A crítica de Humberto Gessinger a matéria que usa charada para atrair clicks
Por Gustavo Maiato
Postado em 18 de janeiro de 2024
O baixista e vocalista Humberto Gessinger, do Engenheiros do Hawaii, expressou seu descontentamento com jornalistas que não são diretos e entregam a informação inteira nos títulos de suas matérias. O assunto surgiu durante entrevista ao Corredor 5.

"As tendências surgem e passam. É igual entrevista. Podcast é um perigo, né? Bom, é da linguagem do podcast tirar, fazer cortes, anunciar as coisas mais polêmicas. O mundo é assim hoje em dia. Eu assistindo jornal fico indignado. Eu pago dinheiro, assino, aí vem propaganda. E, além disso, as notícias no jornal digital não são mais tipo: ‘Grêmio contratou Soarez’. É assim: ‘Saiba quem é o centroavante que o Grêmio contratou!’ Cara! Você está pagando! E eles estão te dando uma charada! O que é isso! Que bosta que eu sou! [risos]. Aí vem: ‘Saiba quem é o novo ministro’. Porra, escreve logo quem é o novo ministro! Eu paguei essa coisa!"
Jornalismo clickbait é bom?
O jornalismo online tem sido marcado ultimamente pelo fenômeno do clickbait, onde os títulos são projetados para atrair a atenção, mas a notícia não corresponde ao que é prometido, resultando em decepção para o leitor.
No entanto, há casos em que os títulos, ao despertarem a curiosidade, realmente cumprem sua promessa, fornecendo conteúdo substancial e enriquecedor para o leitor.
Recentemente, o jornalista musical Regis Tadeu compartilhou sua opinião sobre a prática de clickbait em uma entrevista concedida a Gustavo Maiato. Ele ressaltou que no passado, especialistas em manchetes desempenhavam um papel crucial, e hoje essa responsabilidade recai sobre os títulos.
O jornalista destacou a necessidade de incluir no título informações que realmente se alinhem ao conteúdo da matéria, visando despertar o interesse genuíno das pessoas. Tadeu observou uma tendência atual em que a capacidade cognitiva das pessoas é comparada à de um ornitorrinco, indicando uma falta de raciocínio e leitura até o final. Ele enfatizou a importância de superar essa barreira e incentivar uma abordagem mais crítica por parte do público.
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