Veja como funciona Universidade que ensina rock

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Conforme publicamos em novembro do ano passado, a Unisinos, faculdade situada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, estava inaugurando o "Curso de Formação de Músicos e Produtores de Rock", que têm como objetivo "formar um profissional para a área da música que tenha capacidade de gerenciar sua própria carreira, que saiba discorrer sobre a história do rock com apurado senso estético, relacionar-se fluentemente com os meios de comunicação e utilizar adequadamente as ferramentas tecnológicas e a internet. Enfim, que ele seja capaz de incutir nas pessoas um novo entendimento do papel do músico hoje em dia".

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O curso está funcionando desde o início do ano, e o pai da idéia, o música Frank Jorge, que já participou de várias bandas de rock gaúchas como OS CASCAVELETTES e GRAFORRÉIA XILARMÔNICA, bateu um papo com a Rock Brigade, onde falou como surgiu a idéia, como funciona o curso, qual foi a reação da comunidade acadêmica em geral e muito mais; seguem dois trechos:

Dentro do site da Unisinos, o link para buscar informações sobre o curso se chama "Viva do Rock". Dá realmente para se viver do rock no Brasil ou isso é privilégio de uma minoria?

JORGE: "Viver do rock é tão possível e difícil como qualquer outra profissão. O pensamento correto é este: não tem moleza! Dá para viver do rock, do mambo ou do samba se tu trabalhares, estudares e focares teu interesse".

Por outro lado, até que ponto o fato de o rock passar a ser matéria com currículo, prova e diploma vai contra a espontaneidade e a rebeldia, que sempre foram marcas registradas do gênero?

JORGE: "Discordo. Seria o mesmo que dizer que não se deve estudar a História da Arte ou estudar Teatro Grego e Contemporâneo. Não se pretende enquadrar o rock, descaracterizá-lo, dizer que ele é uma coisa que na verdade não é. O aprofundamento histórico e conceitual nos trará mais luzes ainda sobre tudo de bacana que o rock vem produzindo. O lado negativo ou fútil sempre é enfatizado: fulano quebrou uma TV do hotel, fulano está internado numa clínica, beltrano exigiu 500 toddynhos no camarim... Isso não nos interessa. Queremos formar pessoas que sejam úteis e produtivas não apenas no mercado da música, mas para toda a sociedade".

Confira a íntegra da entrevista na Rock Brigade.




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