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Bon Jovi: por que o mandaram tocar com Kiss e Judas Priest em vez de Bryan Adams

Por Igor Miranda
Em 26/01/21

O vocalista Jon Bon Jovi fez algumas confissões curiosas com relação à sua "entrada" na cena da música pesada. Em entrevista ao jornal The Guardian, ele admitiu que nunca tinha ouvido Judas Priest até fazer uma turnê com eles, em 1986, e contou por que se associou a outras bandas de hard rock e heavy metal no início da carreira.

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Inicialmente, o cantor relembrou que desejava se apresentar ao lado de artistas mais ligados ao pop, como Bryan Adams e The Cars, nos primórdios de sua banda. "Eu falei: 'quero uma turnê com The Cars e Bryan Adams e essas bandas pop'. Meu empresário falou: 'não, você vai aprender a tocar com Judas Priest, Kiss e Scorpions", afirmou.

Na época, lá para o meio dos anos 1980, dava para dizer que a sonoridade do Bon Jovi era um híbrido entre o hard rock de nomes como Kiss e Scorpions e o pop dos citados Bryan Adams e The Cars. Os álbuns lançados pela banda naquela década mostram que a sonoridade "debandava" para ambos os lados - os dois primeiros, "Bon Jovi" (1984) e "7800° Fahrenheit" (1985), mais hard rock; os outros, "Slippery When Wet" (1986) e "New Jersey" (1988), mais pop.

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Entretanto, por que o empresário do Bon Jovi quis que a banda fizesse turnês com Judas Priest, Kiss e Scorpions? O motivo, segundo o vocalista, era a "mente aberta" do público do rock naqueles tempos para novos artistas. "Esses públicos são leais. O público pop é inconstante", comentou Jon.

Em 1984, para divulgar seu primeiro álbum de estúdio, autointitulado, o Bon Jovi fez turnês abrindo para Kiss e Scorpions. Dois anos depois, em 1986, excursionaram ao lado do Judas Priest, apresentando músicas de "Slippery When Wet", que ainda não havia sido lançado.

Nesta entrevista ao The Guardian, Jon descreveu o Judas Priest como "uma banda de heavy metal" que ele "nunca tinha ouvido". E aquela foi a última vez em que o Bon Jovi fez turnês abrindo para alguém: "Slippery When Wet" foi lançado pouco tempo depois e estourou em vendas, transformando o grupo do jovem cantor de Nova Jersey em uma atração de arenas.

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O disco em questão deu início a uma transição sutil para a banda, que, segundo Jon, não queria mais ser rotulado como hard rock. Sim, o grupo se desvencilhou do estilo já a partir de "Slippery When Wet", e não na década de 1990, como muitos dizem.

Fato é que aquele álbum apresentou hits como "Livin' on a Prayer", "You Give Love a Bad Name" e "Wanted Dead or Alive", vendendo, até os dias de hoje, mais de 12 milhões de cópias somente nos Estados Unidos. Seja pop ou hard rock, o disco foi um enorme sucesso.

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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital pela Universidade Estácio de Sá. Começou a escrever sobre música em 2007 e, algum tempo depois, foi cofundador do site Van do Halen. Colabora com o Whiplash.Net desde 2010. Atualmente, é editor-chefe da Petaxxon Comunicação, que gerencia o portal Cifras, Ei Nerd e outros. Mantém um site próprio 100% dedicado à música. Nas redes: @igormirandasite no Twitter, Instagram e Facebook.

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