Slowdive, quinteto britânico de Reading, é pura nostalgia em novo álbum
Resenha - Everything Is Alive - Slowdive
Por Frederico Di Lullo
Postado em 14 de outubro de 2023
Não, não estamos em 1991. Mas soa realmente insano que uma das últimas representações do shoegaze, o quinteto britânico Slowdive apresente ao mundo "Everything is alive", seu quinto álbum da banda.
Num momento onde indústria musical clama por autenticidade, "Everything Is Alive" emerge como um farol de originalidade. Assim, o Slowdive, conhecido por suas melodias etéreas e guitarras envolventes, entrega um trabalho que cintila com a nostalgia dos anos 90, mas que permanece totalmente relevante. Não devemos esquecer que a formação original foi reativada em 2017, tendo sido descoberta por uma nova geração e simplesmente retomou seu lugar de onde parou.
E este segundo álbum da "segunda fase" continua praticamente o mesmo de sempre, mas é ainda mais adorável por isso. E a banda consegue catalisar isso como poucas.
São 8 novas faixas que, em pouco mais de 41 minutos, faz a banda de Reading ressuscitar elementos que flertam com o post-punk, alternativo, indie e dream pop com guitarras marcadas e uma cozinha tenebrosa e cativante. Tudo isso com os vocais alternados de Rachel Goswell e Neil Halstead, destacando as faixas como "Shanty", "Alife" e "Kisses".
Em resumo, o Slowdive nos presenteou com um álbum que é uma afirmação de que a música atemporal pode evoluir e inspirar. A banda se apresenta no Primavera Sound, em SP, do dia 2 de dezembro, ao lado de bandas como The Killers, Pet Shop Boys e The Hives.
Os anos 90 estão mais vivos do que nunca.
Ouça "Everything Is Alive":
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