Dream Theater: Três décadas de um belo cartão de visitas
Resenha - When Dream And Day Unite - Dream Theater
Por Mateus Ribeiro
Postado em 07 de março de 2019
Nota: 7 ![]()
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No dia 06 de março de 1989, o mundo conhecia uma banda que se tornaria referência ao longo dos anos. O DREAM THEATER lançava há exatos 30 anos seu primeiro disco, "When Dream And Day Unite", que por sinal, é o único a contar com Charlie Dominici nos vocais.
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O disco já mostrava a técnica apurada dos músicos, e apesar do disco não ser exatamente um sucesso e não figurar entre os preferidos dos fãs da banda, conta com seus ótimos momentos. As influências de Rush,Queensryche e demais monstros do Rock se faz presente no disco, e mostra do que os então jovem rapazes (exceto o vocalista, alguns anos mais velho) eram capazes.
O destaque inicial vai para a instrumental "Ytse Jam" (caso não tenha notado, o título da música é um anagrama para "Majesty", que foi o primeiro nome da banda), que conta com um grande trabalho de todos os instrumentistas, e muita melodia. Uma música com o carimbo DT de qualidade.
Na seqüência, a ótima e longa "The Killing Hand" também se destaca, com suas mudanças de clima e andamento. A primeira música do disco, "A Fortune In Lies", "Afterlife" (QUE SOLO, aliás) e "Only a Matter Of Time" apresentam bem a proposta da banda: um som pesado, repleto de riffs, solos, e executado de maneira precisa e muito complexa, em composições longas, mas que não soam repetitivas ou longas demais (esse último item, reclamação padrão de quem não gosta da banda ou de Prog Metal).
Os álbuns posteriores, que contaram com o atual vocalista James Labrie, ajudaram o DREAM THEATER a se tornar o fenômeno que é até os dias de hoje, mas o debut tem um papel extremamente importante na caminhada da banda, que até os dias de hoje, figura entre os grandes nomes da música pesada.
Um grande disco, que se não é o melhor da carreira da banda, está longe de ser um dos piores.
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