Vício: Phil Anselmo relata como é ser viciado em heroína

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Por César Enéas Guerreiro, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Em 16 de março de 2009, o ex-PANTERA e atual vocalista do DOWN, Philip Anselmo, falou de maneira emocionada e sincera sobre sua carreira musical e seu envolvimento com as drogas – e seus perigos – em uma palestra na Loyola University em Nova Orleans, Louisiana (EUA).

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A seguir, vários trechos da seção de perguntas e respostas, que foram transcritos pelo BLABBERMOUTH.NET.

Sobre seu histórico de abuso de drogas:

Anselmo: “Na verdade, não há uma razão que eu possa identificar [para eu ter começado a consumir drogas]. Eu sou um extremista em relação a tudo. Em qualquer coisa que eu decida fazer, sou um extremista absoluto – não consigo explicar melhor que isso. E eu tinha uma lesão; lesionei minhas costas num... Não sugiro isso a ninguém, mas eu costumava subir no sistema de PAs e mergulhar de cabeça na platéia ou no concreto, o que estivesse me esperando; não fazia diferença. Eu atacava – eu atacava no palco, e paguei o preço por isso. Acabei me ferindo e, como se eu colocasse um Band-Aid pra curar um câncer... Quando você desloca um disco nas sua coluna vertebral, começa essa coisa chamada doença degenerativa de disco, o que significa que, se um vai pro saco, o seguinte também vai e assim por diante.


Bem acho que foi na época em que o álbum ['Far Beyond Driven', lançado pelo PANTERA em 1994] chegou à posição Nº 1. Eu fiquei petrificado. Mas não me leve a mal, eu fiquei feliz pra caramba – eu pensei ‘Meu Deus, é isso aí!’ Naquele momento eu tinha acabado de passar por uma consulta com um médico – para fazer minha segunda ressonância magnética – e fiquei sabendo que tinha deslocado dois discos. Aí, para continuar sendo aquele Super-Homem que a mídia tinha feito de mim, eu tinha que acabar com aquela dor. Então eu comecei a tomar regularmente analgésicos e relaxantes musculares. Mas o que acaba acontecendo é que você começa a subir a escadaria dos analgésicos, porque eles mentem pra você; eles intensificam a lesão. E você só fica pensando nisso – na lesão e nos analgésicos.

E comecei a subir a escadaria – analgésicos cada vez mais fortes – e você começa a ouvir, e você sabe bem o que é, quando a platéia olha pra você de um jeito diferente, quando seus companheiros de banda olham pra você de um jeito diferente – ‘Cara, o que há de errado com o Phil? O que há de errado com o Phil?’ – você começa a ficar cansado; você fica de saco cheio. Você se sente como um super-homem de 20 e poucos anos – a idade que eu tinha; você quer surpreender todo mundo, mas você não consegue mais – você simplesmente não consegue mais sair por aí porque isso machuca demais ou porque você está chapado demais. E quando todo mundo começa a te oferecer essa viagem, é aí que você fecha a porta e a agulha penetra em você. E desse momento em diante, você está sozinho, numa viagem, e eu não recomendaria isso pra ninguém nesta sala – não recomendaria pro meu pior inimigo – essa viagem em particular”.

Se a gravadora glorificou seu vício em drogas:

Anselmo: “Certamente que não. Normalmente, a gravadora não se envolve e é a última a saber. Eles são os ‘mecânicos’. Mas vou te dizer o que acontece. Quando você assina um grande contrato com uma gravadora – coisa que nem sei mais se existe hoje em dia, já que o sistema da música ficou muito diferente – mas, nos anos 90, quando você assinava um contato, havia assessores de imprensa, havia milhões de tentáculos e ‘satélites’ que faziam o trabalho por você. Mas normalmente um assessor de imprensa é aquele que faz de tudo pra que seu rosto saia na capa das revistas – os Kurt Cobains, os Layne Staleys... A propósito, descansem em paz. E eu – destruído, drogado, patético, acovardado – em destaque nas capas das revistas, e... você não tem escolha a não ser aceitar tudo, como se estivesse sob um microscópio.

Mas ei, isso é um capítulo da sua vida, cara – isso nunca desaparece. E eles glorificam você; quando você está no topo do mundo, eles constroem a sua imagem – isto é, a mídia – eles constroem a sua imagem... MTV, revistas, VH1 – não importa – eles te transformam no Superman. Mas quando o Superman tropeça, é como o velho ditado, cara: Quando você se torna grande o suficiente para conseguir enxergar além do muro, aí as pessoas começam a jogar pedras em você. Quando o Superman falha, cara, eles julgam o seu talento, suas realizações, suas mancadas e resumem sua vida toda em um só parágrafo. E isso machuca. Machuca porque você sabe que eles não te conhecem. Eles não te conhecem de verdade, eles não sabem das suas dificuldades, eles não sabem como é a sua vida. Na verdade, muitos jornalistas e pessoas da mídia são músicos frustrados, que não realizaram seus sonhos. E essa é a verdade”.


Se ele ainda não confia na mídia:

Anselmo: “Nem um pouco. Nem um pouco. Porque... Sejamos sinceros... O caso é o seguinte: Quando o PANTERA estava se separando, eu era um animal ferido. Meu ânimo estava esgotado. Eu poderia estar drogado de um jeito ou de outro. Eu montei uma outra banda, um projeto paralelo – o SUPERJOINT RITUAL – que começou a fazer sucesso quando o PANTERA ainda estava na ativa, aí veio essa coisa da mídia. Uma guerra de palavras através da imprensa. Era só sentar e ler...

Basicamente, o que aconteceu foi que eu dei aquela entrevista pro cara [referindo-se a uma entrevista da Metal Hammer publicada em dezembro de 2004, alguns dias antes do guitarrista do PANTERA, Dimebag, ser assassinado – Nota do Editor] e, quando fomos embora, estávamos saindo do ônibus e ele estava atrás de mim dizendo ‘Cara, espero que isso não crie problemas entre você, Dimebag e Vinnie’. E ele continuou: ‘Cara, o que aconteceria se eles te pegarem ou coisa parecida?’ Ficarem zangados comigo ou me pegarem – algo muito difícil de acontecer. O meu jeito de falar, você sabe... Eu disse algo do tipo ‘Eu mato aqueles caras; eles não conseguem me bater. Eu mato eles’. Aí você lê com todas as letras – ‘Eu mato aqueles caras’ – totalmente literal, simplesmente literal. E eles entenderam ao pé da letra. A mídia então fez a festa – no mundo todo, cara. Em várias línguas. Daquele momento em diante, não dava mais... Havia uma desavença. Portanto, não confio nem um pouco na mídia, a menos que eu possa sentar e realmente pensar numa resposta adequada. Você não pode exibir suas emoções para a mídia e eu realmente exibo minhas emoções, e bastante”.

Nota do Editor: O BLABBERMOUTH.NET contatou a revista Metal Hammer no Reino Unido depois que este artigo foi postado pela primeira vez e eles confirmaram que a entrevista à qual Anselmo se refere aqui (ver acima) foi na verdade realizada por telefone.

Se ele acha que, quando tudo isso começou, ele passou a usar mais heroína para enfrentar os tempos difíceis:

Anselmo: “De jeito nenhum. Eu já estava afundado até os joelhos na heroína, até o pescoço na heroína. Não fazia diferença. Aquilo não me fez mudar de atitude. Isso no máximo me fez querer pegar o telefone e dizer: ‘Espera um pouco, Dimebag. Espera um pouco, Vince. Mano, isso está saindo de controle’. Mas não veio resposta do outro lado da linha, e eles também não ligaram pra mim”.

Se foi sua força de vontade que o fez parar de pegar a agulha ou parar totalmente de se drogar:

Anselmo: “Essa é uma pergunta difícil. Quando você fecha a porta e espeta a agulha, a heroína passa a ser a grande controladora de tudo – de cada porcaria que você faz. Sua maneira de dormir, sua maneira de acordar de manhã e esticar seus braços pateticamente pra pegar a sua primeira dose do dia e poder sair da cama. Resumindo, isso é a heroína... Quando digo que ela controla tudo, quero dizer tudo mesmo. As pessoas pensam que analgésicos e coisas do tipo somente amortecem a dor?! Se você tomar por muito tempo, eles começam a amortecer suas emoções, cara. E, quando suas emoções estão amortecidas, você fica sob controle. Aquilo te pegou. E passa a ser a coisa mais importante da sua vida, seja aquela pequena pílula ou aquele pó esquisito. E você começa a pôr em jogo sua família, seus irmãos e suas irmãs, os irmãos e irmãs que você chama de amigos nas ruas – amigos de longa data – você os ataca pelas costas, você parte seus corações e nem percebe”.

“Você não fica alto mais. É o medo que te controla. Porque quando você começa a perseguir o próprio rabo... Há duas questões aqui. Especialmente quando você é um músico, quando você começa alguma coisa – uma banda; algo que vem do seu coração, algo que é orgânico, de você – e eu tive sorte suficiente para chegar ao sucesso... Não acredito em sorte; eu quebrei minhas costas por aquilo em que acreditava. Eu derramei meu sangue pela música, cara. Mas a heroína... quando digo que ela controla tudo, eu não estava mais cantando sobre níveis de confiança e poder e andar [N.: Referência à músicas ‘A New Level’ e ‘Walk’ do álbum ‘Vulgar Display of Power’] e todas essas músicas que falam de coisas positivas, eu estava na verdade cantando sobre o pó. Isso aparece até mesmo nas suas letras, cara; aparece na sua música. Você ouve depois e pensa: ‘Meu Deus!’ Você se perdeu. É, se perdeu mesmo. Você persegue o próprio rabo. É o medo. O drogado tem medo do mal-estar, da síndrome, porque a síndrome de abstinência não é nada divertida, mano. É terrível.

E a única coisa que acaba com tudo isso é mais droga. A menos que você seja esperto o suficiente – como eu era – e comece a tomar metadona. Depois que você começa a tomar metadona, a coisa acaba pra 90% das pessoas. Eles seguem a vida acordando à 9 da manhã, vão até a clínica que fornece a metadona, tomam sua dose e vão cuidar da vida. E o que acontece quando o [furacão] Katrina ataca e as clínicas de metadona fecham as portas? Vou te dizer o que acontece. Você acaba usando o pior desintoxicante – um desintoxicante que debilita você... Eu tinha um amigo que foi preso durante o Katrina e ele estava usando... qualquer miligrama... Não importa quantos miligramas você usa; você usa. Ele teve que se desintoxicar na prisão, ele estava simplesmente patético, tiveram que colocar ele numa solitária – longe dos outros presos.

A única maneira pela qual consigo descrever a abstinência de metadona é comparar com cair de um prédio de 50 andares a cada três minutos de sua vida. Cada três minutos de sua vida é algo terrível. É por isso que as pessoas não conseguem largar. Entende? É o medo... Quando você começa a perseguir seu próprio rabo, não importa o quanto você foi grande, o quanto você é grande, ou o que você pensa... não importa o que as revistas dizem, não importa o que seus fãs dizem; o que importa é o que se passa com você. Há duas situações: alto e doente. Alto e doente. O que acontece nesse intervalo? Hã? Porra nenhuma. Zero. Como quando você está na estrada, como eu, e você precisa ficar em frente de 20.000 pessoas e se fazer de bobo alegre. E ser julgado pelo que sai impresso – sua vida toda. Um tipo de microcosmo em alguma porcaria de revista de metal de páginas reluzentes. Mas isso não é o seu epitáfio, mano. Isso não é o seu epitáfio, senhores e senhoras. De jeito nenhum”.

Há quanto tempo está limpo:

Anselmo: “Limpo é uma palavra dura” [O entrevistador explica: “Quando foi a última vez que você pegou uma agulha?”]. “Essa é uma história pesada. Foi com um amigo meu. Eu estava em casa com a droga. Foi em 2002 ou 2003... Não vou tentar adivinhar, mas acho que foi mais ou menos nessa época. E esse amigo meu, costumávamos fazer a festa nos bons tempos – injetar o tempo todo. Esse cara estava mais pra um seguidor. Cara esperto. Extremamente talentoso. Bem, eu e ele estávamos juntos, correndo na estrada – uma estrada escura em Louisiana a caminho de um show. E havia dois caras na frente, um dirigindo. E ele me diz: ‘Cara, eu queria farrear hoje à noite’. E eu estava lá pensando comigo mesmo: ‘Uau, já faz um bom tempo, cara. Tem certeza? Tem certeza?’ ‘Sim, tenho certeza’. Então, sendo o gênio da medicina que eu era naquela época, eu dei a ele o que eu chamaria de ‘dose de mocinha’ – só um pouco, uma dosezinha. E injetei nele. Aí perguntei pra ele: ‘Como você está se sentindo, mano?’ E ele disse [falando devagar]: ‘Bom, cara’. Alguém no banco da frente fez uma pergunta – assim, rápida – me virei, respondi, virei de volta e o cara estava duro, seus olhos estavam fechados e seus lábios estavam assim [apertando os lábios], rígidos. E eu disse: ‘Ei!’ Chamei seu nome várias vezes. Nenhuma resposta. Boom. Fiquei apavorado. Segurei o cara, e ele estava rígido, como se estivesse com rigor mortis. E segurei ele, chacoalhei, chacoalhei, puxei sua barba, esbofeteei ele, peguei gelo, abaixei sua calça e joguei o gelo nela. O meu amigo, que eu conhecia desde os 16 anos, estava tendo uma overdose. E não havia nenhum hospital! Estávamos correndo por estradas pouco movimentadas de Louisiana. Olhei ao redor e fiquei apavorado. Eu não sabia pra onde mandar os outros caras dirigirem e meu amigo, ele estava morto. Eu me apavorei e comecei [dando socos] bem no seu peito. Boom. Seus olhos se abriram. Uma pupila estava virada para um lado e a outra para o outro – como no ator Marty Feldman. Eu estava com medo, cara. Ele ainda não tinha voltado a si; ele parecia doido. Fiquei pensando em dano cerebral, retardamento... Eu não sabia o que estava acontecendo com ele, então bati nele de novo. Aí seus olhos voltaram ao normal. Eu pensei: ‘Meu Deus’. Fiquei acordado com ele a noite toda. Ele estava sonolento. Ficou tentando cochilar. Provavelmente ainda estava chapado. Boom, sacudi ele. Voltamos pra minha casa. Deitei ele no meu sofá. Ficamos acordados até o sol nascer. Fiquei do lado dele, sem deixá-lo dormir. E o tempo todo fiquei sentado pensando ‘Acabei de matar meu melhor amigo e trouxe ele de volta à vida’. Não, não sou um santo. Não sou santo, cara. Sou o rei dos mentirosos. Sou o rei da falsidade. É isso o que a heroína faz de você. É isso o que a droga faz de você. Cocaína, heroína,... o que quer que seja. Elas caminham de mãos dadas. Estão todas no mesmo barco, e esse barco afunda, porque está cheio de buracos. E essa foi a última vez que eu peguei a maldita agulha. E essa foi a última vez que eu tomei heroína”.

Sobre os efeitos permanentes que a heroína deixou:

Anselmo: “Efeitos permanentes? Depende da pessoa. Ainda tenho amigos que estão limpos há mais tempo que eu e eles ainda sonham sobre isso. Isso é muito comum. Eles vão a certas partes da cidade e dizem ‘Cara, é aqui que eu costumava tomar [drogas]. É aqui que eu costumava ir – naquele beco, e encontrava aquele cara’, e contava toda a história. Isso é constante. Fica constantemente em seu cérebro de uma forma ou de outra. No meu caso? Sei que isso é o inimigo. É por isso que estou aqui hoje, sinceramente. Porque você não consegue lutar contra a heroína. A única maneira de lutar, eu acho, é educar vocês agora. E isso é difícil, cara. Porque quando você tem os seus 20 anos – 20 e poucos ou coisa desse tipo – sua vontade é distante. Porque sua vontade é seu caminho. E tudo o que eu sugiro é que vocês naveguem devagar. Porque a vida vai te testar de qualquer maneira. E, na verdade, ninguém nasce com tudo na vida. Não importa a sua classe social, a vida vai te testar de qualquer maneira. O que quero dizer é que, se você quiser ir em frente e se acabar nas drogas, número um, você não vai estar preparado pra lidar com os testes da vida e, número dois, você vai acabar na prisão ou no necrotério. Já vi tudo isso. Já fazia turnês com centenas de bandas; já vi centenas de viciados. PANTERA... Ainda... Ainda... Não imagine que isso não é verdade mas, se você imaginar, é melhor acordar e pedir desculpas – éramos a banda que mais bebia no planeta. Com certeza.

O negócio é o seguinte: Se o Dimebag estivesse vivo hoje, ele estaria com sérios problemas de saúde, porque Rex [Brown], o baixista – meu baixista – bebeu tanto que agora tem pancreatite. Ele tem 42 anos. 42 anos com pancreatite... Sabe o que isso significa? Significa que se ele toma um gole de um ‘cooler’ de vinho, ele não tem ideia se isso vai matá-lo ou não. Matá-lo. E em certo momento, sim, ele estava agindo como um viciado. Escondendo garrafas. Escondendo, escondendo, escondendo. E se você assistir à série 'Intervention' [no canal A&E]? É entretenimento, não é? Mas é verdade. É real. Rex era como qualquer alcoólatra daquela série. Ele vivia na Califórnia e, te juro, na noite que a banda iria se encontrar com meu baixista, ele já tinha se acabado na bebida. E naquele momento... Olha, cara, eu não vou falar do lado negativo depois de tudo isso, porque há um lado positivo... Esse cara [Rex] provavelmente gastou mais de cem mil dólares em centros de reabilitação caros e de alta classe. Centros médicos de ajuda, você sabe. As primeiras três vezes que ele foi... ‘Estou fazendo isso pelos meus filhos’. ‘Estou fazendo isso pra salvar meu casamento’, na vez seguinte. ‘Estou fazendo isso pra voltar pra banda’, na terceira vez. E adivinha só?! Nada funcionou. Sabe por quê? Você tem que fazer isso por você e você tem que querer isso para você. Você pode falar o que quiser, porque você vai ouvir isso dos viciados: 'Oh, yeah yeah yeah, cara. Oh, estou bem’ [Dirigindo-se à sua mãe] Mãe – minha mãe está aqui – quantas vezes eu disse pra você ‘Estou bem’ quando estava muito mal? Centenas? Milhares? Ela está dizendo a verdade”.

A discussão completa em inglês, de uma hora de duração, pode ser acompanhada em sete partes, a seguir.

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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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