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Arte Musical

Velhas Virgens: 29 anos de irreverência e Rock'n'Roll.

Resenha - Velhas Virgens (Santo Pako, Osasco, 11/10/2015)

Por Tom Macedo
Em 18/10/15

Fotos: Kennedy Silva

Ultimamente, está cada vez mais difícil ver bandas chegando a quase três décadas de existência. E se torna uma tarefa ainda mais árdua encontrar quem mantenha suas raízes durante todos esses anos. E uma dessas poucas bandas com certeza é a Velhas Virgens. Comemorando a incrível marca de 29 anos de estrada, o grupo lançou um novo álbum coletânea intitulado "Garçons do Inferno", e iniciou no último domingo em Osasco a turnê comemorativa.

Esta turnê se estenderá até o próximo aniversário da banda, e segundo uma postagem no facebook oficial, será a última com seu vocalista, Paulo "Paulão" de Carvalho. Não se sabe ao certo o futuro da Velhas Virgens, então para quem é fã, aconselho não perder a oportunidade de marcar presença em algum dos próximos shows. Como disse anteriormente, o álbum "Garçons do Inferno" é uma coletânea, que conta com os maiores sucessos da banda escolhidos pelos fãs por meio de uma votação que durou dois meses. Em CD, conta com 20 músicas, e no formato digital com 26. O álbum físico está disponível para venda no site www.gabaju.com.br, e digitalmente no iTunes e na Play Store.

Antes de falar do show, quero falar sobre a casa, o Santo Pako, lugar que ainda não conhecia. O Santo Pako tem suas particularidades, primeiramente a localização que achei um tanto quanto difícil no meu caso que ia de São Paulo. Sendo um Snooker Bar, achei que haveriam mais mesas de sinuca, mas o fato de não terem tantas mesas assim é explicado pelo tamanho da casa. As filas para o bar eram grandes e lentas, mas o atendimento foi bastante satisfatório. E por fim os valores, que me surpreendeu negativamente, sendo um dos lugares mais caros que já fui. Em compensação o local é agradável, aconchegante e que suportou muito bem o evento. Com dois ambientes, dois palcos, uma pequena sacada superior, as mesas de bilhar e uma grande área de fumantes onde não é preciso sair da casa.

Bom, finalmente vamos ao show, que estava marcado para as 19:30hs, mas teve um atraso de 30 minutos. A banda sobe ao palco e o frenesi é geral, e para começar os trabalhos tocam "De Bar Em Bar Pela Noite". O público vibra, canta junto e toda a ansiedade que tomava conta da casa se transforma em satisfação por finalmente ter chegado a hora de dar início a nova turnê. Dando sequência as músicas, tocam "Uns Drinks", "Só Pra Te Comer" e "Essa Tal De Tequila", música qual Juliana Kosso assumiu o vocal principal enquanto Paulão tocava sua gaita. E por falar na Ju Kosso, ela sempre rouba a cena com sua voz, caras, bocas, gestos e interação com a banda.

Então executam "Beijos de Corpo", "Madrugada e Meia", "Cubanajarra", "Um Homem Lindo", "Siririca Baby" e "A Mulher do Diabo". É comum vermos shows com altos e baixos, mas a banda não deixava o público descansar por apenas um segundo se quer, e a cada conversa ou explicação, traziam os presentes novamente ao delírio com mais um de seus clássicos. Então tocam "Tudo o Que a Gente Faz É Pra Ver Se Come Alguém", "Ninguém Beija Como As Lésbicas", "Não Vale Nada", "Muito Bem Comida", "Balada Para Charlie Harper (Todos Os Dias a Cerveja Salva Minha Vida)" e "Rafaela: Eu Amo a Sua Mãe".

Não se via ninguém parado, afinal, era um show com as melhores músicas da banda escolhida pelos fãs, então não existia a desculpa em dizer que não gostava tanto desta ou daquela música. Ninguém saía de seus lugares, o máximo que se via era em grupos, as pessoas discutindo quem seria o próximo a buscar cerveja.
E o Rock continua com "Blues do Velcro", "Esse Seu Buraquinho", "SR Sucesso", "Abre Essas Pernas", "Toda Puta Mora Longe" e "E o Que é Que a Gente Quer? (Buceta)" com destaque novamente para a Ju Kosso.

Chega então a parte final do show com "A última Partida de Bilhar", "O Gênio da Garrafa", o cover brilhante da banda Made In Brazil "Minha Vida É O Rock’n’Roll" e pra finalizar "Hino dos Solteiros".
O sexteto que orgulhosamente detém o merecido posto de "Maior Banda Independente do Brasil’ mostra em cada canção a paixão pelo o que fazem a tanto tempo e tão bem, divertir seu público e principalmente se divertirem.

E no fim, foi aquilo que quem conhece a banda está acostumado. Muita diversão, boa presença de palco, irreverência e letras recheadas com sacanagem.

Gostaria de agradecer a Ingrid e a OZ ROCK FEST pelo credenciamento e parabenizar pela organização que foi sem dúvidas impecável.

Setlist:
1 – De Bar Em Bar Pela Noite
2 – Uns Drinks
3 – Só Pra Te Comer
4 – Essa Tal De Tequila
5 – Beijos de Corpo
6 – Madrugada e Meia
7 – Cubanajarra
8 – Um Homem Lindo
9 – Siririca Baby
10 – A Mulher do Diabo
11 – Tudo o Que a Gente Faz É Pra Ver Se Come Alguém
12 – Ninguém Beija Como As Lésbicas
13 – Não Vale Nada
14 – Muito Bem Comida
15 – Balada Para Charlie Harper (Todos Os Dias a Cerveja Salva Minha Vida)
16 – Rafaela: Eu Amo a Sua Mãe
17 – Blues do Velcro
18 – Esse Seu Buraquinho
19 – SR Sucesso
20 – Abre Essas Pernas
21 – Toda Puta Mora Longe
22 – E o Que é Que a Gente Quer? (Buceta)
23 – A última Partida de Bilhar
24 – O Gênio da Garrafa
25 – Minha Vida É O Rock’n’Roll
26 – Hino dos Solteiros

Banda:
Paulão de Carvalho – Voz e gaita
Juliana Kosso – Voz
Ale Cavalo Dias – Guitarra
Tuca Paiva – Baixo
Simon Brow – Batera
Filipe Cirilo - Guitarra

Galeria de fotos completa:
https://www.facebook.com/kennedysilvaphotos

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Sobre Tom Macedo

Mineiro, Tom Macedo foi para São Paulo ainda pequeno. Com sete anos de idade, ganha de um colega da primeira série uma fita K7. A fita em questão era Seventh Son of a Seventh Son do Iron Maiden, e o pequeno garoto se apaixona pelo estilo musical até então desconhecido. Hoje, Tom é guitarrista e compositor de uma banda, é fanático por Kiss e diferente de todos em São Paulo, adora um congestionamento só para ter mais tempo de escutar o bom e velho Rock and Roll.

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