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Gravadoras: "E aí, está pronto para se vender?"

Por Fernando Moraes
Postado em 18 de dezembro de 2015

Nesta semana recebi um texto de um leitor com uma opinião acerca da cena no Rio de Janeiro, mas com uma preocupação que pode se estender para todo o Rock Nacional: a banda cria um estilo, chama atenção, aí vem uma gravadora e quer produzir algo mais "radiofônico", em um mercado dominado pelo Sertanejo Universitário. Como mandou muito bem nas palavras, transcrevo na íntegra o que ele disse, incluindo suas sugestões de bandas do RJ. Solta a voz, Tiago Calado.

O público do Rock nacional tem um saudosismo absurdo no sentido de que os anos 80 e 90 foram o AUGE e que tudo que se faz hoje é ruim. Culpo um pouco a cena EMO, que realmente deixou o rock na UTI. Aquele público de crianças e adolescentes que curtiam esse movimento cresceu e amadureceu. Já não cabe mais aquela vertente musical. E o que veio para cobrir esse "VAZIO " foi o sertanejo universitário.

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O que contribuiu muito aqui no RJ para o Rock sumir foi a saída da única rádio rock que tínhamos, a rádio Cidade. Deixamos de ter uma dial que pudesse fazer o rock ressurgir das cinzas. Com isso, os lugares para tocar não existiam mais, as bandas deixaram de ter como galgar algo a frente, porque infelizmente competir com funk, pagode e sertanejo, no RJ, é algo muito, mas muito difícil.

A rádio cidade voltou, o que ajudou de certa forma.

Formou-se um movimento no RJ, as bandas se uniram, começou então a produção de eventos e as portas das casas começaram a se abrir novamente. O grande problema ainda é que as gravadoras, produtoras e bandas não falam a mesma língua. As bandas tocam, criam sua identidade e angariam um certo público; daí vem uma gravadora e a primeira coisa que faz é? "Quero uma música radiofônica". Ou seja: óbvio que temos que ter bom senso, mas mudar o que criamos até aqui? mudar nossa cara? É como seu jogasse minha vida toda fora e me transformasse em uma nova pessoa com uma nova identidade. Não se dá oportunidade das bandas tentarem ao menos uma vez lançarem seus produtos para venda. É muito mais fácil vender o sertanejo que só fala de amor, sofrimento e putaria o tempo todo.

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Falta às pessoas irem aos eventos, procurarem bandas novas, mostrarem para todos que qualidade existe é não é pouca. Se não puderem ir aos eventos, as bandas estão a um clique de distância. Só não enxergam porque ainda não é de interesse.

Aos produtores, empresário, rádios entre outros, deixo alguns exemplos de qualidade na nossa cena aqui para vocês. Sugiro que procurem saber.

Bandas:

OLD KITCHEN / CÂNDIDO / ELISABETH SIMPSON / INDIVIDUO K / DWO / DAOS / GOLPE CERTO / SETOR BRONX / BETO FOLK / STEREOPHANT / CANTO CEGO / NOVE ZERO NOVE / PLANAR / FILTRA / AGNÓSTIKA / HOVER ROCK / BALBA / ROTATIVOS / MENORES ATOS / ZANDER / ZERO 9 / TAMUYA / VENDO MEU SOFÁ VERMELHO / MOTEL 11:11 / BRAVA / DIABO VERDE / VERBARA / MEMORA, entre tantas outras. Como disse antes, Só a um clique de distância.

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Sobre Fernando Moraes

Jornalista e Relações Públicas, Fernando Moraes é também músico independente, vocalista e guitarrista da banda paulista Rota Ventura. Amante de Rock, de música de qualidade e entusiasta dos artistas autorais, seus artigos falam sobre o cenário do novo Rock Nacional e os desafios daqueles que fazem de tudo para que grandes bandas continuem surgindo e mantendo vivo o estilo de som mais amado de todos os tempos.
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