As aventuras sexuais do baterista do ACDC
Por Alexandre Inglez Wenceslau
Fonte: Stuff.com.nz
Postado em 05 de agosto de 2006
Josie McNaught do site Stuff.co.nz publicou o seguinte artigo.
Um enorme barco a motor, muita bebida, alguns cigarros, e um lugar para o prazer vespertino. Este é o tipo de cenário propício a um roqueiro de meia idade – e Phil Rudd, baterista do ícone australiano AC/DC, se enquadra nele.
Em, dentre todos os outros lugares, Tauranga.
Era uma tarde quente e ensolarada, e a jovem asiática que nos recebe na cabine do barco está vestida de acordo, com boa parte de seu ventre à mostra. Ela agradavelmente nos pede para esperar um minuto que ela vai chamar o Phil. O lugar estava escuro, então não pudemos conferir o ambiente, mas antes de a porta se fechar rapidamente, deixou escapar o cheiro de álcool e da fumaça de cigarro.
Quando Rudd surgiu de dentro da cabine escura do Sea Ritz, explicou que estava apenas "almoçando com amigos". Porém, uma sacola cheia de latas de cerveja, uma caixa vazia de uísque e outras bebidas revelavam que o almoço era basicamente líquido. Rudd, elegante, porém obstinadamente, se nega a comentar a respeito dos boatos de que ele tem mantido as agências de acompanhantes de Tauranga muito ocupadas, são mais de cinco visitas por dia.
Rudd, que calmamente abotoa sua camisa, não se sente incomodado com o fotógrafo que bate fotos ali por perto. Ele está extremamente pálido, exibindo um relógio aparentemente caro e com seus longos cabelos esvoaçados pela brisa do mar.
Um proprietário de uma agência de acompanhantes da região disse que Rudd é um de seus melhores clientes, e tem sido assim nos últimos 18 meses.
Leia todo o artigo no site Stuff.co.nz.
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