British Lion: fotos e resenha da apresentação em Porto Alegre

Resenha - British Lion (Bar Opinião, Porto Alegre, 13/11/2018)

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Por Geraldo Andrade
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Depois de passar por Rio de Janeiro e São Paulo, STEVE HARRIS & Cia chegaram a Porto Alegre no dia 13 de novembro, para show no Bar Opinião, e minha expectativa era muito grande, seria a primeira oportunidade de ver STEVE tão próximo e conhecer ao vivo a banda BRITISH LION.

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Chego ao Bar Opinião, 15 minutos antes do começo do show, previsto para começar as 21h, e para minha decepção o público pequeno e com muito espaço dentro da casa, podendo-se escolher o lugar, o lado bom é que poderia ficar grudado no palco.

Pontualmente 21h, a banda BRITISH LION, sobe ao palco para alegria do pequeno público ali presente, e uma coisa posso dizer: foi emocionante, aquele momento de arrepiar, me senti um privilegiado em estar ali, presenciando aquele momento histórico na capital gaúcha.

O já esperado setlist, teve músicas como "This Is My God", "Father Lucifer", a minha já favorita "Spitfire", "Last Chance", "Judas", "A World Without Heaven", "Eyes of the Young", entre outras.

Além de STEVE HARRIS no baixo, a banda é formada por RICHARD TAYLOR nos vocais, DAVID HAWKINS na guitarra, GRAHAME LESLIE na guitarra e SIMON DAWSON na bateria.

E ao vivo, assisti uma banda muito melhor que em estúdio, não tem nenhum virtuoso, são 4 caras, que sobem no palco para fazerem o que gostam, que é tocar rock and roll, a banda surpreendeu e me agradou muito, vida longa ao BRITISH LION.

E STEVE HARRIS? Simplesmente um show à parte, uma lenda viva, um dos maiores baixistas de todos os tempos, um cara com mais de 60 anos agitando e muito com seu novo projeto, cantando, pulando e interagindo com o público ali presente.

Como ele mesmo disse, em algumas entrevistas: "há muito, muito tempo que não toco em clubes menores e, de vez em quando, tenho saudades. As vezes sinto falta da atmosfera que se gera se estivermos na cara das pessoas.

Com o Iron Maiden, isso é algo que não podemos fazer há muitos anos."

Pela reação de STEVE, essa saudade está sendo matada e nós temos que agradecer e muito a essa lenda, por presenciar isso.

O show teve duração de 01h30, terminando pontualmente as 22h30, o que deixou o público com aquela sensação de quero mais.

E o público gaúcho que se diz fã de IRON MAIDEN? Que nas redes sociais são milhares, onde estavam nessa noite histórica?

Quando tem a oportunidade de ver STEVE HARRIS ao vivo e muito perto, comparece em um número pequeno, essa foi a decepção da noite.

Mas tenho certeza de que, os poucos que ali estavam presentes, souberam agitar, gritar, cantar, porque ali estavam os verdadeiros fãs de STEVE HARRIS.




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Sobre Geraldo Andrade

Geraldo "Gegê" Andrade é blogueiro e colaborador no Blog Heavynroll, de Caxias do Sul/RS. Iniciou sua paixão pelo rock n roll, principalmente o heavy metal, nos anos 80, quando pela primeira vez, ouviu um álbum da banda KISS. Tem um currículo com mais de 150 shows, de bandas nacionais e internacionais. Já participou como jurado em festivais de rock na cidade de Caxias do Sul. Está se tornando um especialista em entrevistas, já tendo entrevistado vários músicos nacionais e internacionais. Apoia muitas bandas do underground, pelo Brasil inteiro. Estudante de Comunicação Social - Jornalismo, na Universidade de Caxias do Sul/RS.

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