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Arte Musical

Jordan Rudess: a colaboração com Tony Levin e Marco Minnemann

Por Felipe Mascarenhas
Fonte: MusicRadar
Em 25/08/13

Em entrevista para Joe Bosso, do site MusicRadar, JORDAN RUDESS fala sobre a colaboração com TONY LEVIN e MARCO MINNEMANN.

De alguma maneira, durante a criação do novo álbum do DREAM THEATER, a criação de uma série sem fim de aplicativos musicais e a preparação para uma aventurosa gravação com a "Symphonic Theater Of Dreams" na Polônia, o tecladista JORDAN RUDESS conseguiu encaixar mais um projeto na sua lista - uma colaboração com o baixista TONY LEVIN e o baterista MARCO MINNEMANN.

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

"Foi uma dessas situações muito atraentes para um músico," diz RUDESS. "Não há limites. Marco e Tony criaram suas partes do jeito que quiseram, e então eu disso, "Certo. Agora sou eu, eu vou fazer a porra que eu quiser com isso aqui!' ", ri, e rapidamente completa, "mas, é claro, eu respeito e compreendo muito a história deles. Você realmente tem que tentar não tirar os interesses de ninguém dos trilhos, mesmo quando você permite que sua imaginação corra solta."

Talvez a melhor coisa do Levin Minnemann Rudess, o primeiro, e homônimo, álbum do trio (com lançamento marcado para o dia 5 de setembro), é que mostra músicos deslumbrantemente talentosos e técnicos que são dedicados ao absoluto entretenimento. A 'groove' é enorme, e os riffs são deliciosamente 'riffstáticos', e a enorme carga de sons e texturas nos leva a um estado de êxtase constante. MusicRadar sentou com JORDAN RUDESS recentemente para falar sobre como esse elo mental e musical nasceu.

MusicRadar: Então, vamos começar pelo começo: o nome. Houve alguma queda de braço pra decidir sobre qual seria a ordem dos nomes?

Jordan Rudess: O nome apenas saiu - Levin, Minnemann, Rudess. Pensamos muito pouco sobre isso. Nós não invertemos nem tentamos outras combinações. Na verdade, Tony também foi produtor nesse projeto, então talvez foi assim que o nome dele foi parar na frente. Ele e Marco começaram antes de mim - eu entrei porque eles precisavam de um tecladista pra completar a música. Então eu acho que o jeito como a coisa aconteceu ditou a ordem dos nomes. Eu sou bem tranquilo, então eu disse "Certo, tá bem."

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MusicRadar: Você já tocou com Tony e Marco separadamente, mas essa é a primeira vez que vocês três trabalharam juntos. Como isso aconteceu?

Jordan Rudess: "Tony e Marco já vinham trabalhando juntos havia alguns meses, trocando idéias sem pensar sobre ter quem mais estaria envolvido. Eu nem sabia de nada disso. Eu acho que eles chegaram num certo ponto em que Scott [Schoor], o co-produtor, disse, "Nós precisamos de outro músico."

Eu recebi um e-mail perguntando se eu estaria interessado; eu não acho que tenha sido o único, mas eu levei bem a sério. Parecia ser uma coisa tão bacana. Eu adoro trabalhar com Tony - eu o acho supreendente - e MARCO MINNEMANN é um dos meus bateristas favoritos no planeta. Eu estava interessado e passei por um processo para tentar descobrir como eu poderia me envolver. Uma coisa que me levou pra esse projeto foi quando Scott disse, "Isso vai te levar uns 10 dias, duas semanas. Apenas comece, coloque a sua vibração nas faixas, improvise um pouco, veja o que você sente. Grave tudo e mande pra mim, vou mexer um pouco com isso.

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Isso soou legal. "Ah, só vou dar as minhas improvisadas. Vou brincar um pouco e terminar tudo em cinco dias." Então eu aceitei. Eles me mandaram o material, eu comecei a ouvir e a primeira coisa que eu pensei foi "Meu Deus, isso não é o que eu achei que fosse. Esse é um grande álbum." Algumas das coisas já tinham sido estruturadas por Marco; ele basicamente escreveu algumas das músicas, apesar de serem basicamente apenas baixo e bateria, mas ele toca alguma guitarra.

Apesar de estar tudo bem em aberto, havia alguma estrutura ali - vários ritmos legais. Então essa coisinha na qual eu ia colocar algumas jams e improvisos se tornou uma coisa muito séria, progressiva, o projeto de um disco de fusion, pra mim, que levou provavelmente seis semanas pra fazer, indo pro estúdio e trabalhando nisso todos os dias. Foi como um quebra-cabeças musical.

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MusicRadar: Como assim?

Eu fiz depois; de fato, eu coloquei a última nota desse álbum há um mês, mais ou menos. Aconteceu rápido. Scott me disse "nós vamos lançar isso; já estou colocando tudo em movimento. Já vamos imprimir tudo. Me mande as suas faixas terminadas assim que você puder (risos).

MusicRadar: Marco Minnemann tocando guitarra pode surpreender muitas pessoas.

Jordan Rudess: É, nem eu mesmo foquei nisso direito. Quando eu descobri Marco pela primeira vez, quando estávamos fazendo as audições pro Dream Theater, eu vi que ele tinha um bocado de discos solo. Então eu me dei conta de que ele faz todo o tipo de coisa. Mas então deixei isso passar e pensei nele mais como um baterista. Só quando esse álbum veio à tona e eu fui olhar algumas coisas que ele tinha escrito, e eu fiquei tipo "uau, ele é um grande compositor, e tá tocando guitarra também. É por isso que eu gosto desse cara. Ele é um músico completo.

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MusicRadar: Ninguém tentou mexer nos seus teclados, tentou?

Jordan Rudess: Não, ninguém tentou, o que é bom, porque eu não teria deixado.

MusicRadar: A sua abordagem ao tocar nesse álbum foi diferente da sua abordagem ao tocar num álbum do Dream Theater?

Jordan Rudess: A grande diferença é que, falando de estilos, esse projeto, assim como as coisas do Liquid Tension, são totalmente abertas. A natureza disso foi "o que é que JORDAN RUDESS pode trazer pro projeto?" Não foi muito como "Certo, isso é o DREAM THEATER. Nós temos uma grande janela de possibilidades. Mas, sabe, se está fora daquilo - eu não gosto de chamar de 'caixa' - mas se está fora daquela janela de idéias estilísticas, então deixa de ser DREAM THEATER.

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Como quando eu comecei com o DREAM THEATER anos atrás, eu trouxe tantas idéias - mais do que eles queriam ouvir. Com algumas coisas, eles me disseram, "É, isso é muito bacana, mas guarde pro seu álbum solo" (risos). Ou "Isso é maravilhoso... mas a gente meio que não toca música eletrônica." Ou então era, "Uau, esse é o melhor jazz que eu já ouvi - nós não tocamos isso." Mas com esse projeto, ninguém disse coisas desse tipo. Eu coloquei todos os tipos de sequências lá, fiz algumas coisas meio Chick Corea, toquei coisas de trás-pra-frente - eu fiz uma festa. Eu tinha uma grande paleta de cores e joguei tudo no quadro.

MusicRadar: Na música Mew, eu ouvi uns sons tipo smooth jazz que eu não imagino que estariam num disco do DREAM THEATER.

Jordan Rudess: É, claro. Sabe, meu trabalho principal é o DREAM THEATER, e eles não incluiriam esse estilo. Mas nesse caso, eu estava trabalhando com músicos que sentiram um ritmo que estava tendendo pra um certo lado, então eu disse "Deixa eu ligar um piano elétrico e me divertir um pouco!" Sabe, estilisticamente, pessoalmente, eu sou como uma gelatina - vou em qualquer direção. Eu gosto de tudo, e o que eu realmente gosto é de colocar tudo isso junto.

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MusicRadar: Marcopolis tem uma pegada de rock progressivo à moda antiga. O riff lembra um Deep Purple vintage.

Jordan Rudess: É, o riff principal é intenso. Quase me lembra Jeff Beck e Jan Hammer. Aquela parte, transformar isso naquele tipo de coisa, foi contribuição minha, mas o baixo e a bateria já estavam lá.

MusicRadar: O baixo em Descend está num tom ultra-baixo. Você que fazer ajustes no que você toca, ou quais programas você usa pra combinar com aquele tom?

Jordan Rudess: Há vários tons baixos ali, mas está tudo bem, porque é Tony Levin. Ele chega até o chão, definitivamente. Sabe, no meu papel, eu tenho que deixar meu ego de lado. É engraçado: alguém estava ouvindo uma música do DREAM THEATER dia desses, e disse "É, isso é ótimo, mas quando é que você aparece?" E eu fiquei meio "o quê? Eu tou tocando. Eu tou tocando um som bem, bem pesado." Eu tenho um grande papel com o DREAM THEATER: algumas vezes eu sou o coral, os metais, as cordas - tudo. Mas muitas vezes eu estou tocando sons muito pesados.

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No caso desse álbum, eu toquei coisas em tons bem baixos. Tem uma parte em que Tony está tocando um solo de baixo, mas eu tou tocando alguma coisa num tom ainda mais baixo no teclado. Eu fui como um cientista maluco em muitas partes. Eu arrebentei algumas coisas, como o Continuum; fiz alguns sons espaciais com o SampleWiz no meu iPhone e iPad; Eu processei algumas coisas usando algumas ferramentas sônicas do IOS, colocando-as no Logic e brincando com elas. É tudo uma diversão. Eu adoro tentar tudo e tentar de tudo e ver o que funciona.

MusicRadar: O DREAM THEATER não vai pegar a estrada até janeiro, nesse meio tempo, será que você, Tony e Marco tocarão ao vivo?

Jordan Rudess: Tony tem a melhor resposta: "Nós temos apenas um álbum. Não dá nem 90 minutos de música." E sabe, no mundo de Tony, ele tem tantas coisas bacanas com as quais ele faz turnês, e são longa, então nós não vamos tocar. Se esse álbum der certo, nós podemos até fazer um outro e aí, nesse caso, poderíamos sair por aí.

Confira no vídeo abaixo uma das músicas do projeto Levin Minnemann Rudess (Note que o áudio não está masterizado):

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Sobre Felipe Mascarenhas

Nascido em Salvador, na Bahia, é amante da música, frequentador de shows e nas horas vagas, traduz matérias e entrevistas para o Whiplash.Net. Ouve tudo aquilo que lhe agrada, mas desde que ouviu Metallica pela primeira vez, em 2001, bandas de rock e heavy metal nunca mais saíram das suas playlists.

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