Plastic Tree: mais uma noite mágica no palco do Budokan

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Por Emanuel Seagal, Fonte: JaMe Brasil
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No lendário palco do Budokan, mais uma noite mágica do PLASTIC TREE estava prestes a começar. Optando pela tranquila música ambiente do álbum "The Plateaux of Mirror", do cantor Brian Eno, com suas reflexivas notas atravessando todo o dramático palco de cortinas douradas, o PLASTIC TREE já havia criado uma atmosfera suave sem nem mesmo ter tocado uma nota.

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Quando os telões vieram a vida com uma montagem surrealista de cenas de filmes clássicos, o som de uma máquina de escrever preencheu o lugar, se tornando cada vez mais alucinado. A atmosfera gentil e relaxada foi substituída por algo mais delirante. "Senhoras e senhores", anunciou o par de lábios solitários no telão, "É a hora do show. Bem-vindos ao Tent!". As cortinas douradas foram subitamente iluminadas por luzes mágicas e se levantaram ao som de uma doce balada intitulada Gentou kikai. A voz de Ryutaro pairou caprichosamente sobre as sinuosas linhas de guitarra no estilo médio-oriental e abriu o show gentilmente antes que Glider, com sua atitude mais rock, tomasse conta.

A bateria de KenKen estava confiante desde o início, apesar de ter sido seu primeiro show num auditório tão grande. Ele parecia estar se divertindo totalmente enquanto tocava o explosivo começo para a maníaca Tetris, música na qual Ryutaro serpentou energeticamente com sua guitarra. Com uma energia que a banda não deixou cair um minuto sequer, Plastic Tree apresentou uma set list que variou desde a balada Mahiru no tsuki até ao tom estridente da guitarra de Shayou. Enquanto Akira chamava atenção com seu estilo de tocar guitarra, Ryutaro criou uma outra atmosfera com seus movimentos assustadores de boneca enquanto cantava. A banda estava confiante durante todo o tempo, até mesmo quando Ryutaro respondeu audaciosamente com um "Eu sei", ao ser informado pela platéia que todos estavam esperando ansiosamente por aquele show.

Depois das divertidas interpretações das contagiantes Ruisen kairo e Dummy Box, o Plastic Tree diminui o ritmo para seu single mais novo, Fukurou. O visual combinava com a música e a letra, que emoldurada por uma fonte suave e branca, foi transmitida no telão que acompanhava as gentis puxadas de Akira na guitarra no começo da música e nos versos doces, alterando-se para uma fonte vermelha e frenética quando o vocalista uivava o refrão. Seguida por Utsusemi, a letra melancólica cantada lindamente por um Ryutaro em estado de boneca, foi um belo momento antes que a loucura retornasse.

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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com clássicos como Iron Maiden e Black Sabbath. Hoje em dia, entre outros gêneros musicais, e sem se limitar a rótulos, ouve principalmente doom, viking e folk metal. Sempre que possível está em busca de novas bandas que tenham algo a transmitir alem de clichês, e mesmo em meio a tantas novidades não dispensa pérolas como o bom e velho Candlemass. Acompanha o Whiplash! desde os primórdios, tendo iniciado sua vida de internauta no mesmo ano de criação do site (1996). Há algum tempo está envolvido com metal, seja trabalhando com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa, na tentativa de contribuir de alguma forma para o crescimento desse que é um dos segmentos mais apaixonantes da música, o metal.

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