuderosas, uma combinação matadora. Dali em diante, o STRESS seria uma banda de Metal 100% nacional.

Road to Metal: A banda acabou mudando para o Rio de Janeiro, onde ganhou ainda mais fãs, tendo shows históricos e memoráveis. O Rock In Rio em 85, também ajudou a voltar os olhares para as bandas de Metal e do Rock pesado em geral, e o segundo Disco, “Flor Atômica” saiu pela multinacional Polygram, com a banda aparecendo em matérias de grandes jornais e em programas de tv. Conte pra gente como foi para a banda também quebrar essas barreiras, e porque a gravadora depois acabou não bancando um próximo trabalho?
Bala: O Flor Atômica foi um grande álbum, cultuado até hoje (relançado em 2011 pela Metal Soldiers, com o nome Atomic Flower). Nos tornou conhecidos em todo o país. Porém, no ano seguinte, 86, o mercado do rock no Brasil deu uma guinada. As gravadoras estavam apostando nas bandas comerciais. Era vetado o uso de guitarras distorcidas nos lançamentos nacionais, as rádios não tocavam. Assim, a nossa gravadora pediu para “aliviarmos” o nosso som, que fizéssemos músicas mais leves, fáceis de tocar em rádio. Ou seja, baixar o nível geral. Claro que não concordamos em mudar nosso estilo. Com isso, perdemos o contrato.

Bala: Uma coisa levou a outra. Sem gravadora, não tínhamos um novo álbum. Os shows ficaram cada vez mais escassos, tornando difícil nossa permanência no Rio. Não haviam muitas escolhas, tive de voltar para Belém, pois, ia ser jubilado da faculdade também. Resolvemos dar um tempo, esperar que o cenário do rock mudasse novamente, para melhor. Só que isso nunca aconteceu.
Road to Metal: Na metade dos anos 90, a banda retornou, lançando em 96 o “Stress III”, de forma independente, porém, o trabalho passou, injustamente, um pouco despercebido. Os anos 90 foram, para muitos, tempos complicados para o Metal. Você acha que talvez a banda tenha voltado na hora errada? Se o trabalho fosse lançado alguns anos depois teriam uma repercussão maior?
Bala: Foi isso mesmo. Naquela oportunidade, meados dos 90, o rock brasileiro praticamente inexistia para a mídia, só o underground ainda sobrevivia, como sempre. Até gravamos músicas não tão agressivas, na linha do rock’n roll e hard rock (no meio das pesadas), para facilitar a veiculação de uma ou duas delas. Mas não adiantou. O rock tava fora de questão naquele momento, mais do que agora! hehehehe!

Bala: Foi por conta desse relançamento que a banda voltou aos palcos. Tive uma grande emoção ao segurar nas mãos um CD daquele primeiro Vinil. Resolvemos que seria divertido voltar a tocar nossas músicas, especialmente pra nova geração, que só ouvia os comentários sobre a “Lenda do Metal”. Começamos em Belém, claro. Os shows foram empolgantes, sempre casa cheia. Os pioneiros do Metal estavam de volta. Nossas obras estão sendo relançadas pelo selo europeu Metal Soldiers (http://metalsoldiersrecords.webs.com/), já saíram o “Live in Memory”, “Amazon First Metal Attack” e o “Atomic Flower”. Estão programados para este ano o” Stress III” e o “Tribute”.

Bala: Ao longo da carreira da banda, nós perdemos algumas imagens de shows importantes. Achamos que era hora de registrar um show completo da banda, em som e imagens de boa qualidade. Assim, numa parceria com a TV Cultura do Pará e CCAA, nós gravamos o nosso primeiro DVD, contendo todos os nossos clássicos. No set list incluímos “Coração de Metal”, música que fiz em parceria com meu amigo Di Castro, guitarrista do Sangue da Cidade (Rio), em 86. Sabíamos que era uma música forte, sempre funcionava bem nos shows. Mas, somente em 2005 fizemos uma gravação oficial dela, uma DEMO. Além de incluí-la no DVD. Realmente, tornou-se um hino do Metal brasileiro, não pode faltar nos shows.

Bala: Se tivéssemos condições de ter permanecido no circuito de shows, pelo Brasil e exterior, nos idos dos 80’s, provavelmente seríamos mais reconhecidos do que somos hoje. No entanto, alguns infortúnios na nossa trajetória nos tiraram da estrada. As coisas acontecem para quem trabalha, luta, insiste na busca dos seus objetivos. Infelizmente nós não conseguimos nos manter nessa batalha. Porém, hoje em dia vemos que o reconhecimento está chegando. Ainda bem que estamos vivos, podendo tocar (risos). Garanto a todos que estamos aproveitando bastante. Nos divertimos muito nesses eventos. Ainda gostamos muito de tocar Metal. É a nossa grande paixão.

Bala: Não há melhor exemplo do que o nosso: banda de Belém do Pará (Amazônia), que resolve fazer rock pesado, numa época em que a música regional (Carimbó) e o Samba (MPB) dominavam o mercado e as rádios do Brasil. Como resistir às adversidades? Equipamento caro, falta de lugar pra tocar, preconceito, referências, repressão e tudo mais. Com tudo isso, a banda ainda consegue reconhecimento nacional e internacional, toca com Iron Maiden, faz show no Canecão, e agora? Vai dividir o palco com os maiores do Metal mundial no MOA. É como diz uma música nossa: “Não desistaaaaaaaaaa!!!!” (risos).

Bala: Temos todas a músicas prontas para um novo álbum. Precisamos de um tempo pra nos reunir, pra gravar. Pois o André (batera) mora no Rio. Esperamos lançar ainda neste ano, quando se completam os 30 anos de lançamento do primeiro álbum, de 82. Pretendemos, ainda, fazer uma grande festa de comemoração e lançamento, em novembro deste ano, no dia 13, Dia do Metal Nacional.
Road To Metal: Mencionamos o documentário, fale um pouco sobre a participação do Stress no documentário que está sendo produzido pelo Micka Michaelis, “Brasil Heavy Metal”, o qual vocês também compuseram a música tema, e, claro, fale um pouco sobre essa maravilhosa música, que possui uma letra fantástica, traduzindo muito bem o sentimento daquela época, dos guerreiros que levantavam e levantam a bandeira do Metal. Realmente mais um hino composto por vocês.
Bala: Trata-se de um grande projeto, algo que vai colocar o Metal brasileiro no lugar de destaque que ele merece dentro da nossa música. A idéia é de contar a saga e a história dos precursores do gênero no Brasil, incluindo Bandas, Zines, Revistas, Jornalistas, Roqueiros e etc... Além do filme, teremos o livro e uma coletânea em CD, contendo músicas inéditas das principais bandas brasileiras de Metal dos anos 80.
Foi pra essa coletânea que gravamos a música “Brasil Heavy Metal”. Quando o Micka ouviu, se emocionou bastante, foi às lágrimas (segundo ele, he he he). Nesse momento ele resolveu que ela seria o tema do filme/doc. Foi motivo de grande satisfação e orgulho pra nós. Fizemos a música e a letra pensando em cada um dos que participaram da construção desse movimento poderoso que hoje é o Metal Brasileiro. Todos que a ouvem (a música Brasil Heavy Metal) se identificam como tema e a sonoridade oitentista da mesma. Então, Micka teve a idéia de gravar um clipe, com a participação de alguns dos maiores vocalistas da nossa história. Foi uma grande sacada, o resultado é emocionante. É mais um hino para o nosso metal.

Bala: Eu é que agradeço a oportunidade de contar um pouco dos detalhes da nossa história. Estamos ansiosos para esse grande encontro, o maior do Metal no Brasil. Atenção headbangers do MOA... Os pioneiros do Metal estão chegando!! (risos). Um pesado abraço... Direto da Amazônia ...\\m/.
Créditos da Entrevista:
Por: Caco Garcia.
Edição: Caco Garcia.
Revisão: Caco Garcia & Word (que insistia colocar "Metal" com "m" minúsculo, mas é um cara legal).
Fotos: divulgação e arquivo pessoal da banda.
Após ler a letra da música abaixo das fotos, confira a versão exclusiva do STRESS para a música tema do documentário "Brasil Heavy Metal"!
03 - A Promoção.
Quer ganhar o primeiro trabalho do Stress, relançado em CD, autografado????
Para isso acesse os comentários desta entrevista no site Road To Metal (http://roadtometal.blogspot.com/2012/03/stress-brasil-heavy-metal-entrevista.html) ou, no facebook do Road (http://www.facebook.com/media/set/?set=a.187316574704784.26260.100002793298340&type=3), completando a frase a seguir:
"Eu tenho um Coração de Metal porque...",
Coloque seu nome e e-mail. A resposta mais criativa (será julgada pela redação do Road To Metal mais a participação da banda) vai ganhar esse trabalho (e mais brinde surpresa), que é o marco inicial do Metal Brasileiro! Resultado sai dia 15 de Abril. Vamos lá!!!!
O STRESS é:
Roosevel "Bala": Baixo e Vocal
André Chamon: Bateria
Paulo Gui: Guitarras
Sites relacionados (em português):
Road to Metal:
http://roadtometal.blogspot.com/
STRESS:
http://www.stress.mus.br/
http://www.myspace.com/stressbrasil/
http://stressbelem.blogspot.com/
Todas as matérias da seção Entrevistas
Todas as matérias sobre Stress
Os comentários são postados usando scripts do FACEBOOK e logins do FACEBOOK, HOTMAIL, AOL ou YAHOO, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que fizeram uso deste sistema (citados na assinatura de cada comentário). Caso você considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato. Os responsáveis pelo site podem excluir comentários que julguem inadequados e fornecer informações sobre os comentários a reclamantes se solicitados.
Pense antes de escrever. Ao comentar sobre alguém, lembre-se que este alguém é uma pessoa e merece respeito. Tenha cuidado especial ao comentar sobre colaboradores do Whiplash.Net; eles trabalham de graça para gerar o conteúdo que você está lendo. Mais chato do que uma matéria com erro, ou uma opinião com que você não concorda, são os chatos que apenas reclamam. Se acha que pode fazer melhor, clique no link ENVIAR MATERIAL no topo do site. Se achar um erro de digitação ou similar, envie pelo link de ENVIO DE CORREÇÕES; lembre-se que é falta de educação corrigir outras pessoas em público. E lembre-se de também elogiar quando encontrar bom conteúdo; isso é um bom incentivo aos colaboradores. :-)
Chatos, trolls e usuários que faltam com respeito a outras pessoas poderão ser banidos sem aviso prévio.
Willba Dissidente é fã das bandas de hard rock dos anos 70 e 80 e de metal oitentista dos mais variados países. Quem quiser saber mais deve acessar seu canal no youtube. Obrigado! Stay Hard (True As Steel)!
Mais matérias de Willba Dissidente no Whiplash.Net.
Link que não funciona para email (ignore)
QUEM SOMOS | RSS | FACEBOOK | TWITTER | APPS | ANUNCIAR | ENVIAR MATERIAL | FALE CONOSCO
Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria. Os textos não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será retirado do site.
Em abril de 2012 Whiplash.Net teve 1.211.297 visitantes, 3.149.841 visitas e 10.113.719 pageviews. Ver stats.