Trintões: discos que foram lançados há mais de 30 anos e nunca saem de moda - Parte 1

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Por Mateus Ribeiro
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O que faz com que um disco possa ser chamado de clássico? São vários fatores, entre os quais podemos destacar a qualidade das composições e a produção. Vale ressaltar também que clássicos são atemporais e podem ser ouvidos décadas após serem lançados, que continuarão causando muito impacto.

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Patrick Perkins @ www.unsplash.com
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Um bom exemplo disso é "Back In Black", do AC/DC, que recebeu inúmeras homenagens em seu recente aniversário de 40 anos. Mesmo após quatro décadas (!!!), o trabalho continua muito relevante e influente, além de ouvido por muitas pessoas.

Tal qual o maior clássico da banda australiana, existem vários discos de rock e heavy metal que continuam marcantes, mesmo sendo lançados há décadas. Confira a seguir alguns discos que foram lançados há mais de 30 anos e que nunca saem de moda.

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"Bonded by Blood" – EXODUS (1985): simplesmente, um dos maiores discos da história do thrash metal. Dez em cada dez bandas do estilo veneram o disco de estreia do EXODUS.

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"The Real Thing" – FAITH NO MORE (1989): o terceiro disco da banda marca a estreia do vocalista Mike Patton. A mistura do rock and roll com funk, hip-hop e outros estilos é copiada até hoje, mas a genialidade apresentada em "The Real Thing" dificilmente será repetida por alguma outra banda.

"...And Justice For All" – METALLICA (1988): o disco mais complexo do METALLICA, que estava recomeçando sua carreira após a trágica morte de Cliff Burton. É um dos melhores álbuns da banda e causa a fúria de alguns pelo baixo inaudível.

"Reign In Blood" – SLAYER (1986): mesmo sendo lançado há 34 anos, mantém firme e forte o status de maior clássico da história do thrash metal. Pelo andar da carruagem, dificilmente alguém vai tirar esse prêmio da mão de Kerry King e sua turma.

"Scream Bloody Gore" – DEATH (1987): o primeiro álbum da banda do saudoso Chuck Schuldiner é, foi e sempre será uma espécie de manual de instruções do estilo mais desgraçado da história fonográfica, o death metal.

"Theatre Of Fate" – VIPER (1987): é um dos discos mais importantes e emblemáticos do metal nacional. Além de ajudar a abrir a porta de outros mercados para bandas brasileiras, é um clássico do power metal.

"Appetite For Destruction" – GUNS N´ ROSES (1987): o disco de estreia do GUNS N´ROSES é um dos maiores sucessos da história do rock and roll e continua sendo o primeiro contato de muita gente com a música pesada.

"Keeper of the Seven Keys - Parte 1 e Parte 2" – HELLOWEEN (1987 e 1988): os dois maiores clássicos do power metal, são fundamentais na discografia de qualquer fã do estilo até hoje.

"Seventh Son of a Seventh Son" – IRON MAIDEN (1988): é o trabalho que encerra um ciclo maravilhoso, já que foi o último com Adrian Smith na formação (o guitarrista voltaria 11 anos depois). É um dos discos mais cultuados pelos fãs da banda e tal qual o seu antecessor "Somewhere In Time", apresenta uma sonoridade diferente da usual, com presença notável de sintetizadores.

"Operation: Mindcrime" – QUEENSRYCHE (1988): um clássico absoluto e imortal, "Operation: Mindcrime" é um dos maiores discos conceituais da história do metal e é um dos trabalhos que ajudou o metal progressivo a se consolidar.

Em breve, a parte 2. Aguarde!




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Sobre Mateus Ribeiro

Fanático por Ramones, In Flames e Soilwork. Limeirense com muito orgulho (e sotaque).

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