Charles Soulz Project: lançado disco conceitual com participações especiais
Por Gisele Turteltaub
Postado em 22 de outubro de 2021
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
Com sete faixas e 20 músicos envolvidos, Split Mind narra a história de um menino que perdeu os pais em um incêndio; álbum já está disponível em todas as plataformas digitais.
Suspense, segredos e uma atmosfera que mistura momentos de melancolia e ação dão o tom do álbum Split Mind, do Charles Soulz Project. O segundo disco (1º full) do projeto de rock/metal progressivo liderado pelo tecladista, compositor, produtor e multi-instrumentista Charles Soulz está disponível nas plataformas digitais a partir de hoje, 22 de outubro. 20 músicos, entre cantores, guitarristas, baixistas e bateristas, participam do álbum, em uma viagem musical que começa no rock progressivo da década de 1970 e vai até o prog metal dos dias atuais.
Split Mind promete agradar os apreciadores de uma boa história: trata-se de um álbum conceitual onde o personagem principal, Rhode, vê seus pais morrerem em um incêndio na própria casa. A cada faixa – sete no total –, o ouvinte conhece um pouco mais da personalidade do protagonista e os fatos que estão por trás da tragédia que tirou a vida de seus pais.O resultado é uma sonoridade que apresenta, em momentos distintos, os diversos sentimentos vividos pelo protagonista: tristeza, medo, solidão, alegria e raiva.
A faixa que dá título ao álbum, com quase 20 minutos de duração, é um épico dividido em seis atos. Split Mind narra todos os momentos da vida de Rhode pós-incêndio e os desafios que ele enfrenta sem a mãe e o pai por perto, tais como insegurança, dificuldade para encarar a nova realidade e as dúvidas que atormentam a cabeça do jovem. Tudo isso embalado por melodias instrumentais com ares cinematográficos e a participação de renomados cantores, de diversas vertentes do rock e do heavy metal, interpretando os personagens.
Stephen King musical
Segundo Charles Soulz, as músicas de Split Mind foram compostas antes do conceito do álbum. Por trabalhar criando arranjos para artistas de diversos estilos musicais, Charles aproveita os intervalos para escrever as melodias de seu projeto solo, sempre inspirado nos artistas que fazem parte de seu DNA, como Rush, Haken e Neal Morse Band. As letras vêm depois, de acordo com o estilo de cada música: "busco compor a partir do meu ponto de vista sobre assuntos universais com os quais outras pessoas podem se identificar", comenta o tecladista.
Em Split Mind não foi diferente: Soulz se inspirou na natureza sombria do ser humano. "Escolhi abordar a influência da sombra no inconsciente. É algo que pode ser interpretado de várias formas. O ouvinte pode simplesmente se entreter e entender o álbum como um thriller, refletir sobre saúde mental, o seu próprio ego e a forma como se relaciona com o mundo", explica o músico. Algumas músicas têm elementos escondidos (easter eggs) que só serão descobertos pelo público após muitas audições.
Produção e mixagem
A produção do álbum Split Mind ficou toda por conta do próprio Charles Soulz. A mixagem interage com o conceito do álbum: às vezes apresenta uma sonoridade mais escura, velada, já em outras situações um som mais claro e aberto. Momentos com mais reverb, dão a ideia de distância e esquecimento enquanto alguns glitches ajudam a reforçar questões da natureza mental de Rhode.
Participações especiais
Charles Soulz convidou vocalistas que pudessem interpretar os múltiplos estados de espírito de Rhode e de seus pais. Fábio Caldeira (Maestrick), Daísa Munhoz (Vandroya) e Alex Voorhees (Imago Mortis) estão entre os seis intérpretes vocais do disco, que conta também com outras cinco cantoras no coral. Seis guitarristas – entre eles Rafael Bianzeno, com guitarra de oito cordas – e quatro baixistas revezam-se nas faixas. A bateria ficou sob responsabilidade de Guilherme Pinheiro.
Sobre a escolha dos músicos, Charles diz que foram dois os critérios fundamentais na hora de definir os convidados: admiração e versatilidade. "Convidei músicos de quem sou fã e que se adequam bem ao estilo de cada música e personagem, que ora pode ser mais agressivo, ora mais alegre ou melancólico".
Fábio Caldeira, músico e vocalista da banda Maestrick, é um dos intérpretes de Rhode e cantou em quatro faixas. Para Caldeira, "foi uma honra participar de Split Mind. O Charles é a maior revelação dos teclados do Brasil nos últimos anos. É, também, um artista sensível, um grande arranjador e um versátil compositor. As diferentes cores que o Charles pintou nesse disco levam o ouvinte para diversas paisagens e despertam sentimentos distintos e intensos".
Sobre Charles Soulz
Charles Soulz é produtor, compositor e multi-instrumentista com mais de 20 anos de carreira. Nasceu e vive em Macaé, na região serrana do Rio de Janeiro, e já acompanhou vários artistas, nacionais e internacionais, nos palcos e em estúdios. Desde 2005 é tecladista da banda de doom metal Imago Mortis. Sua participação no álbum LSD (2018) o colocou entre os melhores músicos do ano na revista RoadieCrew e no site Metal Na Lata (melhor tecladista do ano). Charles ouve e toca diversos estilos musicais, mas sua maior paixão é o rock progressivo, metal progressivo e o power metal, principais referências musicais encontradas no Charles Soulz Project.
Ficha técnica
Split Mind – Charles Soulz Project
Faixas
1 - Can I Save My Life Again?
2 - Digital Kingdom
3 – Waltz of Death (Digital Kingdom)
4 - Burn to Rise
5 - Borderline (Instrumental)
6 - Rhode
7 - Split Mind
I - Flames
II - Father
III - Son
IV - Mother
V – Carnival Of The Mind
VI - My New Home
8 – I Realize (Lockdown Live Sessions) (Bônus Track)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A noite em que Noel Gallagher ouviu "a melhor música de sua vida"
Duff McKagan reflete sobre o dramático fim do Velvet Revolver
A música do Venom inspirada em um dos grandes clássicos do Kiss
Yngwie Malmsteen explica "não" a David Lee Roth e por que não trabalharia com Dio
Epica esgota ingressos para show com orquestra e coral em São Paulo
Por que o Rush passou a ensaiar os próprios erros antes de voltar aos palcos
A opinião nada lisonjeira de Ronnie James Dio sobre o Blackmore's Night
O rockstar que se gaba de ter Donald Trump e Elon Musk na agenda do telefone
Angra realizará primeiro show da carreira na Finlândia
Marty Friedman admite ter pisado na bola em saída do Megadeth
A música que foi escrita aos 45 do segundo tempo e virou um clássico dos anos 1970
O álbum do Slayer que ainda arrepia Dave Lombardo depois de décadas
A canção dos Beatles em que Paul McCartney já enxergava o fim da banda
A música de 1984 que o Metallica tocou ao vivo uma única vez
A exigência de Tom Parker que impediu Elvis de gravar um dos maiores hits da história
A opinião do lendário Ney Matogrosso sobre a banda Rammstein
A melhor música de todos os tempos, na opinião de Humberto Gessinger
O melhor cantor de rock nacional anos 1980 segundo o prestigiado produtor Nelson Motta



Rob Halford: 11 coisas que você não sabia sobre ele
Guitarristas: os maiores do Hard & Heavy segundo a revista Burnn
Iron Maiden: os fãs mais insuportáveis em lista da MTV
Metallica: And Justice For All é um álbum injustiçado?
O hit de Cazuza que Frejat muda letra por não concordar com mensagem
Rita Lee: Ela participou de festinha adulta com o Yes e furtou a cobra de Alice Cooper



