Dr. Sin: encerramento "Animal" de Dia do Rock em Macapá

Resenha - Dr. Sin (Amapá, Macapá, 16/07/2012)

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Por Jéssica Alves
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Falar de show do Dr. Sin, que se apresentaria pela primeira vez em Macapá foi sinônimo de euforia e expectativa do público presente no evento Dia Mundial do Rock, celebrado pelo 13º ano na capital tucujú. Entretanto, o tempo virou repentinamente na cidade, e uma forte chuva causou o cancelamento na apresentação da headliner paulista, que ocorreria no domingo (15).

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Apesar dos pesares, a demonstração do público em não arredar o pé, nem diante do temporal, no aguardo da apresentação da banda foi recompensada na noite de segunda-feira (16), em que um céu limpo e o grandioso rio Amazonas foram o cenário para o inédito show do Dr. Sin em Macapá.


Demonstrando muita simpatia e expectativa na apresentação, Andria Busic (vocal/baixo), Ivan Busic (bateria/vocal), Edu Ardanuy (guitarra) e, agregado ao grupo, Rodrigo Simão (teclado), iniciou o show com a pegada hard rock que consagrou o grupo no início da década de 90 e atravessa 20 anos de pura empolgação, cativando mais fãs a cada dia.


O show foi da turnê “Animal”, e a música homônima foi responsável pela abertura. Com pegada e refrão simples, a canção logo contagiou aos fãs presentes, desde os mais fiéis aos recém chegados ao mundo de Dr. Sin.


Após a apresentação, Andria saúda o público, mas a conversa é rápida, pois logo a banda emenda um de seus clássicos, “Fly Away”, composição presente no álbum “Dr. Sin II” (o famoso por ter sido vendido em bancas de revista e contava com a gravação dos vocais de Mike Vescera). O refrão contagiante foi entoado por muitos presentes, agradando a banda.


“Tá quente aqui né? Vocês gostariam de esquentar mais isso aqui?”, pergunta Andria e logo é respondida com euforia da platéia. Um riff rápido de guitarra respondeu a pergunta e logo a platéia incendiou ao som de “Fire”, do álbum “Brutal”. Uma ótima execução. A obra-prima "Time After Time", também do disco “Dr. Sin II” foi executada.


Além das canções da banda, houve momentos também para covers no show do Dr. Sin, como o gravado no primeiro álbum da banda, “Have You Ever Senn The Rain”, do Crendence. Houve citações de “Jump”, do Van Halen, e “Rock ´n´ Roll Docto” Black Sabbath (com Ivan Busic assumindo os vocais e Fabio Kufa na batera) sempre muito bem recebidos pela platéia e executados com euforia pelos músicos.


Seguindo para o fim do show, Andria anuncia a despedida com o hit "Emotional Catastrophe", com ótima resposta do público e depois de ensaiar uma saída, houve o retorno com homenagem a John Lord, ex-tecladista do Deep Purple, falecido na segunda-feira (16).


Então, o clássico dos clássicos da banda, aguardado por todos ali foi executado: “Futebol, Mulher e Rock and Roll”, a música mais irreverente e que permite maior interação com a platéia, cantada em português e com letra de duplo sentido que brinca com as maiores paixões do brasileiro.


E claro, a brincadeira com o público do “eta,eta,eta Brasileiro quer?” não faltou. Entretanto, democraticamente com respeito às meninas presentes, foi incluso o “alho, alho, alho, brasileira quer?”. As respostas de ambas você já deve saber qual é. O público respondia com empolgação.


Resumo do rock: o show do Dr. Sin em Macapá representou a realização do sonho de muitos que acompanham a banda, que possui quase duas décadas de estrada e também dos próprios músicos, que demonstravam vontade e cumpriram a missão de fazer um inesquecível e bravo show, de maneira brutal e animal. É mais um gol na carreira do Dr. Sin, meu povo!!!!! E que venham mais vezes a Macapá.

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Sobre Jéssica Alves

Uma jovem nascida em 1990 e moradora do Estado do Amapá que teve a sorte de ser criada em um lar onde o rock sempre esteve presente. Por frustação no meio musical, a veia jornalística falou mais alto e atualmente caminha no ramo do Jornalismo Cultural e milita na divulgação da cultura underground tucujú. Seu forte está no heavy metal, hard e classic rock.

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