Petrucci: Mike pode fazer coisas na bateria que ninguém faz
Por Fernando Portelada
Fonte: Blabbermouth
Postado em 12 de setembro de 2013
Em uma nova entrevista com o Grammy.com, o guitarrista John Petrucci dos gigantes do metal progressivo, DREAM THEATER, falou sobre o que os fãs podem esperar do vindouro álbum auto-intitulado da banda, que deve ser lançado em 24 de setembro pela Roadrunner Records.
"Eu acho que é realmente difícil descrever a música sem alienar alguém", disse. "Você pode dizer que o álbum soa bem pesado, e as pessoas vão dizer que isto é horrível, mas algumas pessoas podem ficar muito felizes com isso. Ou você pode dizer que ele é muito mais melódico, e as pessoas vão ficar zangadas com o que você disse. Para mim, esta mentalidade onde é um ou o outro vai lhe deixar louco."
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"Para lhe dar um exemplo, como um guitarrista, sempre houve este argumento com estes estes dois lados, onde guitarristas só podem ser técnicos, ou ter feeling. É um ou outro. Mas para mim isto não faz sentido. Meus guitarristas preferidos tem ambos. Somente porque você desenvolveu a habilidade em seu instrumento, isto não significa que você não tem a capacidade de se expressar emocionalmente e vice versa. Somente porque você é melódico e prende na cabeça, não significa que isto não tem uma profundidade, substância e sensibilidades progressivas. Somente porque algo é muito técnico ou pesado, não significa que ele não é melódico. Você sabe o que quero dizer? Para mim não tem que ser um ou o outro. Isto é parte do espírito progressivo do DREAM THEATER. Tentamos manter todos estes espíritos em mente enquanto compomos."
Petrucci também falou sobre o primeiro processo de composição do novo baterista do grupo, Mike Mangini. "Mike foi incrível no estúdio", disse Petrucci. "Após conhecê-lo e gravar nosso último álbum, 'A Dramatic Turn of Events' com ele, e sair em turnê por 15 meses, nós passamos muito tempo juntos com uma banda e tocamos vários shows, nós realmente passamos a conhecer Mike. Como pessoa e baterista. Então, na hora que entramos no estúdio com ele, todos estavam confortáveis e relaxados. Nós temos uma incrível química musical, e por causa disso foi um ambiente real, natural e criativo. Ele conseguiu se sobressair, não só como o novato, mas como um cara bem estabelecido, e discutir suas ideias de uma forma bem respeitosa, e nos ajudar a levar a música ainda além."
"Mike pode fazer coisas na bateria que ninguém mais faz, então quando estávamos escrevendo as coisas, e queríamos levar tudo ainda além, ele estava lá conosco dando força. Ele tinha várias ideias criativas. Sua bateria trouxe muita espontaneidade ao álbum. As coisas que você ouve, são coisas que capturamos quando estávamos compondo. Ele é muito bom."
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