Mike Mangini: "Portnoy não vai voltar! Eu sou o baterista!"

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Por Kako Sales, Fonte: Blabbermouth.Net, Tradução
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O site Radio Metal recencemente conduziu uma entrevista com Mike Mangini, o novo baterista dos gigantes do Metal Progressivo Dream Theater. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

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Radio Metal: Está claro no documentário "The Spirit Carries On" que você era o que mais queria estar na banda. Você acha que isso ficou a seu favor quando eles tiveram que escolher um novo baterista?

Mangini: Sim, isso ficou a meu favor – em um certo ponto. Isso ficou a meu favor porque meu coração e minha mente estavam em alerta. Em outras palavras, eu estava bastante ciente. Eu estava muito bem preparado e habilitado. Pelo fato de eu querer estar na banda, eu aprendi as partes de todos eles. Eu respeitei todos eles. Querer fazer parte da banda foi como uma semente de uma árvore. E tudo o que vem de uma boa semente é bom. Então foi a meu favor porque isso fez com que tudo fosse mais fácil para mim. Onde não fui favorecido é que a banda realmente podia não ser cuidadosa o suficiente se vinte bateristas quisessem estar na banda, porque eles precisavam de verdade de alguém que pudesse tocar fielmente bem. Em uma audição perfeita, eu não cometi erros. Sou a única pessoa que tocou naquele nível, eu acho, e foi por isso que fui escolhido.

RM: Quando um novo membro de uma banda é apresentado aos fãs, a reação pode às vezes ser negativa e até agressiva ao substituir um membro querido. No entanto, de acordo com os fóruns, parece que você tem sido recebido com muito entusiasmo. Por que você acha isso?

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Mangini: Eu acho que isso é porque eu sou como os fãs. Acredito que eles acham que sou da família. Eu fiz coisas que os fizeram crer nisso durante toda minha carreira. Em outras palavras, quando apareceu a oportunidade de estar no Dream Theater, eu não mudei meu modo de ser. Sempre gostei do Mike (Portnoy, ex-baterista do Dream Theater), sempre o respeitei, sempre curti o Dream Theater. Sempre os respeitei. Sempre fui um amante da bateria e de tocar bateria, compartilhei meu modo de ser com o mundo. Eu assino cada autógrafo, converso com as pessoas. E tenho feito isso há vinte anos. Então não preciso me tornar alguém diferente, e pelo fato dos fãs do Dream Theater serem bastante informados, e por eles parecerem bastante inteligentes para mim, acredito que eles pesquisaram sobre mim. Não tenho que fingir, eles já me conhecem, porque eu tenho mostrado minha capacidade durante toda minha vida. Acho que é por isso que eles me aceitaram.

RM: Mike Portnoy e John Petrucci (guitarrista do Dream Theater) afirmaram que seria impossível para eles não tocarem juntos novamente no futuro, considerando os estreitos laços que os ligam. Você acha que isso é algo que pode atrapalhar a relação de vocês?

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Mangini: Não, de forma alguma. E a razão é que eu adoro o Mike. Ele é meu amigo. Agora eu tenho novos irmãos no Dream Theater, e quando você gosta de alguém, você os deixa fazer o que eles precisam fazer. Então eu não acredito que isso vá atrapalhar nada. Me sinto muito confortável, entrei na banda para ficar. Mike não vai voltar e ponto final. Eu sou o baterista e é isso. Confio nisso. Minha confiança não vem de alguém ter me falado isso; vem do fato de eu saber que vou continuar a trabalhar bastante de forma a eles quererem que seja o baterista.




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Sobre Kako Sales

Mineiro de Januária, baterista autodidata, cresceu em ambiente familiar ligado à música popular e erudita. Seu pai chegou a fazer pequenas turnês com bandas da Jovem Guarda como tecladista no fim da década de 70. Aos 10 anos, iniciou os estudos de teoria musical e piano clássico. Teve o primeiro contato com o mundo do metal ao escutar o CD Angels Cry do Angra, aos 15 anos. Desde então tem se dedicado a conhecer, colecionar e difundir o melhor do metal brasileiro e mundial. Graduado em Letras/Inglês, principalmente por influência da língua-mãe do rock, tem como principais ícones do metal as bandas Angra, Symphony X, Dream Theater e Opeth.

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