Brasileiro Marcus Castellani assume posto de baterista no Manowar
Por João Paulo Andrade
Postado em 16 de novembro de 2017
Marcus Castellani, baterista brasileiro, estreou com a banda em Norrköping, na Suécia. No Brasil ele tinha sua banda própria, Stubbornness, e tocava no Hell Patrol Judas Priest Cover, entre outros projetos. Entre 2004 e 2008 ele tocou com o Kings Of Steel Manowar Cover.
Veja abaixo uma performance de "Ride The Dragon" em tributo a Rhino, disponível no YouTube.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Summer Breeze anuncia mais 33 atrações para a edição 2026
O disco que define o metal, na opinião de Ice-T
O guitarrista brasileiro que recusou convite de Chris Cornell para integrar sua banda
Quando Ian Anderson citou Yngwie Malmsteen como exemplo de como não se deve ser na vida
A opinião de Sylvinho Blau Blau sobre Paulo Ricardo: "Quando olha para mim, ele pensa…"
"Look Outside Your Window", álbum "perdido" do Slipknot, será lançado em abril
Por que Max Cavalera andar de limousine e Sepultura de van não incomodou Andreas Kisser
A banda essencial de progressivo que é ignorada pelos fãs, segundo Steve Hackett
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
O cara que, com David Bowie, fazia a dupla ser como Axl Rose e Slash
Os dois membros do Sepultura que estarão presentes no novo álbum de Bruce Dickinson
O astro que James Hetfield responsabilizou pelo pior show da história do Metallica
O hit do Engenheiros do Hawaii que é manifesto contra poder do eixo Rio-São Paulo
Steve Harris explica por que botou no Iron Maiden o nome de um instrumento de tortura
Pastora Sarah Sheeva, filha de Baby e Pepeu, afirma que Coldplay é música do capeta


A lenda do metal que é arrogante, mala e antiprofissional, segundo Regis Tadeu



