Mike Portnoy: "não foi fácil, mas tinha que acontecer"

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Matéria de 17/07/13. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Mark Diggins do The Rock Pit recentemente conduziu uma entrevista com o baterista Mike Portnoy (ADRENALINE MOB, FLYING COLLORS, THE WINERY DOGS, DREAM THEATER, AVENGED SEVENFOLD). Alguns trechos dessa conversa estão disponíveis abaixo.

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The Rock Pit: Há uma ótima química entre todos os membros do THE WINERY DOGS. Isso esteve lá desde o começo ou você acha que conseguiram trazer o melhor um dos outros?

Mike: "Foi tudo bem natural, já havia uma química pré-concebida entre Billy [Sheehan, baixo] e Richie [Kotzen, guitarra/vocal] no MR.BIG. Também já havia a química entre eu e Billy já que fizemos várias coisas com o passar dos anos. Tive que entrar neste relacionamento com cuidado, mas realisticamente tudo aconteceu de forma bem natural. Eu não sei a razão disso, já que só existem três de nós. Estive em outras bandas com quatro ou cinco pessoas e há obviamente várias personalidades diferentes para se fazer uma mistura, mas quando há três de vocês, é bem fácil relaxar e deixar fluir."

The Rock Pit: Então, da onde vem seu amor por este tipo de música? Nós já lhe conhecemos de seus dias no DREAM THEATER e outras bandas de prog/metal, então da onde vem o amor pelo blues e uma música cheia de soul?

Mike: "Bem, na realidade, está lá antes da música progressiva em minha vida, antes de ter música pesada em minha vida. Eu comecei com o rock clássico. Meus primeiros 10 anos neste planeta estavam envolvidos com bandas como THE BEATLES, THE [ROLLING] STONES, THE WHO, [LED] ZEPPELIN, [JIMI] HENDRIX e THE DOORS. Foi aí que começou meu interesse em música, especialmente com os três bateristas: John Bonham, Keith Moon e Ringo [Starr], eles foram meus primeiros heróis. Então este estilo de música, na verdade, é o mais natural para mim estar envolvido. A música progressiva veio muito depois para mim, quando eu era um adolescente e o metal nem mesmo existiu até eu estar na faculdade. Estas são minhas raízes e meu passado e todos estes anos no DREAM THEATER, estes caras nunca foram um rock clássico. Eu saia e fazia bandas tributos - PAUL GILBERT e eu fizemos tributos ao BEATLES, WHO E ZEPPELIN - e essa era a forma de externar minhas raízes de rock clássico. Para mim esta foi uma ótima saída para tocar nestes estilos, nestas bandas e nestas influências."

The Rock Pit: Eu suponho que seja algo natural, quando você está em uma banda como o DREAM THEATER por 25 anos, você deve se sentir como no fim de um casamento. Foi bem libertador ou o fim de uma grande pressão assim que você deixou a banda?

Mike: "Foi libertador, mas também foi assustador. Você cresce e sente um senso de segurança com 25 anos na mesma banda, e precisa ter muita coragem para se afastar disso. Para ser honesto, não foi fácil para mim, mas tinha que acontecer. Há uma grande expressão que eu amo, que diz: 'Melhor se arrepender de algo que você fez, do que se arrepender de não ter feito'. Eu teria esse sentimento, se eu não tivesse deixado o DREAM THEATER, eu provavelmente passaria o resto da minha vida perguntando um 'E Se?'. O que eu poderia ter feito ao invés do que eu fiz, e após 25 anos com o DREAM THEATER, eu precisava explorar outras coisas. Eu não queria ser definido por eles pelo resto da minha vida. Eu precisava explorar outros estilos, outras pessoas. Então, por mais difícil que seja se afastar desta segurança, eu precisava seguir meu coração."

Leia a entrevista completa, em inglês, em:
http://www.therockpit.net/2013/INTERVIEW%20THE%20WINERY%20DO...

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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