Pantera: Wylde diz que reunião só depende de Vinnie, Rex e Phil

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
Enviar Correções  

Lauren Wise, do Phoenix New Times, entrevistou recentemente o lendário guitarrista Zakk Wylde (BLACK LABEL SOCIETY, OZZY OSBOURNE). Seguem alguns trechos da conversa.

publicidade

Falando sobre a turnê solo acústica para divulgação de seu livro "Bringing Metal To The Children" ("Levando o Metal às Crianças", em tradução livre):

Zakk: "Por mais que eu goste de fazer o lance mais pesado, é ótimo destrinchar uma música e então fazer uma versão minimalista e obscura dela. Eu gosto de tocar piano e violão acústico. É como o [LED] ZEPPELIN — por mais que eu goste de ouvir a 'Black Dog', eu também gosto de ouvir a 'Going to California'."

publicidade

Falando sobre a idéia original do "Bringing Metal To The Children", que surgiu há anos atrás quando Wylde e seus amigos conversavam sobre o quão ridícula se tornou a indústria da música:

Zakk: "Estávamos em um bar, morrendo de rir. O livro é basicamente um 'Seinfeld' dopado. De primeira seria um lance educativo; aulas de guitarra, estúdios, técnicas. Mas então eu percebi que tinha tipo dois ou três livros diferentes em um. É educativo e biográfico. Eu também sabia que o livro tinha de ser feito de modo que você pudesse pegá-lo e começar a ler em qualquer lugar e daí já ir dando risada logo de cara".

publicidade

Falando sobre como a indústria da música mudou durante sua carreira, em grande parte por causa da Internet:

Zakk: "Há o lado positivo e o negativo. Sabe, antigamente, se você não conseguisse um contrato até os 30 anos de idade, era tipo, 'o sonho acabou e assim é a vida', enquanto hoje você e sua banda pode continuar seguindo e você pode vender suas coisas na internet e agendar turnês. Você pode ganhar a vida fazendo o que ama".

publicidade

Falando sobre os rumores de que ele pode entrar para o PANTERA no lugar do "Dimebag" Darrell Abbott para uma turnê de reunião/tributo:

Zakk: "Isso depende do Vinnie [Paul Abbott], Rex [Brown], e do Phil [Anselmo]. Se eles quiserem que eu homenageie o Dimebag, é claro que farei. Não vou substituir ninguém – estamos falando do Dime. É como o Randy Rhoads. Seria celebrar a grandiosidade dele e homenagear tudo do PANTERA".

publicidade

"O Dimebag e eu sempre tocamos o que amamos e homenageávamos os caras com quem aprendemos. Van Halen, Randy Rhoads, Jimmy Page, Tony Iommi . . . O Dime era um grande fã do Ace Frehley. Todo aquele efeito. Se alguém se inspira no Dime, então se inspira nesses caras todos que mencionei. Essa é a beleza da música, entende? Tudo se mantém vivo dessa forma".

publicidade

Leia a entrevista na íntegra no Phoenix New Times.

http://blogs.phoenixnewtimes.com/uponsun/2013/04/zakk-wylde-...




Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Quiet Riot: quebrando disco de banda brasileira em 1985Quiet Riot
Quebrando disco de banda brasileira em 1985

Bateristas: os trinta mais ricos do mundoBateristas
Os trinta mais ricos do mundo


Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

Mais matérias de Nathália Plá no Whiplash.Net.

WhiFin WhiFin WhiFin WhiFin WhiFin WhiFin