Pantera: histórias de horror na América do Sul

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Por Nacho Belgrande, Fonte: Playa Del Nacho
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No dia 12 de março de 2013, o baixista REX BROWN lançou seu livro, ‘Official Truth 101 Proff: The Inside Story of Pantera’, publicado pela Da Capo Press.

Rex concedeu ao correspondente do site canadense BRAVE WORDS uma descrição mais precisa de seu livro, e não se esquivou de nenhuma pergunta, nem as mais agudas. O que segue abaixo é a tradução de alguns trechos da conversa.

Brave Words: Uma coisa que eu gostei no livro é que ele desmistificou os membros do Pantera, já que muitas pessoas olham pra eles como figuras míticas imortais.

Rex Brown: A intenção era essa, e é por isso que chamei o livro de ‘Official Truth: 101 Proof’, porque eu queria que ficasse o tão real quanto possível em relação ao que eu lembro e minha versão. E como eu disse, é difícil fazê-lo em tantas palavras pequenas. Mas com esperança, a rapaziada vai lá e vai comprar e ouvirão meu lado da história.

[...]

Brave Words: Como é sua atual relação com Phil, Rita [namorada de Dimebag] e Vinnie?

Rex Brown: Phil e Rita, ótima. Vinnie parece não querer ter nada com nenhum de nós. É uma pena. Eu prefiro que as pessoas saibam disso em um livro do que numa revista porque ali está a real. Você tem que ler tudo, do começo ao fim. Talvez haja um final feliz pra isso. Phil e eu já abrimos nossos braços tantas vezes pro Vinnie. E ele simplesmente… eu não sei o que dizer – apenas leia o livro.

[...]

Brave Words: Há alguns pedaços interessantes que os fãs mais ferrenhos do Pantera não conhecem, como o fato de Phil gostar de viajar com todos seus pertences em caixas de papelão ao invés de em uma mala convencional.

Rex Brown: Eu não sei por quê! Éramos todos fudidos de um jeito ou de outro naqueles dias. Essa era a mania dele.

Brave Words: E também a história de fãs na América do Sul que estavam tão enlouquecidos que arrancavam os cabelos uns dos outros.

Rex Brown: Um dos meus roadies disse, ‘Você tem que vir ver essa porra’. E havia esses montes – de tipo um metro e meio – de coisa preta. Não conseguíamos adivinhar o que era. Achamos que alguém ia acender uma fogueira. Mas era cabelo. Louco, cara. Aqueles caras são fanáticos lá embaixo – despirocados. Se você não estiver com seguranças a seu redor, eles arrancam seus brincos da orelha, tentam arrancar seu cabelo.

[...]

Brave Words: e por que você acha que o Pantera foi uma das poucas bandas verdadeiras de Metal que se deu bem do começo ao meio dos anos 90?

Rex Brown: Eu acho que nós vazamos pelas rachaduras. Chegamos a um momento quando muitas coisas dependiam de sincronia. Excelentes músicas, e daí foi sorte. E chegamos num tempo em que o movimento grunge estava acontecendo, e daí o Metallica lançou o ‘Black Album’, que eu amo hoje em dia – naquela época eu dizia ‘Não!’. Havia um pequeno buraco pra gente se espremer e passar, e nós só continuamos a escrever canções realmente boas. Foi simplesmente uma experiência mágica. Aquela era nossa ‘fenda’ pra passar. E lembre-se, nós excursionávamos 250 dias por ano, então estávamos com certeza espalhando a palavra sagrada, isso é certo.

[...]

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)

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