Pantera: reunião com Zakk é apenas conversa segundo Anselmo

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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O ex-frontman do PANTERA, atualmente no DOWN, Philip Anselmo, deu entrevista recentemente para uma rádio de Michigan. Ouça a conversa de 13 minutos no vídeo no final desta nota. Seguem alguns trechos.

Falando sobre a possibilidade de uma reunião do PANTERA com Zakk Wylde (BLACK LABEL SOCIETY, OZZY OSBOURNE) no lugar do falecido "Dimebag" Darrell Abbott na guitarra:

Anselmo: "Essa é uma pergunta interessante. Bem, veja, antes de qualquer coisa que pudesse acontecer, o Vince [Vinnie Paul Abbott, irmão de Dimebag e ex-baterista do PANTERA] teríamos de estar de fato em um mesmo recinto, teríamos de sentar e resolver quaisquer que sejam nossas diferenças, exorcizar nossos demônios... o que for... teríamos de botar tudo pra fora. E quanto ao Zakk Wylde, eu não estou muito convicto disso, porque acho que eu e ele teríamos de sentar e conversar. Esse dia ainda não chegou e quando chegar, poderei falar mais sobre isso. Nesse momento, é só conversa".

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Falando se acha que uma possível posse no Rock And Roll Hall Of Fame no futuro poderia ser uma boa oportunidade para os membros sobreviventes do PANTERA se reunirem no palco:

Anselmo: "Bem, antes de mais nada, eu nem sequer consigo imaginar nós tomando posse no Hall Of Fame, mas daí, mais uma vez, eu nem sequer consigo nos imaginar fazendo esse tanto de sucesso que fizemos. Eu não fico olhando a bola de cristal. Tudo o que faço é o que faço, e se as pessoas gostarem, é a decisão delas. Eu não tenho muito a dizer sobre isso, e não espero que as coisas sejam assim. Antes de tudo, como eu digo, essa coisa toda do Hall Of Fame seria, na realidade, bem surpreendente para mim. Mas se tivesse de acontecer assim, acredite-me, se eu soubesse que o Vince e o Rex [Brown, ex-baixista do PANTERA] fossem estar lá, pode apostar que eu iria estar lá – com certeza eu estaria lá. Eu ia aparecer com a melhor das intenções em mente. Sou o tipo de cara que não consegue guardar rancor, cara. Eu perdoo; é a minha natureza. Como eu disse, há muita coisa que o Vince e eu temos de botar pra fora. E eu acho, eu pessoalmente, que o que sinto é que podemos botar tudo pra fora se eu tivesse a chance de conversar com o cara – mesmo que por telefone. Mas não deram a mim esse luxo, então de verdade, mais uma vez, não passa de um desejo, mas como eu digo, minha porta está aberta. Porra, cara, eu queria isso de verdade".

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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