Vilipêndio: Copa do Mundo, sangue e Playmobil
Por Guilherme Dias
Fonte: Covil Records
Postado em 15 de junho de 2014
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Poucas vezes um videoclipe mostrou tantos playmobis ensanguentados em tão poucos segundos! Os pobres bonequinhos serviram para a filmagem de 'Verde e Amarelo', um hardcore metálico da banda carioca VILIPÊNDIO. A letra, quase surrealista, narra um crime insano e funciona como uma metáfora sobre problemas que tradicionalmente incomodam os brasileiros.
A música foi lançada originalmente no álbum '15 Abismos', de estreia do VILIPÊNDIO, em 2002. Ao conferir o clipe, percebe-se que a faixa combina com este momento de Copa do Mundo, sem insinuar-se especificamente contra o evento ou como uma bandeira contra este ou aquele partido.
Para Guilherme Schneider, jornalista e um dos produtores do clipe, o tema é bem polêmico porque remete à Copa: "Há quem seja a favor, há quem seja contra, mas dificilmente o assunto gera indiferença". Além disso, frisa que várias bandas de pop já haviam gravado temas a respeito ou com referências, mas poucas bandas de rock fizeram alguma alusão ao assunto.
"Analisado friamente, pode ser considerado como uma crítica à corrupção e a impunidade entranhadas na sociedade brasileira", explica o vocalista Ricardo Caulfield, o outro produtor do clipe. "Mas a proposta real é provocar, povoar a música com imagens ambíguas, fugir da estética mais comum de videoclipes de bandas barulhentas".
Por ser uma narrativa bem pesada, a ideia de utilização de brinquedos foi apropriada. "As letras da banda seguem um estilo sarcástico, é um tipo de humor que nem todo mundo detecta na primeira audição. Os bonecos combinaram com isso, mas mantiveram a graciosidade. É como se possuíssem vida própria", analisou Ricardo.
O clipe é protagonizado por personagens representados pelos playmobils, cuja linha completa em 2014 quarenta anos de existência. Na tela, uma história com começo, meio e fim, envolvendo uma assassina e um jogador de futebol. O resultado pode ser sintetizado nas palavras do baterista da banda, Alexandre Fersan: "Criativo, caótico e ensurdecedor".
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