Resenha - Eric Weber's Reason (São Paulo, Manifesto Bar, 08/10/2005)
Por Salvatore DAngelo
Postado em 10 de outubro de 2005
Após o lançamento do primeiro álbum Critical em meados de 2004, a banda Eric Werber’s Reason - EW’R – passou por momentos "hard" com seus ex-integrantes abandonando a mesma, deixando o líder EW sozinho. Weber batalhou novos músicos e, remontada a banda, iniciou novos ensaios visando apresentações, como a que aconteceu no último dia 24 de agosto.
Chegando na já lendária casa Manifesto, notei que a reforma deixou o ambiente muito mais amplo e confortável e com um palco realmente condizente com os padrões das bandas que lá se apresentam - têm ocorrido com certa frequência apresentação de bandas e músicos estrangeiros. A nota negativa para o local é quanto aos comes & bebes: a maioria anunciada no cardápio simplesmente não existe!
O clima do show foi totalmente tranqüilo, com os músicos circulando pelas dependências da casa e podendo-se bater um papo com qualquer um deles sem problemas de estrelismo. A simpatia dos membros do EW’R serve de exemplo para muitas e muitas bandas! Deveria citar uma ou até mesmo algumas em especial, mas... deixa para lá.
A banda sobe ao palco exatamente às 23h mandando "Tie Your Mother Down" do eterno Queen, com o vocalista EW cantando mais na praia do que está fazendo Paul "Bad/Good Company" Rodgers atualmente na banda britânica. Detalhe: tocar Queen não é para qualquer um! Logo em seguida a banda emenda "Your Life Was Blue", "Looking Into Your Soul", "Church Of Sorrow" e "I’m The Killer", que fazem parte do debut album, Critical. Nesta primeira parte destaque para a performance precisa e com muito peso, sendo que o baterista Alex Hill tem uma pegada muito heavy e impressiona com sua particular técnica.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A segunda parte da apresentação, mais soft, vem com novo cover, "Shot In The Dark" do Mr. Ozzy "Madman" Osbourne. Com "Master" EW homenageia todos os "mestres" de qual segmento, seguida por solo do guitarrista Doug Maluta - o garoto tem só 16 anos e toca muito, mas muito mesmo! Impressionantemente seguro como um guitarrista experiente, executa ótimos e precisos solos em todas as tracks. Doug usa Jackson & Epiphone Les Paul + Marshall. Não poderia faltar a baladinha romântica "Silence Love", com uma excelente interpretação do vocalista.
A terceira e última parte do show volta com o peso total de "Raping Your Mind and Raping Your Soul", uma pequena homenagem para o grande Black "Eternal" Sabbath com "Trashed" e "Iron Man" - mais uma vez destaque para Weber que não se intimidou em cantar Gillan e Osbourne numa boa. A banda encerra o show com "Time Is Too Late" - um solo do baixista Aldo Assada (Ladessa 6 cordas + Fretless de 4) introduziu a música.
No balanço geral foi um ótimo show e quem lá esteve, saiu com a expressão de satisfação no rosto. Após o encerramento os músicos atenderam a todos que se aproximavam para cumprimentos, elogios e sugestões, sendo atendidos com muita atenção e simpatia.
Agora resta esperar para conferir as novidades da banda. Mais shows? Novo álbum?
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