Zakk Wylde: falando sobre Dimebag Darrell para a Billboard

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Por Ivan Júnior Urnau, Fonte: Billboard, Tradução
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Segue aqui uma entrevista com Zakk Wylde em 2014, falando sobre o guitarrista Dimebag Darrell (Pantera, Rebel Meets Rebel, Damageplan):

- Você conheceu Dime em 1994, em Donington, não?

"Isso. No monsters Of Rock em Donington, 1994. O show do Pantera daquele dia foi incomparável - o poder absoluto que desceu do palco era tão alucinante, era realmente engraçado! Era ridículo, tipo, "Oh meu Deus!!" Você sabia que você estava testemunhando a história, que esses caras eram especiais. O poder absoluto saindo do palco, e a musicalidade também. Era como Van Halen em esteróides."

- Como você descreveria Dimebag como pessoa?

"Se ele não fosse guitarrista, ele ainda estaria sendo um dos meus melhores amigos, só porque ele era um cara doce. Ele realmente amava a vida: Você poderia começar o dia na merda, em seguida, Dime ia te buscar no quarto e a festa começava! [ Risos .] Ele sempre foi assim: 'Eu não tenho tempo para ficar deprimido - vamos ter um bom dia!' - dizia."

- Havia alguma diferença entre o Dime que você via no palco e o Dime seu amigo?

"Nenhuma. As roupas que ele vestia quando acordava eram as roupas que ele usava no palco. [ Risos ] Por que se preocupar em mudar?"

- O que havia em Dimebag que o diferenciava tanto?

"Ele era tão inovador com seus riffs como o Tony Iommi foi no Black Sabbath - ele foi o arquiteto do modelo para esse estilo de música. Eu sempre digo que Pantera foi o Led Zeppelin desse gênero de música - os Beatles e Stones do seu gênero. Não tem como argumentar! Você tem grandes bandas e então você tem bandas que mudaram o jogo. Todas as bandas que vieram depois foram influenciadas por Pantera."

- Onde você estava quando Dime foi morto?

"Eu estava em casa, trabalhando na garagem, e Rita me ligou, avisando. Foi alucinante. De todas as pessoas, como isso poderia acontecer com ele, sabe? Dime era apenas o mais amoroso, atencioso, um dos bons rapazes desse planeta."

- Como você lidou com a morte de Dime?

"Rita Haney saiu na estrada com a gente por um tempo. Ela estava muito triste e não queria ficar em casa, então perguntou se havia algo na estrada que ela poderia fazer pela gente. Foi ótimo tê-la na estrada com a gente. Esse tipo de coisa nos ajudou tanto. Nós estávamos tocando 'In This River' todas as noites, e tento tocá-la sempre a cada show, como uma demonstração de amor para Dimebag."

- Tem sido dito que o assassinato de Dimebag matou o metal - ou o metal não está totalmente recuperado de sua morte:

"Por favor, cara. Quem diabos iria dizer isso? Isso seria como dizer que quando Jimi Hendrix morreu, o rock também morreu. E morreu? Diga isso a Led Zeppelin, Van Halen ou Guns N 'Roses. Pegue os dois primeiros álbuns do Van Halen e enfie eles no seu cu! [Risos]. Eu poderia continuar. "No dia em que Elvis foi para o exército, e afirmar que o rock morreu. "Sério"? Diga isso para os Beatles e os Stones, seu idiota estúpido! [Risos]."


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Sobre Ivan Júnior Urnau

Ivan Júnior Urnau, 19 anos, residente em Itapiranga - SC. Considera Pantera como da família. Fiel ao Blues, Southern Rock, e até música gauchesca, se for de qualidade e sangue no olho. Odeia qualquer movimento comercial de uma determinada banda "clássica". Considera-se um fã de Skynyrd, Sabbath, Molly Hatchet, e Pantera, acima de tudo. Diz-se sem idade o suficiente para impor conhecimento e experiência às pessoas, mas recomenda a música Sundown do Gordon Lightfoot para todas as pessoas que gostam de música boa.

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