Matérias Mais Lidas

imagemRock in Rio: Pitty alfineta a produção do festival ao revelar qual seria sua exigência

imagemAnitta é a maior roqueira que existe hoje no Brasil, diz integrante do Titãs

imagemSérgio Moro elege banda clássica de Rock como sua favorita

imagemBruce Dickinson revela qual é sua música preferida do Iron Maiden

imagemQuando Derico, do Programa do Jô, descobriu que Ian Anderson tocava tudo errado

imagemTommy Lee postou uma foto com o "Dr. Feelgood" de fora

imagemNova Fã que descobriu Metallica por Stranger Things quer cancelar banda e reúne provas

imagemLemmy, Filho e Espírito Santo: Gary Holt tem certeza que ele era três ao mesmo tempo

imagemRock in Rio libera ingressos extras e novamente dia do metal é único que não esgota

imagemA reação de Jimi Hendrix ao assistir King Crimson ao vivo

imagemO hit da Legião que Renato Russo compôs para Cássia Eller e traz coincidência trágica

imagemJoão Gordo se reencontra com o amigo Iggor Cavalera; "Agora falta zerar com o vovô"

imagemSe não fosse o Queen, Max Cavalera provavelmente não existiria

imagemLutador Wanderlei Silva curte noite curitibana com Angra e Sons of Apollo

imagemNergal diz que vocalista do Arch Enemy é mais corajosa do que muito metaleiro homem


Dream Theater 2022

Joey Jordison: explicando como montou sua nova banda

Por Fernando Portelada
Fonte: Blabbermouth
Em 03/10/13

Peter Hodhson do IHeartGuitarBlog.com conduziu recentemente uma entrevista com o baterista Joey Dordison, do SLIPKNOT E SCAR THE MARTYR. Trechos desta conversa estão disponíveis abaixo.

IHGB: Como o SCAR THE MARTYR começou? Em que ponto você percebeu que tinha uma banda?

Joey: "Eu estava acumulando muito material entre as bandas e durante o tempo fora do SLIPKNOT. Continuamente eu comecei a acumular material e comecei a ter tanta coisa que eu pensei: 'Cara, preciso fazer isso. Eu preciso fazer mais do que demo riffs.' Então reservei uma hora no mesmo estúdio onde fizemos 'All Hope Is Gone' [do SLIPKNOT]. Acho que minha primeira sessão teve sete músicas, então voltei para casa e o SLIPKNOT entrou em turnê. Voltei e reservei mais horas, e gravei mais umas oito ou nove. E depois não queria só fazer mais demos lá. Eu tinha demos em casa. Eu comecei a fazer um álbum para mim mesmo, entende? Eu estava escrevendo este disco, mas não tinha uma casa para ele. Não tinha músicos, eu não tinha um selo. Tudo que tinha era uma ideia e eu comecei a gravar. Então, quando cheguei em casa, eu pensei: 'Quero sair e fazer um disco, quero fazer uma banda. Não é legal ficar sentado aqui.' Foi aí que comecei a procurar membros para completar a banda."

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

IHGB: Então como você pegou esses caras? Jed Simons é um monstro e é ótimo tê-lo no grupo.

Joey: "Se você retroceder, tipo, uns cinco minutos, eu tinha sua guitarra bem na minha cara! Bem, primeiro de tudo, quando eu quis fazer um disco, eu comecei a procurar por um vocalista, e eu testei várias pessoas em várias demos. Eu os enviava uma música e eles colocavam o vocal nela, e eu ouvi tudo isso de, eu não sei, dez caras. Muitos deles eram bons, mas não eram exatamente o que eu estava procurando, e um amigo mútuo meu e de Henry [Derek Bonner; BLOOD PROMISE], James Murphy me deu seu contato. Eu o liguei e falei tudo sobre o projeto, o estilo, e o enviei 'Dark ages', 'Blood Host', 'My Retribution', 'Never Forgive Never Forget', 'Soul disintegration' e 'Las Night On Earth'. E eu achava que fosse me responder algum dia, depois de um tempo, mas ele estava lá literalmente no outro dia com algumas ideias. Primeiramente, eu adorei sua ética de trabalho e o seu ânimo, mas então o ouvi e pensei: 'Perfeito.' Exatamente o que eu estava procurando. Foi como achar uma agulha em um palheiro. Então eu enviei os restos das minhas demos e começamos a trabalhar um dia sim e dia não, por e-mail. Eu falei com o selo, enviei as demos e disseram: 'Absolutamente, vamos fazer um disco'. Então marcamos uma data fomos lá."

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

IHGB: Então, que hora Jead e Kris [Norris, ex-DARKEST HOUR] chegaram?

Joey: "Então, eu comecei a fazer o disco e tinha que escolher um produtor. Eu passei por vários produtores e escolhi Rhys Fulber. A razão disso é que queria trabalhar com alguém novo. Sempre gostei dos discos que ele produziu e eu queria trazer alguém com um pouco mais de - odeio essa palavra, mas na falta de um melhor termo - influência industrial e um pouco de post-punk e um pouco de influência new wave. Então eu sabia que ele entenderia para onde eu estava mirando. Então eu falei com Rhys e disse: 'Eu quero esse cara.' Agora, Jed Simon. Eu falei com Rhys e pensamos que precisávamos de novos músicos. Eu estava gravando as guitarras, bateria e o baixo, e Henry estava gravando algumas guitarras e eu queria ter várias músicas prontas, para que Henry tivesse uma boa vibe quando estivesse cantando. Então eu estava pensando sobre músicos, conversando com Rhys e falei: 'E quanto a Jed?' e ele disse: 'Deixe-me ligar pra ele.' Ele saiu da sala, faz uma ligação e 10 minutos depois ele já está pronto para tocar. E a mesma coisa aconteceu com Kris. Eu queria duas guitarras. Claro, eu queria duas pessoas com diferentes estilos, mas que entendessem o que eu estava fazendo. E James Murphy com quem eu tinha trabalhado em 'Roadrunner United', recomendou Kris Norris e eu nunca tinha ouvido ao DARKEST HOUR ou THREAT SIGNAL. Dei uma checada e foi: 'Este cara também é um monstro'. Ele trouxe todo um outro elemento e o fato de que eu me dei bem com esses caras foi um grande bônus. Eles já chegaram como se fossem membros da banda. Foi em interessante. E para os teclados, eu fiquei: 'Se tenho que conseguir um tecladista, eu quero Chris Vrenna'. Eu conheço Chris há algum tempo. Eu e Jed já fizemos turnês, mas nunca conversamos muito, e Chris é um amigo há algum tempo. Ele estava totalmente dentro. E foi assim que a banda se juntou: Eu criei um volume de material, mas ele iria soar muito unidimensional se eu fizesse tudo sozinho. Eu queria uma banda no álbum."

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Stamp


publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Slipknot: confira a evolução das máscaras de Joey Jordison

Fotos de Infância: Gene Simmons, do Kiss

Marilyn Manson: ele removeu costelas para praticar autofelação?


Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

Mais matérias de Fernando Portelada.