Limp Bizkit: no primeiro dia, a banda que mais animou a plateia

Resenha - Limp Bizkit (Monsters of Rock, São Paulo, 19/10/2013)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Diego Camara
Enviar correções  |  Comentários  | 

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.
















Não sou nem um pouco fã da banda, mas há de se tirar o chapéu: sabem melhor que ninguém animar o público. No Monsters of Rock não foi nada diferente, e o grupo liderado pelo controverso Fred Durst conseguiu detonar no show e fazer uma das apresentações mais animadas de todo o Monsters of Rock.

Já pra começo de conversa a banda, conhecida pelas suas versões cover, abriu com a música “Thieves” do MINISTRY. Uma pancada no som e nos sintetizadores que de primeira já ganhou o público, que pulou e se debateu nas rodas que foram se formando na pista do Anhembi.

Em uma sequência de músicas autorais a banda entrou com “Rollin’”, puxada ao som do rap por Durst. Foi difícil para o público que estava mais contido na primeira música não se animar frente ao som da música, especialmente com as luzes que, já a partir deste horário, causavam efeitos bonitos sobre o telão e o palco.

Seguida por “Hot Dog”, também do álbum “Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water”, tivemos um dos melhores momentos do show com o público cantando firme o refrão. A puxada da guitarra do excêntrico Wes Borland também foi impressionante, tanto quanto seu capacete e ombreiras reluzentes. Se havia alguém desinteressado no show, aqui, acho que a situação já havia mudado.

Ponto alto do meio do show também foi a música “My Way”, guiada pelo rap e a excelente base de Sam Rivers. A banda então começou suas invenções, já comuns nos shows. Primeiro o cover de “Smell Like Teen Spirit” em uma versão nu metal, bastante excêntrica, que é tocada apenas em parte. A sequência com “Killing in the Name”, porém, pareceu ótima e garantiu ainda mais alguns pontos do público.

Durst parecia também estar muito interessado no público do Anhembi. Caminhou pelo pit, subiu sobre a grade para apresentar a música seguinte e alucinou os fãs, que se esticaram e se espremeram ainda mais visando alcança-lo.

Fechando o show a banda tocou “Take a Look Around”, puxada pelo áudio de Missão Impossível, e a ótima “Break Stuff”, com o hiper solo de guitarra de Wes Boland e comemorada pelos fãs. Wes, tanto visualmente quanto no controle das guitarras, foi o elemento essencial da banda neste show.

A impressão que todos poderiam tirar da banda não poderia ser melhor. Com um áudio muito bom na maioria do espaço do Anhembi e com uma iluminação extremamente bem feita, o show foi um completo sucesso para os 30 mil espectadores do Monsters of Rock.

Setlist:
1. Thieves (cover do Ministry)
2. Rollin' (Air Raid Vehicle)
3. Hot Dog
4. My Generation
5. Livin' It Up
6. My Way
7. Smells Like Teen Spirit (cover do Nirvana)
8. Killing in the Name (cover do Rage Against the Machine)
9. Eat You Alive
10. Faith (cover de George Michael)
11. Take a Look Around
12. Break Stuff

Fotos: Stephan Solon / XYZ Live

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

0 acessosTodas as matérias e notícias sobre "Monsters Of Rock"

Monsters of RockMonsters of Rock
O que o festival nos ensina sobre preconceito

MOR 2015MOR 2015
Conheça a loira que "deu um show" com o Steel Panther

Monstros do RockMonstros do Rock
Crianças detonam ídolos do metal

0 acessosTodas as matérias da seção Resenhas de Shows0 acessosTodas as matérias sobre "Monsters Of Rock"0 acessosTodas as matérias sobre "Limp Bizkit"

SsemelhançaSsemelhança
Separados no nascimento: Lady Gaga e Eddie

OpiniãoOpinião
Headbangers não praticantes: radicalismo no Metal

Chris CornellChris Cornell
Relatório policial descreve últimas horas e morte

5000 acessosPorn Metal: Filmes para inspirar os headbangers solitários5000 acessosRock in Rio: algumas das maiores vaias em edições nacionais5000 acessosCover: 15 bandas que são quase tão boas quanto o original5000 acessosSharon Osbourne: sexo oral em Principe Charles por título?5000 acessosMetallica: Alvo de críticas pesadas da banda Mogwai5000 acessosRod Stewart: intimidado pelo tamanho do pênis de outros rockstars

Sobre Diego Camara

Nascido em São Paulo em 1987, Diego Camara é jornalista, radialista e blogueiro. Seu amor pelo metal e rock começou há 6 anos. Um amante da nova geração, é um grande fã de Arjen Lucassen, Andre Matos e bandas como Nightwish, Hammerfall, Sonata Arctica, Edguy e Kamelot. Também não deixa de ter amor pelos clássicos, como Helloween, Gamma Ray e Iron Maiden e do Rock de bandas como Oasis, Queen e Kings of Leon. Atualmente seus textos podem ser lidos no blog OCrepusculo.com sobre assuntos diversos, além de planos para criação de um projeto totalmente voltado aos blogs de Rock e Metal.

Mais informações sobre Diego Camara

Mais matérias de Diego Camara no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online