The Hangovern lança álbum In Vertigo
Por Gabriel Stavele
Postado em 22 de agosto de 2023
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A banda The Hangovern lançou, em 18 de agosto, seu tão aguardado álbum, In Vertigo, nas principais plataformas musicais. O grupo paulistano compôs e gravou as 11 faixas do disco entre julho de 2022 e junho deste ano. A promoção do disco se deu, principalmente, com a disponibilização de dois singles: "Stop Crying" e "Anytime in My Mind".
Desde o início do projeto, a banda se comprometeu a se desafiar e explorar suas principais referências, que vão do blues das décadas de 1940 e 1950, passando pela fase de ouro do rock feito na Sun Records (principalmente Elvis Presley) até o apogeu do estilo, com a presença poderosa do Led Zeppelin e também dos Rolling Stones. Bandas mais "novas", como Black Crowes e Rival Sons, também ajudaram a nortear o que se tornou In Vertigo.
Antes de falar das músicas, vale destacar que In Vertigo diz respeito ao estado de vertigem que marcou não só o retorno das atividades do grupo, depois da dura pandemia da Covid-19, como também a missão hercúlea que é gravar um álbum de forma 100% independente. A capa do disco traz o signo da vertigem representado em arte moire. Em uma versão física limitada, os fãs terão a capa em 3D.
Podemos dividir In Vertigo em três blocos: rock/hard rock, blues/jazz, além da única balada do disco, "Anytime in My Mind". Há duas faixas que são verdadeiros petardos e com enorme potencial de se tornarem hits, "Stop Crying" – que teve ótima repercussão como primeiro single – e "It's So Easy", que abre o álbum com sua sonoridade de arena rock e com uma levada ao melhor estilo AC/DC.
Já "Never Look Back" e "Tell Me Where" (remasterizada), que foi lançada em formato single, no ano passado, são da leva de composições mais antigas que foram retomadas; ambas com fortes elementos de Hard Rock e que lembram os melhores momentos de The Who e Black Sabbath.
No caso de "Wilde Thing", cuja letra é uma adaptção do poema "Her Voice", de Oscar Wilde, e "Kiss of Death", a banda bebe na fonta da psicodelia e também esbanja a qualidade técnica de seus integrantes – Lee Dart (vocal), Marc Frey (guitarra) e Don Bronzatto (bateria) – com versões longas e nem um pouco previsíveis, que aliam peso, lirismo e as influências jazzísticas de Bronzatto, fã incondicional de lendas como Buddy Rich, Gene Krupa e Charlie Watts.
Passando para o lado bluesy de In Vertigo, é cativante ver um álbum passar de faixas de rock pesado para duas músicas que vão fundo na raiz do rock and roll. Em "From Memphis to Heaven", há a nítida sensação de que a banda voltou no tempo e gravou em um pequeno estúdio de Chicago ou Nova Orleans. Já em "In The Heat of the Night", o grupo faz uma homenagem aos pioneiros da música amefricana, com muito swing, piano e ginga. Com relação a "Babe You Make me Sick", o Led Zeppelin é homenageado com um hard blues que tem clara inspiração nos primeiros lançamentos do quarteto liderado por Jimmy Page.
E como In Vertigo é um tributo permanente, a faixa que fecha o álbum diz respeito a um vigoroso cover de "You'll be Mine", do mestre Howlin' Wolf. Mixado e masterizado por Marc Frey, o disco também contou com a participação do baixista Rafael Sianno – em "Tell Me Where", "Never Look Back" e "Stop Crying" –, enquanto Frey assinou as "quatro cordas" nas demais músicas.
Confira a track list:
Lado A
It’s So Easy
Never Look Back
Tell Me Where
Babe You Make Me Sick
From Memphis To Heaven
Lado B
Stop Crying
Anytime in My Mind
Wilde Thing
Kiss of Death
In the Heat of The Night
You’ll Be Mine
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