Lucio Moriyama: Ouça o primeiro álbum do guitarrista brasileiro/japonês
Por Hominis Dissemina
Postado em 14 de abril de 2021
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
Lucio Moriyama é um emergente guitarrista e compositor nipo-brasileiro oriundo da cidade de São Paulo. Depois de algumas experiências de palco com projetos e bandas como a Glavia, o artista agora retorna em um voo solo buscando novos horizontes. Inspirado por suas experiências de vida, Moriyama cria músicas que conectam pessoas ao redor do mundo. Tendo sua guitarra como principal instrumento, o músico mistura vários elementos sonoros de diferentes estilos em "Horizon", seu álbum de estreia totalmente instrumental.
Ao longo de 10 faixas e quase 40 minutos, Lucio Moriyama apresenta seu cartão de visita, em vigorosos e dinâmicos solos de guitarra, de estilo incomparável, e deixando claro quão apaixonado ele é por sua música. Tendo composto todas as canções e arranjos, fazendo uso de uma gama de instrumentos que enriquecem o enredo sonoro e o protagonismo vigoroso de sua guitarra, Lucio Moriyama reúne técnica e emoção em canções que remetem à cultura de seus antepassados do Japão, como "Ikebana" (a cultura de arranjar flores, ramos e galhos naturais destacando a sua beleza e harmonia) e "Hannya" (máscara de teatro que representa uma pessoa que ao ter muita inveja e outro sentimentos negativos se tornou um demônio).
O álbum soa moderno e preciso, com composições que vem sendo maturadas a quase 10 anos, como "Dirty Heart", nas palavras do Lucio "uma faixa na qual amadureci minha abordagem como compositor e interprete". Em "Neon Tokyo", último single anterior ao álbum, a inspiração veio de trilhas de jogos e synths que remetem a década de 80. "Moon", uma música feita para viajar em todos os sentidos possíveis. Já a canção "Horizon", que dá nome ao álbum, foi criada na perspectiva de abrir novos caminhos e horizontes na carreira deste músico inspirado e determinado.
O trabalho conta com projeto gráfico e capa criadas pela arte terapeuta paulista Izabel Magnani. Fotos feitas por Dani Sandrini e a participação de Mathevs Botelho, que tocou piano na "Horizon". Ricky Lucas tocou baixo na faixa "Horizon". Marco Slon, que auxiliou na pré-produção e Beto Lins baixo nas faixas "Ikebana", "Champagne" e "Void", além de ser co-produtor do álbum.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A saga de Christopher Lee no Heavy Metal
Prestes a completar 80 anos, baterista Chris Slade (AC/DC, The Firm) anuncia aposentadoria
A canção do Led Zeppelin que Robert Plant acha difícil cantar até hoje
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
A música dos Beatles que Paul McCartney considerava tão esquecível que mal lembrava dela
O lendário baterista com quem Keith Richards odiou tocar: "Não tocava p*rra nenhuma!"
A banda de rock que não saía dos ouvidos do escritor Gabriel García Márquez
A canção de Neil Young que deixa Roger Waters praticamente sem palavras
A canção de metal que é a "melhor música do mundo" de acordo com Jack Black
A grande banda que Liam Gallagher preferiria "comer minha própria m*rda" a ir a um show deles
A banda que Angus Young chamou de "Led Zeppelin de pobre"
Foo Fighters abrirá show do AC/DC logo após o Rock in Rio
Children of Bodom é anunciado como atração do Summer Breeze 2027
O mega-clássico do Led Zeppelin que Robert Plant passou a considerar menos relevante
O guitarrista que James Hetfield considera "o cara"
A excepcional música do Metallica que Max Cavalera gostaria de fazer cover
Ricardo Confessori diz que aderir ao "Red Pill" fez sua versão ingênua morrer
Pink Floyd: os álbuns da banda, do pior para o melhor, pela UCR


Saúde: mais de 60% dos músicos sofrem de problemas mentais
Fotos de Infância: Steven Tyler, do Aerosmith
Cinco discos de heavy metal para ouvir sem pular nenhuma faixa
O hit de Raul Seixas que ele fez aos 12 anos e Paulo Coelho desdenhou e se arrependeu
Rob Halford: Uma resposta educada a comentários de Dickinson
O motivo pelo qual Renato Russo tinha vergonha do clássico "Tempo Perdido"



