Avenged Sevenfold: Mostrando uma versatilidade incrível

Resenha - Avenged Sevenfold (Pepsi On Stage, Porto Alegre, 22/03/2014)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Guilherme Dias
Enviar correções  |  Comentários  | 

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.



























Um caso raro para Porto Alegre aconteceu no dia 22/03/2014. O show de heavy metal da banda AVENGED SEVENFOLD foi recebido em pleno sábado para o público gaúcho. Uma surpresa, pois normalmente shows desse porte são recebidos no sul de domingo a quinta-feira (o que é muito ruim para quem trabalha, estuda e que eventualmente perde a oportunidade de comparecer a grandes eventos).

Fotos por Liny Rocks®
facebook.com/photoslinyrocks

O som mecânico da casa de shows Pepsi On Stage tocava clássicos do metal como METALLICA e IRON MAIDEN. Quando começou a tocar a clássica "Back In Black" (AC/DC) o público se animou muito, pois essa música está introduzindo a maioria dos shows da banda na turnê atual.

Promovendo o seu sexto álbum de estúdio "Hail To The King" a banda subiu ao palco com a música que abre o disco, “Shepherd of Fire”, levando o público a loucura logo no início do show. Logo em seguida a banda emendou “Critical Acclaim” que abre o quarto disco da banda. Após as duas primeiras músicas da noite, o quinteto americano liderado por M. Shadows (vocal) conversa com o público e a banda toca um dos seus maiores clássicos; “The Beast and the Harlot” levantou 100% dos presentes que cantaram toda a música, desde a introdução de Synyster Gates (guitarra) e Zacky Vengeance (guitarra) até o seu último segundo.

Em seguida a banda toca a música que é single e que dá nome ao último disco “Hail to the King” seguida de “Doing Time”, também do último álbum do grupo.

M. Shadows (vocal) diz para o público que o show de Porto Alegre encerraria a passagem da banda pelo Brasil e os primeiros acordes de “Buried Alive” foram tocados pelas guitarras, fazendo com que os fãs gritassem muito e cantassem novamente sem parar.

Relembrando a última passagem da banda em Porto Alegre, M. Shadows anuncia a balada “Seize The Day” e disse para o público que esse show seria diferente do apresentado na turnê anterior. Mais um clássico da banda é apresentado. No maior estilo de HELLOWEEN e IRON MAIDEN, os solos dobrados das guitarras de “Nightmare” alucinam os presentes. Saindo de um momento “heavy” para um momento “metalcore”, a banda proporciona a primeira oportunidade de uma “roda punk” para os fãs com a música “Eternal Rest” do segundo disco da banda, intitulado "Walking Tht Fallen".

Synyster Gates (guitarra) fica sozinho no palco para fazer o seu solo, esbanjando muita técnica e criatividade, algo que está presente de sobra na banda de um modo geral, tanto pelo guitarrista Zacky, como também por Johnny Christ (baixo) e Arin Ilejay (bateria).

Aproximando-se do fim do show, mais uma música muito conhecida é executada de forma perfeita pela banda; “Afterlife” (também do disco AVENGED SEVENFOLD) é cantada por todo o público, inclusive abafando o som da própria banda devido à acústica do local do show.

Após “Almost Easy” a banda sai do palco para em seguida retornar para o bis. A pesada “Unholy Confessions” dá espaço para mais uma “roda punk”. M. Shadows dedica a música seguinte para o falecido baterista da banda “The Rev” e a banda encerra o show com “A Little Piece of Heaven”, que teve inclusive playback com a voz de The Rev nas partes da música em que ele cantava, mas que foi pouco notado devido à cantoria dos fãs, que já sabiam que esse seria o final do show, pois a maioria dos shows da turnê terminaram dessa forma.

O A7X (como é apelidada a banda) mostrou em seu show uma versatilidade incrível do seu som dentro do heavy metal. Uma banda que faz o seu próprio som, usando o melhor de suas influências que passam pelo hard rock, heavy e thrash metal. A popularidade da banda não dá muito espaço para a banda entre os fãs do heavy metal de um modo geral. O público tem como base a juventude que leva a banda no patamar que está, mas que está se ampliando com um púbico mais veterano, que também estava presente em peso no show e que certamente aumentará em futuras passagens pela banda em Porto Alegre.

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Outras resenhas de Avenged Sevenfold (Pepsi On Stage, Porto Alegre, 22/03/2014)

3262 acessosAvenged Sevenfold: Consolidando novo público em Porto Alegre

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Mais comentários na Fanpage do site, nos links abaixo:

Post de 26 de março de 2014
Post de 26 de março de 2014

Blend GuitarBlend Guitar
Os dez solos de guitarra mais fáceis da história

1182 acessosAvenged Sevenfold: ouça nova música inédita0 acessosTodas as matérias e notícias sobre "Avenged Sevenfold"

BateristasBateristas
Os dez melhores em vídeo, com algumas surpresas

Arin IlejayArin Ilejay
"O Avenged Sevenfold quer ser uma banda clássica"

Avenged SevenfoldAvenged Sevenfold
Banda continuou graças à família de Rev

0 acessosTodas as matérias da seção Resenhas de Shows0 acessosTodas as matérias sobre "Avenged Sevenfold"

Kiko LoureiroKiko Loureiro
Filha ajuda o guitarrista a aprender "Holy Wars"

BandasBandas
Por que ninguém está indo a seus shows?

Max CavaleraMax Cavalera
Triste ver uma banda tão importante virar uma merda

5000 acessosMetalcore: os dez trabalhos essenciais do estilo5000 acessosLemmy Kilmister: "Esta coisa de Black Metal me faz rir!"5000 acessosRock Progressivo: Você sabe que está ouvindo demais quando...5000 acessosPaul Gilbert: o Metallica acabou com o Blues no Metal5000 acessosMetallica: as 10 melhores músicas segundo a Loudwire5000 acessosAngra: Kiko Loureiro relembrando o tempo de Dominó

Sobre Guilherme Dias

Sou Guilherme Figueiró Dias, de Porto Alegre, estudante de educação física, tenho 23 anos e sou fanático por música e futebol, especialmente hard rock e heavy metal. Preferências entre Helloween, Gamma Ray, Pink Cream 69, Bon Jovi, Hellacopters, Michael Kiske, entre outros. O que gosto realmente de fazer (além de torcer, cantar e pular pelo Grêmio na Geral) é curtir um bom show das bandas que eu adoro e tomar umas cervejas pra celebrar a vida.¨

Mais matérias de Guilherme Dias no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online