Pandemmy: novo disco traz mais evolução musical mantendo as raízes death/thrash metal
Resenha - Subversive Need - Pandemmy
Por Mário Pescada
Postado em 09 de julho de 2021
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
"Ah não, nesses tempos de pandemia, todo mundo de saco cheio dessa situação que não tem fim e me aparece uma banda chamada logo PANDEMMY?".
Calma leitor/a, calma. O PANDEMMY é uma banda de death/thrash metal natural de Recife (também conhecida como Hellcife) que está na estrada desde 2009, portanto, seu nome é apenas uma coincidência desse conturbado momento, ok?
Seu novo disco, "Subversive Need" (2020), foi lançado no começo de março de 2020, menos de três semanas antes do decreto da pandemia (outra coincidência) pela Organização Mundial da Saúde, sucedendo "Reflections & Rebellions" (2013) e "Rise Of A New Strike" (2016).
De produção independente, mas com lançamento digital e físico pelos selos neerlandeses (não precisa consultar o Google como eu tive, neerlandês é relativo aos países baixos) Headbangers Records e Big Bad Wolf Records, ele mostra mais um passo na evolução musical do grupo. Continuam mantidas as raízes death/thrash metal com a incorporação de novas sonoridades, uma gravação mais polida e passagens mais melódicas.
Duas características que chamam minha a atenção ao som do PANDEMMY: a primeira é que a banda sabe trilhar o perigoso caminho de colocar outras sonoridades ao seu som, deixando ele mais dinâmico e interessante, mas sem perder o foco; a segunda são os bons solos, de estilo mais voltado para o heavy metal, sempre bem executados e encaixados nas músicas.
Os pontos altos são a faixa de abertura "Deforestation", um death metal mais cadenciado cheio de peso; "Webchaos" que tem uma quebrada de teclado/guitarra bem interessante; "I Choose My Blood" que traz essa pegada mais melódica e a faixa final, "Charlottesville".
O disco ainda conta com as participações especiais de Danilo Coimbra (guitarra, MALEFACTOR) na terceira faixa e de Lohy Silveira (baixo/vocais, REBAELLIUN) na faixa seguinte.
Através do e-mail [email protected] é possível adquirir a cópia física de "Subversive Need" (2020) e material da banda.
A banda disponibilizou na íntegra "Subversive Need" (2020) em seu canal do YouTube, confira
Faixas:
01 Deforestation
02 Neohate
03 Free Mumia (A Panther In The Cage)
04 Webchaos
05 Xenophobia
06 I Choose My Blood
07 Terror Paranoia
08 The Illusion Of Suffering
09 Charlottesville
Formação:
Pedro Valença: guitarra
Marcelo Santa Fé: baixo
Guilherme Silva: guitarra, vocais
Vitor Alves: bateria
Matéria relacionada
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
Os melhores álbuns de hard rock e heavy metal de 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
Dave Mustaine explica por que não se interessa por bandas atuais de heavy metal
O guitarrista que Ritchie Blackmore acha que vai "durar mais" do que todo mundo
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
Agenda mais leve do Iron Maiden permitiu a criação do Smith/Kotzen, diz Adrian Smith
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
O que Paulo Ricardo do RPM tem a ver com o primeiro disco do Iron Maiden que saiu no Brasil
Dave Mustaine afirma que Marty Friedman é incrivelmente talentoso, mas muito misterioso


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar


