Kiss: o show perfeito de despedida no Hellfest 2019

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Por Eduardo Rodrigues
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O show do Kiss sempre foi uma grande festa e na sua turnê de despedida não poderia ser diferente, a "End Of The Road" é realmente um grande espetáculo de som, luz, fogos, em mais de duas horas de show repleto de clássicos.

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Quando se vê o palco coberto pelo pano preto com o logo estampado, a adrenalina começa e sabemos que nenhum local no mundo seria melhor de estar naquele momento, senão em um show do KISS. E ao escutarmos em alto e bom som "The Hottest Band in the World", a emoção realmente nos toma conta embalada aos primeiros acordes do clássico "Detroit Rock City". Enquanto cai o pano e a banda vai aparecendo, descendo posicionada nos elevadores hidráulicos, nossos olhos tentam focar e entender todos os detalhes do espetáculo montado para a última turnê da banda "End Of The Road", que segue com"Shout It Out Loud" e "Deuce" em um show de luzes e explosões.

A próxima "Say Yeah" já faz parte de um repertório bem mais novo do álbum Sonic Boom, o penúltimo de estúdio da banda lançado em 2009. Seguindo com "I Love It Loud", que sempre traz uma grande participação do público cantando em coro o famoso "Hey hey hey yeah", e emendando com "Heaven's On Fire" da fase sem máscara do disco Animalize. Nesse momento o Kiss já tem total controle sobre o público, e o show segue com "War Machine", que além de ser ilustrado por impressionantes animações no telão, traz muito fogo e a esperada parte onde o baixista Gene Simmons cospe fogo ao final.

A famosa "Lick It Up", do disco de mesmo nome lançado em 1983, marcando o primeiro sem máscara da banda, sempre funciona muito bem ao vivo e colocou as 60 mil pessoas presentes no festival à dançar e cantar junto com a banda o famoso refrão da música. O show volta às raízes e segue com "Calling Dr. Love" e "100.000 Years", que dá início ao solo de bateria de Eric Singer.

Após o grande solo de Eric, que teve aproximadamente uns dez minutos de duração, com direito ao seu praticável subir as alturas, fogos e explosões, a banda retorna com "Cold Gin", que emenda com o solo de Tommy Thayer e sua guitarra explosiva. Gene Simmons é o próximo a ficar sozinho no palco e todos presentes já sabem do que se trata. O palco fica totalmente verde e ao misturar sons de trovões, sinos e o seu baixo gritando, o Deus do Trovão se personifica cuspindo sangue e voando até o pequeno palco instalado no alto para iniciar a música "God Of Thunder", que é acompanhado pelos olhares felizes e admirados do público e dessa vez, a performance conta com telões posicionados também na parte de baixo da estrutura, sendo um dos pontos mais altos do show, se é que podemos destacar um entre tantos.

Confira a matéria completa com mais fotos e vídeos no link abaixo:
https://revistafreak.com/concert-review-kiss-e-sua-end-of-th...




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