Resenha - Venom (Earthshaker Festival, Alemanha, 22/07/2006)

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Por Marcelo Kuri
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A expectativa que cercava esse show era grande para um brasileiro que nunca havia tido a oportunidade de assistir o Venom ao vivo. Em sua última tour pelas terras tupiniquins eu tinha apenas 5 anos de idade. Após uma forte tempestade que arrasou a arena do EarthShaker e provocou, entre outras coisas, o atraso em mais de uma hora no andamento dos shows, o Venom iria se apresentar após o Edguy. Aqui cabe um comentário. Como os fãs do Venom que, ansiosos, esperavam um já atrasado show, iriam recepcionar uma banda como o Edguy? Surpresa; apesar de distantes do palco o respeito pelo gosto alheio predominou e a apresentação do Edguy percorreu sem problemas.
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Já passava de 1:00am quando as luzes se apagaram e, após uma breve introdução, e com o palco iluminado com luzes vermelhas, Cronos aparece vociferando “Black Metal”. Apesar da total reformulação da banda, que hoje conta com Antton na bateria e Mykvs na guitarra, eu tinha a impressão de estar no Hammersmith Odeon na Inglaterra, assistindo aquela memorável apresentação do Venom na década de 80.

Tocando apenas algumas músicas dos novos albums ("Resurrection" de 2000 e "Metal Black" de 2006) o set list foi baseado nos primeiros álbums da banda. Clássicos como “At War with Satan”, “Countess Bathory” e “Witching Hour” sobraram na apresentação. O show só nao foi impecável por algums problemas técnicos durante os primeiros 15 minutos. Nada que compremetesse seriamente, mas a variação de som em alguns instantes ficava clara até aos mais distraídos.

Com bom humor, Cronos, ao ouvir da pláteia a infame frase “Kill the Roadie!” (Mate o Roadie!) conseguiu tirar boas gargalhadas do público e fez com que esses imprevistos fossem superados com facilidade. É impressionante o vigor que Cronos consegue impor durante a apresentação do Venom. A sua interação com a platéia ainda é muito intensa. O público saiu totalmente satisfeito.

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Sobre Marcelo Kuri

Mestre em Ciência e Engenharia de Materiais pela UFSCar, costuma dizer que é engenheiro por opção e headbanger de coração. Sempre gostou de ler revistas, zines, artigos e livros especializados em Heavy Metal e sempre desejou poder escrever um pouco a respeito disso. Foram-se alguns anos até que tivesse plena confiança para redigir um artigo, e sabe que ainda tem muito que aprender. Colecionador assíduo de todo material relacionado ao gênero, é um dos poucos “sobreviventes” de um grupo de amigos fanáticos que cresceram ouvindo Heavy Metal. Já tem consciência que não tem aptidão para tocar nenhum instrumento, mas com o apoio, sempre incondicional, da noiva Marilia, continua a desfrutar cada vez mais intensamente tudo de bom que esse estilo musical pode proporcionar.

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