Thomas Thunder: baterista prodígio de 14 anos faz bonito ao lado de lendas
Resenha - Pharaoh's Temple - Thomas Thunder
Por Victor de Andrade Lopes
Postado em 10 de outubro de 2021
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Tivesse Wolfgang Amadeus Mozart nascido nos dias de hoje, talvez ele teria iniciado sua carreira musical logo na adolescência com rock progressivo. Como ele existiu há 200 e poucos anos, acabou sendo "apenas" um dos maiores compositores eruditos de todos os tempos.
Mas no lugar de Mozart, temos Thomas Thunder, um baterista e compositor estadunidense de 14 anos que fez sua estreia agora com o disco The Pharaoh's Temple - uma obra de metal progressivo com uma banda "de apoio" formada por ninguém menos que o guitarrista Ron "Bumblefoot" Thal (Sons of Apollo, ex-Guns 'N' Roses), o tecladista Derek Sherinian (Sons of Apollo, Black Country Communion, ex-Dream Theater) e o baixista Tony Franklin (The Firm, Jimmy Page). Tá bom ou quer mais?
Não, eu não estou dizendo que Thomas é tão bom quanto Mozart - falta muito ainda pra sequer podermos começar a traçar tal paralelo. Mas para chamar a atenção dessas três lendas, é claro que não faltou talento.
E, com efeito, este lançamento se mostrou uma divertida combinação da experiência das três lendas com a inocência das composições do garoto - e digo "divertida" no sentido "sério" da palavra.
Pelas referências sonoras ao Egito e pela presença de Bumblefoot e Derek, o som do projeto acaba ficando parecido com um Sons of Apollo árabe e sem Mike Portnoy ou Billy Sheehan.
Mas o garoto faz o possível para imprimir sua personalidade, mesmo que para isto seja necessário "supertocar" algumas músicas, como em "Iridescence", em que ele enfia muito mais batidas do que a canção realmente pede. Mas, porra, quem sou eu para dizer algo? Com 14 anos eu compunha um riff de quatro notas ao teclado e já me achava o Rick Wakeman.
Não apenas projeto mas também desejo bons ventos à carreira de Thomas. Que ele não enterre-a em nome de uma carreira tradicional apenas porque garante mais dinheiro em conta - a não ser que assim ele deseje, é claro.
Abaixo, o clipe de "Crystal Illusione".
FONTE: Sinfonia de Ideias
https://sinfoniadeideias.wordpress.com/2021/10/06/resenha-the-pharaohs-temple-thomas-thunder/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
A música de guitarra mais bonita da história, segundo Brian May do Queen
O primeiro disco que Max Cavalera comprou; "Ouvia todos os dias"
10 músicas do Kiss para quem não gosta do Kiss
A opinião de Regis Tadeu sobre polêmica do Arch Enemy e Kiko Loureiro: "Virou paranoia"
Guns N' Roses ensaia hit não tocado há 35 anos e fãs criam expectativa para shows no Brasil
David Ellefson diz que "Master of Puppets" foi o primeiro disco de metal progressivo
Arch Enemy publica vídeo com demos de música alvo de polêmica com Kiko Loureiro
Como a morte precoce do pai colocou Max Cavalera no mundo do metal
Anika Nilles relembra como foi seu primeiro ensaio como baterista do Rush
Fala de Alírio Netto sobre brasilidade do Angra revolta fãs de Fabio Lione e gera resposta dura
O álbum de rock rural que mistura candomblé e umbanda que Regis Tadeu adora
O disco que define o metal, na opinião de Amy Lee, vocalista do Evanescence
Lenny Kravitz choca internet ao explicar motivo de estar há 9 anos sem vuco-vuco
O guitarrista "lento" que o inocente Marcelo Barbosa achava que era fácil de tocar
A canção que Renato Russo queria que fosse um baião, mas foi comparada a música sertaneja


Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
Legião Urbana: O discurso de tristeza e morte no álbum A Tempestade



