Mike Portnoy aponta a semelhança que existe entre Lars Ulrich e Neil Peart
Por Bruce William
Postado em 25 de junho de 2025
Quem vê Mike Portnoy tocando pode imaginar de onde veio tanta energia, teatralidade e precisão. E as referências por trás de seu estilo vão muito além da técnica, e envolvem bateristas que são virtuosos, mas que também possuem algo a mais, pois somente a técnica não é suficiente para que um músico entre para a história do rock - muitas vezes ela nem é necessária.
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Em entrevista ao canal do baterista El Estepario Siberiano, Portnoy citou os nomes que o marcaram no início da carreira. Keith Moon, claro, apareceu na lista, afinal foi vendo o baterista do The Who pulando, girando baquetas e roubando a cena que ele percebeu o tipo de músico que queria ser. Ringo Starr e Neil Peart também foram lembrados como referências centrais.
Mas o nome que mais surpreendeu foi o de Lars Ulrich. "Muita gente pega no pé dele por causa da técnica, mas ele sempre foi mais do que um baterista. Ele liderava a banda, escrevia setlist, cuidava do fã-clube, do merchandising, co-produzia os álbuns e co-compunha as músicas. Isso sempre me inspirou", disse Portnoy, em transcrição feita pelo Blabbermouth.
Segundo Portnoy, esse envolvimento fora do instrumento era justamente o que também o encantava em Neil Peart, que além de baterista do Rush era o principal letrista e se envolvia com a parte visual dos álbuns. "São esses caras que fazem mais do que apenas tocar que me servem de modelo", disse.
Sobre Lars, Portnoy ainda destacou o papel pioneiro nos primórdios do Metallica. "Quando surgiram, em 1983, foi um divisor de águas. Aqueles quatro primeiros álbuns tinham bateria agressiva e progressiva. Aprendi muito sobre metal ali." Ele também citou nomes como Dave Lombardo, Charlie Benante, Vinnie Paul e Mikkey Dee como influências daquela geração.
Ulrich pode não ser unanimidade entre bateristas, mas para Portnoy, seu impacto vai além da caixa e dos pratos. E isso, para ele, faz toda a diferença.
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