Edu Falaschi: uma pesquisa sobre o underground brasileiro

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Edu Falaschi: uma pesquisa sobre o underground brasileiro

Postado por Plínio Alves | Fonte: Polêmico Rock

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Acredito que muitos tenham se engajado aos badalados assuntos polêmicos envolvendo o Edu Falaschi, demonstrando sua opinião, concordando ou discordando com o tal assunto. Enfim, eu poderia me estender em um enorme texto verborrágico sobre a tal polêmica, mas ainda sim continuaria a ser a opinião de uma pessoa. Mas aqui jaz a minha opinião: independente do Edu Falaschi estar certo ou errado, perante ao underground brasileiro, a sua FORMA de expressar a opinião fede.

O grande problema das polêmicas são as generalizações, os inúmeros questionamentos que podem ser feitos, e os inúmeros pontos de vistas. Por isso, decidi fazer melhor: uma pesquisa. Portanto, nada melhor do que a opinião de quem não somente está por dentro da cena underground brasileira, mas por quem vive dela (ou nela).

Para isso, foi perguntado aos entrevistados: “Você deve ter ouvido falar sobre a polêmica envolvendo o Edu Falaschi, sobre a questão do descaso com relação ao underground brasileiro (segundo o próprio Edu). Segundo ele “O brasileiro são todos paga paus de gringo”. Você como músico, produtor, headbanger, designer, promotor de eventos, concorda com esta afirmativa? Como você enxerga o underground brasileiro hoje? Você escuta e apoia bandas nacionais? Ou melhor, você se sente apoiado, caso seja um músico?”

Vamos às respostas, e por fim, tirem suas próprias conclusões.

“O que move um fã para ouvir sua banda favorita é a vontade. Se o fã a tiver, pouco importa onde ela irá tocar. Creio que o cenário underground nunca precisou pedir esmola que nem o Sr. Edu Falaschi, ou você já viu o Krisiun ou Sepultura fazendo o mesmo? Sempre apoiei o cenário underground tanto indo quanto organizando eventos ou comprando CDs. Claro que seria hipocrisia se dissesse que grande parte das bandas que ouço são brasileiras. Mas sempre houve espaço para ambos. Agora, o Sr. falaschi sabe como é o underground brasileiro, e acho infundado o que ele diz.” (Schmidt/Colaborador do Whiplash.net e promotor de eventos)

“Concordo em termos. Mas acho que não devemos generalizar desta forma. Realmente existem pessoas que só gostam ou dão valor às bandas que vem de fora, e esquecem o trabalho de bandas nacionais, que muitas vezes não deixam a desejar em nada com relação aos gringos. Porém, existe o outro lado, aquelas pessoas que dão valor ao underground nacional, que acompanham as bandas, acreditam no trabalho e gostam. Seria mentira se eu falasse que ninguém valoriza as bandas nacionais, porém seria mentira da mesma forma falar que as bandas nacionais tem todo o apoio de todos os headbangers do Brasil. Como membro de uma banda do underground, eu sempre ouço bandas daqui, procuro material, entro em contato, sempre que posso vou aos shows. E com isso, tenho a comprovação do fato. Nós brasileiros temos bandas incríveis aqui! Metal nacional sempre! Não deixem de ir aos shows, apoiem e deem valor. Somos todos headbangers e devemos nos unir, façam a cena movimentar-se.” (Renan Ribeiro/Hatefulmurder)

“Concordo em partes. É fato que brasileiros dão mais valor a cena estrangeira (e isso não é só no Rock/Metal). Contudo, acredito que Edu Falaschi foi infeliz na maneira como tratou o assunto, generalizando-o demais. Além disso, talvez por falta de informação, ele afirmou que existem somente duas grandes bandas lá fora. Acho que ele não esta atualizado sobre o Krisiun, por exemplo, que hoje é a banda brasileira que mais nos representa no exterior. Agora, dizer que o Rock brasileiro morreu? Bom, aí eu discordo completamente. Novamente, ele se esquece de nomes sensacionais que temos aqui; o citado Krisiun, Ratos de Porão, Korzus, enfim, uma infinidade de grupos que derrubam sua afirmação. São bandas marginalizadas? Sim, mas dizer que o cenário morreu? Esta muito longe da realidade. Quanto ao modo pesado como falou na entrevista, com certeza estava em um mal dia e quis desabafar, mas exagerou.” (Blog Som Extremo)

“Infelizmente é verdade o que ele disse. Talvez muitos tenham se sentido ofendidos porque ele falou de forma bastante direta, mas realmente é verdade, o metal no Brasil ainda é muito amador, e acredito que não seja só por este fator da falta de apoio do público, mas uma série de fatores, como produtos caros e inacessíveis, impostos altos, isso já faz com que o músico que vive na Europa e/ou EUA já tenha uma vantagem absurda sobre nós. Aqui pagamos até três vezes mais pelo equipamento, fora a falta de incentivo fiscal do governo, a falta de educação musical nas escolas, passagens e transporte de bandas aqui é muito caro. Fora o Hangar, nenhuma banda tem um tour bus, e nenhuma agência que faz tour aqui no Brasil possui um, isso também é um fator que encarece mais os eventos e que inviabilizam que muitas pessoas/cidades recebam um determinado show. Enfim, não tem como dizer que é culpa apenas de uma coisa, mas sim uma gama de coisas que envolvem o universo de um show ou de uma banda, aqui ainda estamos muito atrasados. Mas como brasileiro, aprendi a nunca desistir, por isso continuo acreditando que podemos sim mudar tudo e fazer as coisas crescerem e aparecerem como devem ser, por isso sempre vou aos shows, compro CDs e camisa das bandas e procuro sempre que posso numa entrevista ou outra citar as que gosto mais.” (Felipe Eregion/Unearthly)

“Cara, eu não acho que brasileiro seja paga pau de gringo. O brasileiro é uma pessoa como qualquer outra que gosta das bandas o qual lhe agrada. Nunca vi alguém falar que gosta de algo que é ruim, mas o faz só porque se trata de uma banda de um amigo, conhecido e tal. Eu como pessoa e músico, apoio e ouço as bandas brasileiras que eu curto, mas não pelo fato de serem brasileiras, mas sim pelo fato de me agradarem. Portanto, não faz sentido eu comprar CDs e camisetas de uma banda só porque ela é brasileira. Existem muitas pessoas que apoiam meu som, mas não pelo fato de eu ser brasileiro. Existem pessoas que não gostam do meu som, foda-se. Gosto é gosto. Vou seguir em frente e fazer meu trabalho e não ficar reclamando de quem não me apoia.” (Vinicius Durli/SuperSonic Brewer)

“Cara, é complicado. O Edu foi muito incisivo nas suas declarações, ele podia ter se embasado mais nas declarações e xingado de menos. A galera que apoia e curte o trabalho do cara ficou ofendida. Mas eu concordo com o que ele quis dizer em sua essência, e muita gente entendeu errado, achando que ele queria queria que as pessoas apoiassem o Angra, Sepultura e o Almah, etc. Ele se referiu explicitamente ao underground! Ele apenas usou exemplos que estão em sua alçada. Muita gente também fala “Mas eu vou e compareço aos eventos se eu quiser, não sou obrigado. Mesmo porque as bandas que tocam no underground são ruins.” Porra, sério mesmo que vocês acham isso? É impossível você não encontrar uma banda boa sequer na sua cidade ou estado, ou até mesmo outros estados brasileiros. O nível não é baixo, e os impulsos criacionais estão em alta. Como eu comentei uma vez: o underground hoje tem muita qualidade, o público é exigente. Se fizermos algo sem um nível adequado para se encaixar nos padrões, cai por terra. Mas eu ainda acho que a galera fala demais e comparece de menos. As vezes vejo eventos no facebook contabilizando quatrocentos pessoas, e na hora batem menos de cento e cinquenta pessoas. Os eventos não são caros, e a música esta longe de ser ruim. Não importa de onde você seja, em todas as regiões do Brasil existem ótimas bandas, com muita qualidade. Falo isso pois conheço. Então dê um pouco de valor para o que a galera esta fazendo perto da sua casa, vai lá curtir um som de qualidade, tomar umas com os amigos e se sentir bem! Não estou dizendo para não dar valor para o que vem de fora, mas seria bom se esse reconhecimento fosse recíproco ao nacional.” (Luiz Mallet/Vociferatus)

“Não concordo com tudo que o Edu disse. Ele realmente errou, pois generalizou; Mas ele tem razão em alguns pontos sim. Ao meu ver, a cena realmente precisa de mais profissionalismo e apoio. Temos que batalhar por ela todos juntos, senão realmente o Metal nunca irá caminhar a passos largos; iremos sempre rodar e rodar, e nunca sairemos do lugar.” (Oscar/Red Front)

“Este tema é bastante polêmico e divide muitas opiniões. Concordo em parte com que ele falou. Acredito que produtores e organizadores de eventos valorizem muito mais (claro, por questões financeiras - visam lucrar muito!) bandas internacionais, desrespeitando e passando por cima de bandas nacionais. Sou músico underground a dez anos, e muito do que vejo são bandas ajudando bandas, todos correndo juntos afim de fazer a cena acontecer. Mas quando se chega a um determinado patamar, as coisas mudam um pouco; vira como se fosse “cada um por si”. Curto muito bandas nacionais, e muitas delas influenciaram muitas bandas internacionais. Infelizmente aqui no Brasil não se leva nada a sério, portanto é muito comum esse “êxodo” musical para o exterior. Acho que assim se fecha um ciclo vicioso: artista brasileiros buscando um lugar ao sol lá fora, já que não possuem tanto apoio aqui no Brasil, e em contramão, artista internacionais fazendo shows cada vez mais caros e assim gerando polêmicas. O underground é muito forte e movimentado, e sobrevive graças ao amor da galera (leia-se músicos e headbangers!) pelo som. Quanto a isso, acho que não pagamos pau para os gringos como o Edu falou. Mas é difícil apoiar a cena nacional enquanto rolarem muitos entraves e preferências para que bandinhas internacionais venham para o nosso país. Enfim, o amor pela cena nacional existe, porém e infelizmente o mundo em que nós headbangers vivemos é completamente diferente dos que os produtores e etc. vivem. É um choque de pensamento e postura no qual a música nacional perde, e perde feio.” (Allan Costa/Sanhaço HC)

“Bom, talvez o Edu Falaschi tenha se excedido um pouco nas críticas, mas concordo em termos com a opinião do Edu. Mas julgar o movimento underground por causa de apenas um show mal sucedido é injusto. O underground possui duas faces: a do headbanger que apoia a cena (prestigiam as bandas, compram camisas e CDs), padrão o qual eu me enquadro, e pessoas desinteressadas que pouco escutam as nossas bandas. O underground esta melhorando muito o nível e com muitas bandas novas surgindo fazendo um som de primeira, e com discos de muita qualidade e profissionalismo. Portanto, as bandas nacionais hoje não devem em nada para as gringas. Eu apoio a cena, e vejo o underground com muita força e futuro promissor. Eu faço parte dele, e por fim, sei que minha atitude faz a diferença.” (Camila Young/Promoter do Hugin Munin)

“Não, não concordamos com a tal afirmativa do Edu Falaschi. Hoje nós enxergamos o underground brasileiro como um cenário com muitas bandas criativas, independentes da influência das bandas gringas e que estão criando algo original e lutando para vender. Como o Angry faz parte deste cenário underground, conseguimos ver muita coisa criativa deste meio. Eu escuto muitas bandas nacionais; desde as bandas nacionais antigas que me influenciaram, até as bandas de hoje em dia. Sempre procuro escutar bandas novas e quando dividimos shows com outras bandas, que como nós estão batalhando no underground, procuramos escutar o trabalho autoral deles. Nós nos sentimos bastante apoiados. Temos o nosso EP lançado e estamos divulgando nosso disco e sempre temos um retorno excelente do público, que sempre comparecem aos nossos shows, compram nossos discos e conversam com nós através de das redes sociais.” (Diego/Angry)

“Sobre essa polêmica causada pelo vocalista de metal melódico Edu Falaschi e o Angra é interessante fazermos algumas considerações iniciais. A primeira delas é a de que a citada banda jamais esteve voltada diretamente para o underground nacional e de qualquer outra parte do mundo. Este tipo de postura oportunista contribuiu e muito, segundo o nosso ponto de vista, para o distanciamento dos músicos de Heavy Metal, bem como de outras vertentes do metal, no que diz respeito ao cenário nacional. O segundo ponto é a de que Falaschi volta-se para o underground somente quando seus bajuladores de costume lhe viram as costas, como visto em declarações feitas na TV durante o festival onde dividiu o placo com Cláudia Leite, Glória entre outros (nomes que são deprimentes de se mencionar). Falaschi simplesmente reproduz de maneira artificial e oportunista, como citamos anteriormente, o que deve ter lido em algum lugar, uma queixa legítima entre os reais bangers. O underground é composto de uma grande diversidade. Existem os reais lutadores da cena, que realmente apóiam as bandas independentes de seu tamanho quando percebem que estão diante de algo novo ou com um grande conteúdo. Pessoas inocentes que ainda não conseguem conceber a dimensão em que estão metidos e é claro aqueles que só estão metidos nisso pela grana e não perdem oportunidade de tirar proveito de bandas, zines, distros e etc. Sabemos muito bem que sites de notícias boicotam certas bandas, divulgam mais outras vinculadas por motivos claramente financeiros, ou oportunizam maior destaque para bandas gringas pelo mesmo tipo de vínculo. Escutamos e apoiamos bandas nacionais com maior ênfase, as bandas brasileiras não ficam devendo em nada para as ditas “gringas” dos países onde há uma elite já consolidada. Inclusive em alguns meios de informação referentes ao metal fora do país, não é de hoje que o Brasil já fez seu nome e tradição no metal.” (Tormento e Mielikki/Brutal Morticínio)

“Concordo plenamente. Querendo ou não, os brasileiros pagam muito pau para gringos sim, sendo que o cenário nacional tem muitas bandas de nome que influenciaram o mundo todo. Portanto, as pessoas (não generalizando) deixam de enxergar isso e metem o pau ao invés de apoiar a cena brasileira, que não deixa nada a desejar para as bandas lá de fora. Na minha opinião o Brasil sempre será o país do Metal de verdade. Por isso continuamos a fazer nosso trabalho independentemente.” (Maiquel Tréssino /Supremos)

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Sobre Plínio Alves

Plínio Alves, formado em Administração de Empresas, blogueiro nas horas vagas. O primeiro contato com o Heavy Metal se oficializou aos 11 anos de idade com um um CD do Nirvana, "Nevermind". Depois deste marco, a paixão pela música pesada se desencadeou de forma bem natural e prazerosa. Dois anos depois, estarrecido com o som pesado e provocador de bandas de Death e Black Metal, se tornou um fã de carteirinha do estilo. Embora seja fã de estilos específicos, declara ter afinidade com qualquer rótulo musical dentro do Heavy Metal, sem preconceito algum. Duas bandas que resumem sua vida: Alice in Chains e Deicide. Os demais textos do autor podem ser vistos no blog Polêmico Rock.

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