Guthrie Govan: como foi o workshop no Rio de Janeiro
Resenha - Guthrie Govan (Campo Grande, Rio de Janeiro, 25/05/2013)
Por Leandro Maciel
Postado em 29 de maio de 2013
O lendário guitarrista Guthrie Govan (Asia, The Aristocrats) deu um exemplo de carisma e profissionalidade em sua primeira turnê brasileira. O músico se apresentou na Escola de Guitarra Luciano Alf (LA) em Campo Grande - bairro do Rio de Janeiro.
Há tempos Campo Grande não recebia alguém de tão grande porte e importância principalmente para os guitarristas profissionais, aprendizes e músicos. Uma excelente iniciativa dos organizadores trazerem este grande músico. Perfeita escolha!
O Workshop, que foi marcado para ter início às 15h, começou pelo menos duas horas depois devido à um atraso no voo de Govan.. Apesar do atraso, Guthrie demonstrou e recompensou os fãs com puro carisma, simpatia e profissionalidade, não só preocupado em mostrar sua sabedoria e técnica como também dar dicas valiosas para músicos e fãs.
Por pelo menos metade da apresentação Guthrie respondeu perguntas feitas pelos fãs, deu também dicas e contou também um pouco de sua história - desde quando teve seu primeiro contato com uma guitarra (aos três anos de idade) até a escolha de seu gênero, no qual era minoria e considerado "estranho" por seus amigos. Na outra metade da apresentação tocou (com back track) músicas de seu primeiro e último álbum solo, o "Hot Cakes", lançado em 2006. A música mais esperada pelo público foi "Waves", na qual executou com toda virtuosidade. Bem humorado do início ao fim!
Perguntado sobre um novo álbum solo, Guthrie disse que não lançará tão cedo. Ele diz que prefere lançar um trabalho com alguma banda do que fazer um trabalho onde recebe 100% da atenção. O músico falou também sobre seu novo trabalho com o The Aristocrats. Ele anunciou que seu novo trabalho com o grupo, no qual faz parte desde o final de 2011, que lançarão um novo álbum em Julho ainda deste ano. O trabalho recebeu o nome de "Culture Clash".
O Workshop poderia ser melhor se o local fosse mais pensado e organizado. A apresentação foi realizada dentro de uma pequena sala onde, com todo o público, não havia como sequer mover-se. Sentados no chão, os fãs assistiram ao músico durante mais de duas horas até a mais esperada hora, a sessão de autógrafos.
Após a apresentação e antes da esperada sessão de fotos/autógrafos, Guthrie deixa sala e instrumentos para fumar, brincando que "a nicotina o chamava". Ao retornar (40 minutos depois) seguiu firme e sem pressa, mesmo após ter ficado de pé e falando por mais de duas horas.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



De Megadeth a Bruce Springsteen, as 10 músicas mais sombrias da história do rock
A melhor introdução de bateria de todos os tempos, segundo Gastão Moreira
O metal do Angra respira: Alírio Netto e banda em noite iluminada.
Tony Iommi (Black Sabbath) fala sobre seu melhor amigo, Brian May (Queen)
O álbum definitivo do Dream Theater, na opinião do vocalista James LaBrie
Mötley Crüe realiza trollagem com Extreme em último show de tour conjunta
Site indica que Pantera fará turnê latino-americana em 2027
Por que Lobão foi expulso da Blitz às vésperas do estouro, segundo o próprio
O disco dos anos 70 que David Ellefson considera perfeito
Como surgiu a ideia de formar o Heaven & Hell, de acordo com Geezer Butler
A opinião de Bruce Dickinson sobre o Cannibal Corpse em 1994
Baterista do Linkin Park tenta tocar Paralamas e é detonado: "João Barone dá de mil nele"
Bill Ward não quis participar da turnê de despedida do Black Sabbath
Eddie Kramer contou o que o Kiss negou por anos sobre o disco ao vivo "Alive!"
O filme dos anos 90 que fez Dave Mustaine dar boas risadas
O álbum do Metallica que para Bruce é "seminal", e que o Iron Maiden jamais conseguiria fazer
Jason Bonham ficou magoado com Led Zeppelin por ficar de fora da "reunião" do grupo
Por que James Hetfield não ouve bateria de Lars Ulrich no retorno dos shows do Metallica

Asia lança "Arcadia", faixa de seu próximo disco de estúdio
Como uma música de 23 minutos me fez viajar 500 km para ver uma das bandas da minha vida
Em 16/01/1993: o Nirvana fazia um show catastrófico no Brasil



