Avenged Sevenfold: Súditos receberam o que esperavam

Resenha - Avenged Sevenfold (Espaço das Américas, São Paulo, 12/03/2014)

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Por Diogo de França Santos
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Os garotos cresceram, mas sem perder sua energia e presença de palco tão elogiados pela critica. Com um amadurecimento confirmado pelo álbum "Hail to the King", vingaram pela terceira vez em SP.

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Fotos por Fernando Yokota

Era uma quarta-feira tipica da maior metrópole do país, aquela garoa tão conhecida pelo seus habitantes caía minutos antes do show começar, mas sem tirar a empolgação do público composto em sua grande maioria por adolescentes.

Um fator que fez falta para o composto do espetáculo, foi a de não ter uma banda de abertura para entreter e até aquecer os fans na espera da entrada dos seus grandes ídolos no palco. O que ficou confirmado pela tentativa do público em acompanhar os playbacks "no volume 1" dos alto falantes do local, que tocavam clássicos de bandas como METALLICA e IRON MAIDEN.

Por volta das 21:45 as cortinas se abriram ao som de "Shepherd of Fire" levando a galera a loucura. O público pulava e cantava a plenos pulmões, tornando em alguns momentos impossível de ser ouvida a voz potente do vocalista M.Shadows para quem estava na pista. Sutiãs eram jogados ao palco, um no qual foi pego pelo vocalista e colocado no pedestal em que Zacky Vengence fazia seus backing vocals.

Em seguida eles mandaram "Critical Acclaim", cujo intro foi cantada pela platéia e "Beast and the Harlot", abrindo vários circle pits por todo o local. Depois "Hail to the King" levantou ainda mais os fans, para que "Doing Time" pudesse cadenciar o ritmo. "Buried Alive", canção do álbum "Nightmare" veio logo após um solo de Synister Gates, que como de costume, esbanjou técnica com sua guitarra em todo o show.

"Seize the Day", a mais calma do set, foi cantada por todo o público, que demonstraram nessa noite durante a apresentação toda, como se partcipa de um espetaculo. "Nightmare" fez a galera pular e acompanhar os vocais de M.Shadows e Johnny Christ. O dono do Moicano (Christ) não se destaca muito entre os fans, mas ele é fundamental para preencher as músicas com linhas de baixo consistentes.

"Eternal Rest" apareceu como surpresa, canção do álbum "Waking the Fallen", levou a galera a loucura, abrindo circle pits e mais circle pits. Para não deixar o ânimo diminuir, "Afterlife" deu as caras para confirmar a qualidade de Arin Ilejay com as baquetas. "This means war" veio em seguida junto com a energética "Almost Easy" para coroar o rei e dar a deixa para os integrantes deixarem o palco.

Depois de alguns minutos Zacky Vengence, M.Shadows, Synister Gates, Johnny Christ e Arin Ilejay voltaram ao palco para o encore, com "Unholy Confessions", um metalcore pesado que envolveu até quem estava no camarote. A música escolhida para fechar a grande performance dessa banda e que confirma como esses "garotos" tem presença de palco foi a macabra "A Little Piece of Heaven", música tão pedida e amada pelos fans.

O rei foi coroado, os seus súditos receberam o que esperavam de sua grande realeza. Servos de outros reinos abriram os olhos para esse novo reinado que se forma na cena do Metal/Rock.

Line up
M. Shadows - vocais
Zacky Vengeance - guitarra
Arin Ilejay - bateria
Synyster Gates - guitarra
Johnny Christ - baixo

Set List
Shepherd Of Fire
Critical Acclaim
Beast and the Harlot
Hail To The King
Doing Time
Buried Alive
Seize The Day
Nightmare
Eternal Rest
Synyster Gates Solo
Afterlife
This Means War
Almost Easy

Encore
Unholy Confessions
A Little Piece Of Heaven


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Sobre Diogo de França Santos

Diogo Santos, 21 anos, estudante de Marketing, paulistano, apaixonado por música, amante do heavy metal e suas vertentes, guitarrista quando lhe convém, frequentador de shows. Thrash metal é vida, ou morte, dependendo da sua visão. "You can't kill the metal, the metal will live on".

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