RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Com ex-membros da ELO, The Orchestra confirma show em São Paulo

Para Marty Friedman, errar sozinho no quarto é "como soltar um pum ao vento"

O álbum do Faith No More que inventou o nu metal, segundo guitarrista do Korn

O padre surdo que, sem querer, descobriu a voz de Bruce Dickinson

Geezer Butler nunca tinha tocado baixo antes de se juntar ao Black Sabbath

As músicas lentas do Slayer que são essenciais, segundo a Louder

Baixista da banda pré-System of a Down foi demitido por "não ser revoltado"

Música do novo álbum de Erik Grönwall fala sobre sua saída do Skid Row

Metallica amplia atuação em oitavo ano do "Metallica Scholars Initiative"

O clássico do rock que causou sono na plateia quando foi tocado ao vivo pela primeira vez

Quando o Guns N' Roses conquistou o Brasil: os históricos shows do RIR que mudaram tudo

A canção que abriu caminho pro Prog que Cher achou genial mesmo sem entender a letra

A música considerada a "ovelha negra" do "Black Album", segundo a Louder

Fernando Ribeiro admitiu dúvidas sobre seguir como vocalista do Moonspell

O hit do Foo Fighters que Dave Grohl odeia: "Parece uma canção dos Eagles"


Sepultura
Stamp

Ricardo Confessori quebra senso comum e diz que clima no Angra no "Fireworks" era bom

Por
Postado em 29 de abril de 2026

A fase de "Fireworks" costuma ser lembrada por muitos fãs como o momento em que o Angra já estava irremediavelmente rachado por dentro. A narrativa mais repetida é a de uma banda em clima insustentável, já sem diálogo e apenas esperando o fim da turnê para cada um seguir seu caminho. Em entrevista ao Ibagenscast, porém, Ricardo Confessori apresentou uma leitura diferente daquele período e contestou esse senso comum.

Angra - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal
Foto: Reprodução Encarte Angels Cry
Foto: Reprodução Encarte Angels Cry

Segundo o baterista, o grupo até vivia um contexto de desgaste e indefinição, mas isso não significava que os integrantes estivessem brigados o tempo todo durante a turnê. Ao ser confrontado com a ideia de que o Angra já estava "meio rachado" na época, ele respondeu: "É, mas assim, a gente se falava de boa, cara. A gente não tava brigado assim". Para Confessori, o clima era mais de incerteza sobre o futuro do que de guerra aberta nos bastidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O músico explicou que, naquele momento, a postura dos integrantes era quase pragmática. "Eu lembro que a gente meio falou assim: 'Ah, cara, vamos fazendo essas turnês aí, vamos vendo no que dá, né?'", recordou. Ou seja, havia um entendimento de que a prioridade era cumprir a agenda e observar como as coisas se desenvolveriam adiante. A crise, segundo ele, se agravava quando começavam a surgir conversas sobre um próximo disco, antes mesmo de questões anteriores terem sido resolvidas.

Angra e brigas no "Fireworks"

Confessori situou esse incômodo principalmente no campo empresarial. De acordo com seu relato, ainda no meio da turnê já apareciam propostas envolvendo produtores e possíveis planos para o álbum seguinte. Foi aí que, segundo ele, surgiu a sensação de que estavam empurrando decisões importantes sem antes arrumar a casa. "A gente não concordou em fazer outro disco, concordou em fazer essa turnê", afirmou. Em outro trecho, resumiu a irritação: "Parecia que o cara tava fim de rindo demência, né? Que não escutou o que a gente falou".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A fala dele também ajuda a separar duas coisas que, com o tempo, acabaram misturadas na memória dos fãs: o problema de gestão e o convívio entre os músicos no palco e na estrada. Para Confessori, a tensão não contaminava tudo o tempo inteiro. "Durante a turnê não tava esse clima. A gente falou assim: 'Velho, vamos tocar, vamos ser feliz'", disse. E reforçou: "Não foi tão ruim o clima assim, entendeu? Não tava tão ruim o clima assim".

Essa explicação surgiu justamente porque o entrevistador disse que a impressão geral sempre foi outra: a de que a excursão de "Fireworks" já transcorria num ambiente péssimo e que, depois dela, simplesmente não houve mais conversa. Confessori corrigiu essa leitura e indicou que, sim, existiu discussão sobre continuidade, só que de forma atravessada pelo empresariamento e pela falta de resolução de pendências antigas. Entre elas, ele citou dificuldades envolvendo documentos, contratos e a relação com parceiros de mercado, o que teria travado movimentos importantes da banda naquele momento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Para explicar por que essas conversas não podiam dominar o cotidiano da estrada, o baterista recorreu até a uma comparação forte. Segundo ele, não dava para discutir ruptura em qualquer hora, porque havia show para fazer e um compromisso artístico a cumprir. "Você tem que tá concentrado no show, no que você tá fazendo ali", afirmou. A ideia, em seu relato, é que havia um pacto tácito: tocar bem primeiro, deixar as decisões mais duras para depois.

No fim, o que Ricardo Confessori faz é relativizar uma versão cristalizada da história do Angra. Ele não nega que existissem problemas sérios na época de "Fireworks". Mas insiste que o retrato de uma banda permanentemente em guerra não corresponde totalmente ao que viveu. Havia desgaste, havia impasse e havia desconfiança sobre o rumo seguinte. Só que, no palco e no contato direto entre eles, o clima, segundo o próprio baterista, ainda permitia algo essencial: "A gente se falava de boa".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Confira a entrevista completa abaixo.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Eminence

publicidadeGustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Gustavo Maiato

Jornalista, fotógrafo de shows, youtuber e escritor. Ama todos os subgêneros do rock e do heavy metal na mesma medida que ama escrever sobre isso.
Mais matérias de Gustavo Maiato.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS