Dia Internacional do Rock: review do evento em Alfenas

Resenha - Dia Internacional do Rock (Parque Exposição, Alfenas, 10/07/2010)

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Por Raoní Teixeira
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Tarde de sábado ensolarado, e começa o evento que teve total apoio da prefeitura local e com entrada franca, as pessoas chegavam para a comemoração do dia internacional do rock.

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As primeiras bandas a subir ao palco foram Criança Louca, e logo depois a banda Volume 10 que tocou clássicos do heavy metal agitando ainda mais o público presente. Logo após a banda da cidade de Pedralva levanta a poeira com o verdadeiro rock n'roll e algumas músicas vertentes do rock n'roll nacional. O dia ja prometia um belíssimo espetáculo e a banda Zamat, composta por um trio que tocava um som calcado no rock n' roll, blues e o hard rock setentista. A outra banda que se apresentou foi a Red n' Black, banda pouso alegrense com seu repertório de puro rock n'roll agitou ainda mais o público com o som pesado de covers de AC/DC e outras bandas como Deep Purple, Led Zeppelin e Pink Floyd.

A noite já chegara, as bandas já haviam levantado a galera e o festival prometia ainda mais, era ainda o primeiro dia, um dia jamais esquecido pela banda local Murder Ride que tivera um problema alguns dias antes do festival, o baixista abandonou o grupo por problemas pessoais e então foi neste momento em que teve o ápice do festival, onde a amizade prevaleceu entre as bandas, alguns baixistas cederam o tempo para tirar e tocar músicas da Murder Ride, que além de músicas próprias destruiu os timpanos do público presente com o som pesado do Sepultura, alguns vocalistas das bandas presente como Clívio Ferreira (Red n' Black) e Cynthia Mara (Pleiades) cantaram junto com Bones alguns clássicos do thrash metal, baxistas das mesmas bandas e outras continuaram a tocar as músicas e mostraram mais uma vez que o heavy metal pode unir ainda mais as pessoas, com o carinho, amizade e a confiança de que tudo pode ser resolvido com a música.

Após a Murder Ride, a próxima banda da noite foi a Pleiades, banda da capital mineira que estava fazendo a turnê de lançamento do seu primeiro álbum Pleiades, que novamente explodiu a galera com o heavy metal tradicional com suas boas músicas e outros covers. Ainda faltavam duas bandas, Silvercrow e Sacrificed, que estava substituindo a banda Seventh Seal que infelizmente teve seu show cancelado, bandas também da capital mineira, que entraram com alguns clássicos do heavy e músicas próprias mostrando o que Minas tem de melhor na música pesada. Essas foram as últimas bandas a apresentar e fechar a noite que ainda teve um churrascão de confraternização das bandas com o público ali presente.

No domingo o público era um pouco menor, porém fiel, acompanhando os músicos da cidade. Bandas que subiram ao palco no dia foram Caravana da Livre Expressão Poemátic, Skarlatina Prateada, Cookie Rockers, Aedos N'Roll, Ícones; Alfenas, Leatherface, Drums Of War e pra fechar a noite a banda Par'uzha, que estava fazendo o show do seu primeiro EP, In State of Vigilance.

No mais, o festival com sua ótima organização e produção teve como o intuito novamente unir as pessoas e mostrar que metal pesado no Brasil nunca vai morrer!




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Sobre Raoní Teixeira

Estudante de Publicidade & Propaganda, fã da boa música e apoiador direto do metal nacional. Residente em Pouso Alegre, Minas Gerais, vocalista da banda sul-mineira de power metal Soulfire. Grande fã de Andre Matos, Hangar, Hibria, Viper, Sepultura, Soulfly, Made in Brazil, Rita Lee, Nando Reis, Raimundos, e várias vertentes do rock/metal brasileiro. Também grande fã de Phil Collins, Metallica, Red Hot Chilli Peppers, Skid Row, HIM, Edguy, Rhapsody, The Beatles, Pink Floyd, Queen... Tem como ídolos, seu pai, Freddie Mercury e Andre Matos. Presidente do fã clube do Andre Matos e banda: www.andrematossolo.com.br.

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