Lamb of God: juntos somos capazes de muito mais

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Christopher Krovatin da revista Revolver entrevistou recentemente o baterista Chris Adler, do LAMB OF GOD. Seguem alguns trechos da conversa.

Revolver: Como vocês estão se sentindo por ter seu vocalista são e salvo?

Chris Adler: É bom. Foi uma situação realmente assustadora, e ainda é. O Randy [Blythe] tem de voltar [à República Tcheca] em janeiro para ser julgado [pelas acusações de homicídio advindas da morte de um fã em um show do LAMB OF GOD em maio de 2010]. Mas o processo passou de muito, muito assustador, quando chegamos em Praga, para muito frustrante quando tentamos superar todos os obstáculos diante de nós para trazê-lo para casa e tentar resolver a situação. No momento em que ele veio para casa, estávamos muito irritados ao tentar ajudar, porque fizemos tudo o que pudemos e nada funcionou. Foi definitivamente um alívio imenso encontrá-lo no aeroporto naquela noite e há poucas semanas atrás tocamos no Knotfest em Iowa e Wisconsin, e foi ótimo subir no palco e botar a raiva para fora. Não poderíamos fazer disso um retorno ou coisa assim, mas havia uma energia especial no público. Eles estavam realmente felizes por estarmos lá para fazer nosso negócio.

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Revolver: Vocês estão prestes a embarcar nessa turnê com o HATEBREED e o IN FLAMES. Está tudo pronto pra isso?

Chris Adler: Definitivamente. Já estamos falando em fazer umas coisas novas, mandar umas músicas novas. Estamos realmente empolgados para chegar lá - a energia que tivemos nos Knotfests foi realmente especial. Uma das coisas boas dessa situação, para mim, é que quando algo desse tipo acontece, você percebe o quão vulnerável você fica e te faz compreender a sua sorte por fazer o que faz. Estou super empolgado em fazer turnê com a SYLOSIS - uma das minhas bandas favoritas nesse momento, com quem viajamos o mundo. Vai ser ótimo.

Revolver: O "Resolution" foi um grande álbum quando sair no início desse ano. Você acha que o LAMB OF GOD permaneceu proeminente enquanto algumas outras bandas caíram na sarjeta?

Chris Adler: É difícil dizer. Há tantos passos que podíamos ter dado que poderiam ter significado o nosso fim, ou o de qualquer uma dessas outras bandas. Não é totalmente uma surpresa. Temos sorte em continuar fazendo isso. Figurar nas listas dos melhores, lançar discos Top Tem da Billboard, receber indicações ao Grammy, essas coisas são completamente insanas. Eu não sei de onde vem metade disso, porque isso foi algo que jamais tentamos fazer. Nós simplesmente amamos fazer música, nós nos respeitamos, curtimos trabalhar juntos. Então acho que um passo em falso que muitos caras dão, e é difícil lidar com a situação de se estar numa banda por 17 anos, é manter uma formação constante. É fácil ficar de saco cheio do outro ou da rotina - ter de cair na estrada ou ser criativo em dado momento. Ou são as amizades. Por muito disso, você está numa espécie de tubo de metal viajando com o outro 24 horas por dia e 7 dias na semana durante anos. Já passamos por isso. Mas nós realmente nos respeitamos, e percebemos que juntos somos capazes de muito mais do que qualquer um de nós individualmente.

Leia a entrevista na íntegra (em inglês) na Revolver.




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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