Shadowside: "Colocamos nas músicas tudo que queríamos fazer!"

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Por Ben Ami Scopinho
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É inegável que o Shadowside esteja conseguindo resultados reais com sua música. E rapidamente! Natural de Santos (SP) e na ativa desde 2001, o pessoal está liberando seu segundo álbum, o excelente "Dare To Dream" via LCM / Radar Records, que aposta em uma musicalidade diferente da apresentada por seu respeitável antecessor.

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Tendo em sua atual formação Dani Nolden (voz e teclado), Raphael Mattos (guitarra), Edu Simões (baixo) e Fabio Buitvidas (bateria), o Whiplash! conversou com sua atenciosa vocalista pouco depois que o Shadowside retornou dos Estados Unidos. E a menina mostra, com seu característico bom-humor, a vontade de vencer com trabalho honesto!

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Whiplash: Olá pessoal! Espero que estejam passando por alguns momentos de descanso depois da maratona de apresentações dos últimos tempos. Há muita história legal em seu Myspace! Como "Dare To Dream" foi recebido pelos espanhóis e norte-americanos?

Dani Nolden: Descanso? O que é descanso? (risos) É bom voltar pra casa, mas nós estamos em um momento tão bom que é difícil ficarmos parados. Logo que voltamos da turnê mais recente nos Estados Unidos, há apenas algumas semanas, já comecei a ficar entediada de ficar em casa (risos). Aproveitei o momento para escrever material novo, acredito que os rapazes estão fazendo o mesmo. O "Dare To Dream" foi tão bem recebido até o momento, que isso me inspirou a compor ainda mais. Foi muito legal chegarmos à Espanha, com o disco recém-lançado e encontrar as pessoas já cantando as músicas, vejo isso como um lado extremamente positivo do compartilhamento de arquivos pela internet. A crítica tem sido positiva, tanto nos lugares que já nos receberam ao vivo, quanto nas cidades e países que ainda não visitamos, então estamos bem animados e satisfeitos com o resultado do trabalho.

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Whiplash: Quando o Shadowside iniciou suas atividades, vocês tinham praticamente saído da adolescência, e creio que o título "Dare To Dream" revela um pouco do perfil da banda no atual momento. Como estão se sentido? Afinal, deram passos gigantescos em um curto prazo de tempo...





Dani Nolden: "Dare To Dream" foi mesmo inspirado na nossa própria história. Na verdade, metade da banda ainda estava na adolescência quando as coisas começaram a acontecer. Tudo que está se passando hoje, dentro da banda, era algo tão distante há pouco tempo atrás. Em 2000, parecia impossível conseguirmos gravar e lançar um CD, então em 2001, quando conseguimos lançar o primeiro material, ainda que independente, parecia impossível conseguirmos tocar em um grande evento, porém, um ano depois, já estávamos tocando com o Nightwish e mais alguns anos depois, lançando um álbum com distribuição de uma major (Universal Music) e em turnê com o Helloween no Brasil. Depois nos perguntávamos se algum dia conseguiríamos fazer uma turnê internacional, e hoje converso com você depois de cinco turnês pelos Estados Unidos e duas pela Espanha.

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Dani Nolden: Ainda temos muito para caminhar e crescer, é claro, mas isso deixou bem evidente para mim que sonhos podem se tornar realidade e isso não se limita apenas a uma banda, serve para quem quer mudar de vida, quem quer um emprego novo. Existem sonhos mais complicados e distantes que simplesmente atingir objetivos na música, mas você nunca vai saber se conseguiria chegar onde queria se não tentar. Talvez, mesmo que você não consiga tudo o que sonhou, provavelmente vai estar melhor que quando começou e isso sempre é algo positivo. Você apenas precisa estar preparado para as mudanças na sua vida... Eu não posso dizer que estávamos naquela época. Eu fico feliz por dois motivos, atualmente: por estar conseguindo alcançar o sucesso profissional e por ter uma família e amigos que mantém meus pés no chão. Eu sempre digo a eles que, se eu mudar em qualquer aspecto, eles devem me estapear até eu voltar ao normal. (risos)

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Whiplash: O novo álbum mostra uma reorientação considerável em sua música, que soa mais autêntica. Esta mudança foi planejada, ou os novos arranjos, mais melódicos e modernos, simplesmente fluíram neste sentido?

Dani Nolden: Foi um pouco dos dois. Parte disso é pela evolução natural e por estarmos mais maduros hoje. A tendência é melhorar cada vez mais, quando você sempre desafia seus limites e tenta coisas novas. É bom ter a consciência de que você sempre tem algo a consertar ou melhorar, isso te incentiva a continuar aprendendo... Você é o melhor até surgir um moleque que faz as coisas muito melhor do que você (risos). Nós trabalhamos para crescer o tempo todo e isso acabou refletindo nas músicas. A parte planejada foi a de que decidimos tirar de nossa música tudo que achávamos que não nos representava ou soava parecido com outras bandas. Por mais que nós sejamos grandes fãs de bandas como Judas Priest, existe apenas um Judas Priest e nós não temos pretensão de ser como eles. Nós somos apenas Shadowside e colocamos nas nossas cabeças que tentaríamos conquistar nosso público, independente de tendências, cópias ou qualquer coisa assim. Nós simplesmente criamos a coragem de colocar nas músicas tudo aquilo que queríamos fazer, mas que não encontrávamos referências em outras bandas. Experimentamos com os dois extremos, tanto coisas mais pesadas e intensas quanto passagens mais melódicas, combinados com um pouco do que já é tradicional no estilo e o que é mais moderno, mantendo a energia que sempre tivemos. Tudo isso muito cru, muito direto, espontâneo, como se estivéssemos tocando ao vivo. O disco é um tapa na cara com uma mão e um carinho com a outra (risos).

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Whiplash: Considerando que o público headbanger não é muito afeito a mudanças, como vem sendo a recepção a esta nova proposta?

Dani Nolden: Excelente, e eu não esperava essa aceitação tão imediata! Fiquei muito feliz lendo os primeiros comentários sobre o disco, porque achei que os fãs mais antigos se assustariam com a mudança, apesar de eu mesma não achar que foi algo tão drástico assim, já que mantivemos nossas características, como as melodias marcantes, a energia, o peso e objetivo de divertir a nós mesmos e aos nossos fãs também. Mas pensei que levaria algum tempo para que aqueles que nos acompanham há algum tempo percebessem isso também, então eu estava preparada para esse tipo de reação da parte deles e torcia por uma reação positiva das pessoas que ainda não nos conheciam. Mas acabamos percebendo que a maioria dos fãs gostou ainda mais do direcionamento que tomamos agora e pessoas que não gostavam de nós antes ou eram indiferentes a nós passaram a gostar. Vejo que estamos no caminho certo e que as pessoas não apenas entenderam nossa proposta, como aprovaram o fato de deixarmos nossa identidade mais evidente. Acredito que se faz algo de forma sincera, você acaba se divertindo no processo e isso reflete no seu trabalho.

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Whiplash: Houve imprevistos que espremeram para apenas 25 dias o processo de gravação do álbum. O que aconteceu, afinal?

Dani Nolden: Nós já sabíamos das dificuldades... Orçamento curto, estúdio não disponível por todo o tempo que nós queríamos, além de termos recebido um convite para uma turnê pelos Estados Unidos bem no meio do processo de composição. Nos vimos presos entre a pré-produção e ensaios com o então novo guitarrista Raphael Mattos. Entramos em estúdio pouco antes da viagem, então já sabíamos que teríamos pouco tempo para gravar, mas esse tempo ficou uma semana mais curta devido ao falecimento da mãe do Dave Schiffman, o produtor. Ele teve que voltar aos Estados Unidos, então retornou para o Brasil para continuar o trabalho, ele foi muito profissional em uma situação tão delicada. Para nós, gravar em pouco tempo acabou sendo algo positivo, pois não nos deu tempo de ficar pensando e repensando em arranjos, apenas tocamos o que nos parecia certo no momento e o resultado foi algo autêntico, como você mesmo reparou. Nem sempre adianta você ficar refazendo as coisas, já que um músico sempre vai achar que dá para mudar alguma coisa, após um ano de lançamento e alguém sempre vai dizer que preferia alguma música feita de um outro jeito... (risos). O disco é uma representação bem fiel do que estava em nossas cabeças naquele momento.

Whiplash: O quanto a produção de Dave Schiffman (System Of A Down, Audioslave) e masterização de Howie Weinberg (Metallica, Iron Maiden, Pantera) influenciou na sonoridade das novas composições? Como foi trabalhar com este pessoal?

Dani Nolden: Praticamente não tivemos contato com Howie, mas trabalhar com o Dave teve impacto na nossa forma de compor, eu não tenho dúvidas disso. Ele não criava as coisas por nós, ele apenas incitava nossa criatividade de formas diferentes. Quando algo soava absurdo para nós, ele apenas dizia ‘não é absurdo, apenas não é clichê, comum ou usual’, ou qualquer coisa assim. O lema era experimentar e não descartar uma ideia antes de ouvir a mesma sendo tocada. Sem ele no estúdio, eu mesma teria descartado diversas das minhas próprias ideias. Uma dessas ideias deu origem a uma música que foi composta já dentro do estúdio de gravação e se tornou uma das favoritas do público nos shows: "In The Night". Foi divertido e interessante trabalhar com ele, porque ao invés de simplesmente fazer um arranjo por nós, ele dizia ‘essa parte precisa de movimento’ e deixava que nossa imaginação e criatividade decidisse o que nós entendíamos por ‘movimento’. Coisas assim nos estimulavam, foi como uma constante caça ao tesouro, pela música ‘perfeita’. (risos) O legal de tudo isso é que mantivemos as coisas feitas 100% pela banda, com nossa identidade e nosso sentimento.

Whiplash!: Em seu release há a citação ‘... Muitos tem se esquecido do verdadeiro espírito do Rock...’. Creio que a rebelião que orienta os passos das bandas de rock se encontre geralmente no underground e, uma vez no círculo dos grupos de sucesso, a tendência é o comodismo. Como o Shadowside contornaria uma situação assim no futuro? Há muita pressão sobre os grupos de primeiro escalão...

Dani Nolden: É verdade, sempre existe muita pressão, mas acredito que isso é um problema maior quando as bandas estão crescendo, não quando estão no topo. Quando uma banda está vendendo muito, ela conquista o direito de dizer ‘não’ para muitas coisas. A maioria das grandes bandas fez história sendo diferente, especial, de alguma forma.

Dani Nolden: Eu vejo como atitude e espírito do Rock como você fazer o que você gosta e acha que deve fazer, sem tentar agradar ao mundo inteiro, sem medo de correr riscos. Se funcionar, excelente. Se não funcionar, vamos nos divertir no processo. Sei que soa meio hipócrita falar que eu recusaria um contrato milionário em troca de fazer algo mais comercial, mas é a verdade. Acho que nenhum de nós na banda conseguiria ser natural ou convincente tocando algo que não gostamos. Não sei, penso que não existe uma forma de realmente contornar uma situação como essa. Você precisa apenas tomar uma decisão e seguir em frente com ela. A nossa foi a de que tentaremos ir o mais longe possível fazendo a música que gostamos.

Whiplash: Vocês assinaram com a LCM / Radar Records para colocar "Dare To Dreams" nas lojas do Brasil. O que rolou com a Chavis Records, que possibilitou que o disco anterior, "Theatre Of Shadows", fosse lançado nos EUA? Há algo definido sobre o lançamento do novo álbum no mercado externo?

Dani Nolden: A Chavis Records fez uma proposta para lançar o "Theatre Of Shadows" mundialmente, então aceitamos para ver o que eles fariam. Eles abriram algumas portas para nós, possibilitaram o início de nossas turnês pelos Estados Unidos, mas chegou um momento que percebemos que eles não poderiam nos fazer crescer mais que aquilo e que estávamos perdendo algumas oportunidades por estarmos presos a um selo. Por isso, decidimos estudar melhor as opções para o "Dare To Dream". Recebemos algumas propostas, algumas boas, outras nem tanto. Gravadoras maiores ficam em contato, estudando o que fazemos, o que conquistamos sozinhos. Talvez o disco tenha uma edição internacional no ano que vem, mas não estamos com pressa para fazer isso acontecer, já que temos a distribuição lá fora e estamos vendendo bem em shows e pela internet. Quando acontecer, será algo estudado com muita calma, para que seja algo vantajoso para a banda, para a gravadora e para os fãs.

Whiplash: O Shadowside veem tocando sistematicamente. Para divulgar o novo álbum, a "Wake Up Screaming Tour" já rodou alguns Estados do Brasil, passou pela Espanha e, nem bem voltaram dos EUA, já encaram a 26ª Expomusic, em São Paulo. Seus músicos já conseguem sobreviver da música ou ainda é necessário exercer alguma atividade paralela?

Dani Nolden: Sim, todos nós estamos envolvidos apenas com música. Ainda não arriscamos viver apenas de Shadowside, afinal estamos tocando bastante, mas não ganhamos rios de dinheiro e não podemos nos dar ao luxo de ficar sem uma fonte de renda para quando não estamos em turnê. Mas somos produtores, dois membros da banda tem seus próprios estúdios, então conseguimos sobreviver sem nos afastarmos da música e sem prejudicar ou atrasar o crescimento da banda.


Whiplash: Vocês possuem apenas três registros, mas seus contatos para apresentações no exterior são consideráveis. Há ótimas bandas em nosso underground, e muitas encaram os palcos de outros países na condição de simples 'mochileiros'. Com sua experiência, que conselhos o Shadowside daria a este pessoal?

Dani Nolden: Que procurem não encarar os palcos de outros países como ‘mochileiros’. Isso é algo perigoso e pode ser um grande investimento que não dá resultado. Você pode dar uma sorte e conseguir chamar a atenção de alguém fazendo uma turnê em condições ruins, mas eu nunca gostei muito de contar com a sorte apenas. Procure um bom agente para marcar shows para você, seja sempre profissional ao tratar com ele. Não procure o agente de um Metallica se você está começando, mas também não aceite alguém que não pareça ser bom para a sua carreira. É importante sonhar, mas você também precisa ser realista sobre sua atual situação e encontrar formas de crescer para chegar onde se quer. Para bandas novas, a internet é sua amiga, especialmente sites como o MySpace. Incentive as pessoas a espalharem a música, crie uma base fiel de fãs que queiram fazer parte do seu Street Team, cheque a reputação das pessoas que se dizem interessadas em trabalhar com você.

Dani Nolden: As condições no começo provavelmente não serão as melhores, mas você precisa ter a segurança de que não ficará sem teto, sem comida e voltará para casa. Parece o óbvio, mas muitas bandas novas, despreparadas para lidar com essas coisas, acabam se colocando em situações perigosas.

Dani Nolden: Nós começamos como a banda de abertura do Indianapolis Metal Fest, disponibilizamos várias músicas no MySpace, trabalhamos diariamente em levar a Shadowside para cada vez mais pessoas online. Inicialmente isso não deu lucro algum, mas as pessoas gostavam da música, passavam a frequentar o site, chamavam os amigos e isso resultou na nossa primeira turnê, que tornou possível uma segunda e uma terceira... E um ano depois, nós tocamos no mesmo Indianapolis Metal Fest, mas como uma das bandas principais ao lado de bandas como Kittie e Divine Heresy. Isso abriu as portas para shows na Espanha, que por sua vez gerou o interesse de outros países na Europa, que são lugares que ainda não visitamos. O mundo da música exige muita paciência, determinação e força de vontade. É como subir as escadas, um passo de cada vez.

Whiplash!: Apesar de o novo álbum ter sido liberado há pouco, vocês já tem material para seu sucessor, certo? Considerando que o Shadowside não possui reservas em modificar seu som, há algo que poderiam adiantar sobre a linha das novas composições?

Dani Nolden: Eu tenho, sei que Raphael também tem! E não tenho dúvidas de que ele será ainda mais pesado. Depois que você se ‘acostuma’ com o peso, você quer mais (risos). Eu ainda não sei se virá com mudanças, as músicas ainda estão em pedaços e não assumiram uma forma definida, isso é algo que provavelmente vamos saber apenas depois de nos juntarmos e terminarmos as músicas juntos, como uma banda. Mas posso adiantar que será um material muito especial. Algo muito pesado, muito musical, intenso e cheio de personalidade. Ao menos uma das músicas terá um refrão grandioso, mas dentro da nossa identidade. Nós não temos medo de arriscar... Nos aguardem! (risos)

Whiplash: Uma curiosidade... Dani Nolden se mostra uma garota bastante interessante. Houve algum assédio realmente bizarro recebido por parte dos fãs?

Dani Nolden: Mais ou menos... Alguns me assustam um pouquinho (risos). Como eu disse antes, eu mantenho meus pés no chão, então eu não me acho tão interessante assim (risos). Nunca sei o que dizer quando me pedem em casamento, sempre achei que era brincadeira até um ficar parado esperando a resposta. Sempre existem aqueles, em algumas ocasiões aquelas, que são um pouco mais ‘atirados’, mas não é tão difícil lidar com isso. Sempre tem um ou dois cavalheiros por perto dispostos a me ajudar para conter a animação (risos).

Whiplash: Ok, Dani, o Whiplash! agradece pela entrevista! Fique à vontade para as considerações finais...

Dani Nolden: Muito obrigada pelo apoio e espaço! Espero que todos se divirtam com a entrevista, com o "Dare To Dream" e, quem não se divertir, vá a um show que faremos você bater tanto a cabeça que você vai acabar mudando de opinião! (risos) Mal posso esperar pelos shows aqui no Brasil, estamos com saudade do público daqui. Grande abraço a todos!

Contato:
http://www.shadowside.ws
http://www.myspace.com/shadowsideband

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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