Por que cantar com Tarja foi "mais surpreendente" do que com Floor, segundo Björn Strid
Por Gustavo Maiato
Postado em 27 de julho de 2022
O vocalista Björn Strid, do Soilwork, já trabalhou com as cantoras Floor Jansen, no Revamp, e Tarja Turunen, na carreira solo da finlandesa. Mas por que será que o cantor sueco achou "mais surpreendente" tocar com Tarja do que com Floor?
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O assunto surgiu durante entrevista com o jornalista musical Gustavo Maiato. Ao ser perguntado sobre a experiência de gravar os vocais para a música "In Sickness 'Till Death Do Us Part - Disdain", da banda Revamp, de Floor, Björn respondeu que achou muito legal.
"Eu estava no estúdio gravando os vocais para nosso álbum "The Panic Broadcast". Ela apareceu uma vez lá. Eu já conhecia o trabalho dela e achei legal que ela queria minha voz no álbum. Sempre respeitei ela como vocalista, ela é ótima! Depois, passei a conhecer melhor o trabalho dela. Ela aparece no nosso DVD depois. Ela vive na Suécia agora, espero esbarrar com ela em breve!", disse.
Já sobre os vocais de "Dead Promises", hit de Tarja, Björn julgou ser mais surpreendente porque não esperava que a finlandesa curtisse essa pegada mais metal extremo.
"Foi ótimo! Fiquei bem surpreso. Acho que fiquei mais surpreso com esse convite da Tarja querendo meus vocais! Nunca imaginei que ela fosse alguém que curtia esse metal mais extremo. Claro que temos muita melodia no Soilwork, mas foi legal de qualquer forma! Gostei muito de gravar, foi uma surpresa ótima! Ela é uma excelente pessoa. Nunca a encontrei pessoalmente, mas falei muito com ela no Skype já", concluiu.
Já sobre o álbum "Övergivenheten", do Soilwork, o sueco contou que a banda teve bastante tempo para trabalhar e isso acabou sendo bom.
"Tivemos muito tempo por causa da pandemia de covid. Foi como se tivéssemos um grande papel em branco sem saber o que ia acontecer! Começamos a compor e decidimos dividir o processo em umas 3 ou 4 sessões de gravação.
Não foi tipo ficar 6 semanas seguidas no estúdio. Pela nossa experiência, sabemos que é difícil manter o foco durante esse tempo todo. Queríamos dar a devida atenção para cada música. Foi um novo método para nós e funcionou muito bem. Demos espaço entre as músicas. Quando você só faz uma coisa por semanas seguidas, é difícil ser objetivo.
Houve momentos que decidi voltar para casa e deixar as mixes lá no estúdio. Fechei a porta e só voltei a ouvir na próxima visita ao estúdio. O processo foi bem interessante, com esse distanciamento. Você quase se esquece de como a música é, como são as melodias. Aí quando volta, vem aquele sentimento: ‘Uau! Nós fizemos isso? Isso é fantástico!’. Aí pode surgir uma ideia nova. A receita deu certo, vamos continuar com esse método no futuro provavelmente. Dá para sentir a presença da banda inteira em cada música. É um disco longo, com 14 músicas, mas acho que funciona! Ele te leva por uma jornada intensa!", concluiu.
Confira a entrevista completa aqui.
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