K. K. Downing compara treta do Motley Crue com sua saída do Judas Priest
Por Bruce William
Postado em 09 de abril de 2023
Tudo começou quando Mick Mars, membro fundador do Motley Crue, anunciou sua aposentadoria das turnês devido a problemas de saúde, mas a ideia dele era permanecer sendo integrante da banda, com John 5 assumindo seu lugar para as turnês.
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Conforme explica o Blabbermouth, Mars afirma que foi solicitado a assinar um acordo de rescisão que o despojaria de sua participação de 25% em vários negócios do grupo em troca de uma participação de 5% na turnê de 2023 do grupo. Essa participação seria reduzida a 0% para futuras turnês. Mars ainda diz que posteriormente aumentaram a oferta de 5% para uma participação de 7,5% na turnê de 2023 da banda, mas ela permaneceria condicionada à renúncia de Mars da banda e seus negócios. Quando o guitarrista se recusou a assinar os documentos, a banda levou a disputa à arbitragem "em vez de um processo público, para que os fãs não soubessem a maneira deplorável como trataram seu 'irmão' de 41 anos", diz Mick na ação.
Eis então que K.K. Downing, que deixou o Judas Priest em 2011, entrou em contato via mensagem de áudio com o próprio Blabbermouth dizendo que é solidário ao que Mick está passando, pois ele também passou por situação parecida. Vamos conferir a transcrição do áudio feita pelo site:
"Eu me solidarizo (com Mick) pois estou passando pela mesma coisa. E é bastante desagradável, para dizer o mínimo. Depois de passar uma vida construindo o nome, reputação, popularidade e valor da banda, deveria ser razoável que as pessoas se aposentassem, especialmente por motivo de saúde. No meu caso, estávamos nos preparando em 2010 para fazer uma turnê de despedida, a turnê 'Epitaph', que deveria ser o fim da banda. E estavam me pressionando para escrever um EP para apoiar essa turnê, com a qual eu absolutamente não concordava, eu certamente não queria terminar minha carreira com um EP. Então, joguei a toalha e enviei uma carta de aposentadoria".
Prossegue K.K.: "Houve uma série de circunstâncias que me levaram a não participar daquela turnê. E uma delas era que estávamos preocupados com o Rob (Halford) e pensamos que ele estava se preparando para deixar a banda novamente. Pois em 2010, quando tudo aquilo estava acontecendo, o planejamento da turnê de despedida e do fim da banda, a justificativa foi que Rob havia lançado dois álbuns de estúdio com sua própria banda e feito uma turnê mundial, incluindo o Ozzfest, em um período de doze meses de 2010. E nós estávamos pensando que Rob, com seu próprio empresário, seguiria por caminhos separados novamente. E isso foi outra consideração séria. Quero mencionar isso porque realmente eu não estava deixando a banda, eu apenas decidi não fazer a turnê final de despedida, porque isso era o que todos concordavam e era o que se pretendia acontecer. Então, essencialmente, minha decisão foi apenas não participar daquela turnê da banda. Claro que eu não sabia que a banda prosseguiria até hoje. Caso contrário, as coisas e as decisões poderiam ter sido diferentes. Mas, como disse, eu simpatizo com Mick porque as circunstâncias que nos envolvem parecem ser muito... bem, parecem idênticas".
Por fim, K.K. ainda afirma que Rob, Ian Hill (baixista) e Glenn Tipton (guitarrista) "se uniram" e "me excluíram da direção" da empresa Judas Priest Music Limited, que controla os ativos do Judas Priest. "Como um acionista de 25% na empresa, a posição deles é que minhas ações não têm valor, o que é absolutamente ridículo. Acho que Mick falou sobre essa coisa específica também e parece que os outros caras da banda dele também estão querendo fazer isso..."
O processo de Mick Mars contra o Motley Crue
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