Jack White comenta a recorrência de ruivas nas letras do White Stripes
Por André Garcia
Postado em 25 de julho de 2023
Fãs do White Stripes perceberam nas letras da banda uma curiosa recorrência: a de uma mulher ruiva. A figura, sempre misteriosa, aparece em diversas músicas. Jack White comentou o assunto.
White Stripes - Mais Novidades
Conforme publicado pela Far Out Magazine, uma (alguma) ruiva aparece em '300 M.P.H. Torrential Outpour Blues', 'Icky Thump' e 'Conquest'. Em entrevista à revista Guitar World em 2007, White disse...
"Acho que isso [a imagem da ruiva] sempre esteve presente nas minhas músicas. Tem uma lenda folclórica mexicana, La Llorana, a bela da meia-noite, que às vezes também é ruiva. Há umas figuras quando você está escrevendo músicas, e você pode tirar coisas delas. Em 'Get Behind Me Satan', a ruiva era Rita Hayworth. Acho que ruivas são mais cativantes quando estou escrevendo porque elas são tão diferentes, e algumas culturas as consideram malignas ou têm medo delas. Algumas culturas zombam das ruivas quando são crianças. Elas parecem meio fora do comum e muito mais interessantes para falar sobre. O fácil seria escrever sobre uma loira estonteante em uma música. 'Loiras se divertem mais.' Essa deveria ser a primeira escolha para muitos compositores."
Outro arquétipo recorrente nas letras de Jack no White Stripes foi o do fantasma. Segundo ele, era fruto de sua dificuldade para se desapegar de pessoas que passam por sua vida — elas partem, e ele segue as arrastando consigo como fantasmas.
Jack White defendeu Meg de críticas com um poema
Mesmo mais de 10 anos após a separação do White Stripes, Jack ainda mantém seu afeto pela ex-colega e ex-esposa Meg. Em março, a baterista foi alvo de críticas no Twitter, e foi defendida pelo vocalista com um poema:
"Nascer em outra época,
qualquer era, menos a nossa, teria sido bom.
Daqui a 100 anos,
daqui a 1000 anos,
em algum tempo distante, diferente e futuro.
Um mundo sem demônios, covardes e vampiros sedentos de sangue,
um com inspiração positiva para cultivar o bem.
Um campo vazio onde papoulas vermelhas não são derrubadas,
onde poderíamos deitar todos os dias, sobre a terra morna e sutil,
e saber exatamente o que dizer e tocar para criar nossos próprios sons.
E ser um com os outros ao nosso redor,
e até mesmo com aqueles que vieram antes,
e nos servir de todo o seu amor,
e passá-lo adiante mais uma vez.
Ter êxtase sobre êxtase sobre êxtase,
viver sem medo, negatividade ou dor,
e acordar todas as manhãs, feliz por fazer tudo de novo."
Leia mais em:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 5 álbuns obrigatórios para se ter uma boa base na música, segundo Regis Tadeu
Por que João Gordo não é mais amigo de Max Cavalera, segundo vocalista do Ratos de Porão
Agora é oficial: Ozzfest volta a acontecer em 2027
As três músicas do AC/DC escolhidas por Brian Johnson entre as suas favoritas
O clássico dos Beatles que John Lennon disse que deveria ter sido dos Wings
Guitarrista do Rush, Alex Lifeson conta por que parou de fumar maconha aos 72 anos
Por que Roger Waters cortou Paul McCartney em "Dark Side of the Moon"?
Sid Wilson faz primeira manifestação sobre saída do Slipknot
Troy Sanders comenta participação de Geezer Butler no novo álbum do Mastodon
Os 11 melhores álbuns do glam rock setentista, segundo a Loudwire
Faith No More iguala marca de Paul McCartney, Rolling Stones e Foo Fighters
Padre ouve Metallica pela primeira vez e diz que usaria música pra preparar homilias
A banda dos anos setenta que Neil Peart nunca se cansou de ouvir; "músicos muito competentes"
Os 10 melhores discos do metal alemão, de acordo com a Metal Hammer
Por que Ritchie Blackmore decidiu tocar com o Deep Purple, segundo o próprio

Jack White defende Meg White de críticas como baterista com um poema

5 hits de 2001 que ainda serão ouvidos 100 anos depois, segundo a Far Out
O músico que deixou Jack Black apavorado na hora de gravar; "Ele é uma lenda, é meu ídolo"
NME: os clipes mais legais da história, na opinião dos leitores


