Casch: experientes músicos do circuito de hard/heavy nacional
Resenha - High Level Low Profile - Casch
Por Carlos Alberto Neves
Postado em 03 de fevereiro de 2019
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Trio formado por experientes músicos do circuito de "hard/heavy" nacional, com aquele espírito "rock’n’roll", como os irmãos MARCELLO SCHEVANO (vocal, guitarra e teclados) e RICARDO SCHEVANO (baixo), além de ROLANDO CASTELLO Jr. (bateria).
Esse primeiro trabalho foi lançado pela "Rock Artisan"/"Voice Music"/"Corra Meu" e traz cinco composições muito boas em apenas meia hora, calcadas no "Heavy’n’Roll" é sem dúvida um dos melhores lançamentos nacionais de 2018.
"High Level" é um puta rock’n’roll com a bateria detonando! O instrumental tem um pé no MOTORHEAD, mas o vocal destoa, embora seja bom e o refrão fácil e grudento. Um ótimo cartão de visitas!
"God" nasceu clássica! Longa, cadenciada, pesada e viciante! O refrão é sensacional! O andamento pesado e empolgante com o ótimo vocal faz dessa música um clássico do metal nacional (sem exageros) e tem influências claras de BLACK SABBATH. Solos muito bons e levada espetacular mais acelerada são um show à parte. Vem a calmaria com teclados e vocal narrativo e volta o peso com mais solos de guitarras. Clássica!
"Earth Spinning Backwards" começa com teclados e bateria em evidência em um clima mais calmo, como uma balada hard rock onde os destaques ficam para a bateria e as melodias vocais.
"Big Paul’s Basement" é uma justíssima e emocionante homenagem à lenda Paulão Thomaz (o "Big Paul", hoje no BARANGA, e que faz parte da história do rock pesado nacional). Grande sacada! O som é um rock’n’roll bem pesado e empolgante, daqueles de se ouvir no carro, na estrada. O refrão é grudento e muito bom! Solos muito bons. Paulão deve se orgulhar!
"Flesh" é longa e bem BLACK SABBATH. A bateria detona de cara em meio ao andamento denso até entrar o vocal e a levada bem legal. O refrão lembra um pouco o de "God" e poderia ser mais trabalhado. Após os quatro minutos entra o órgão no estilo URIAH HEEP em momento bastante inspirado com a bateria sendo destruída (aliás, essa música é uma aula de bateria)! Enfim, uma faixa variada, técnica, de muito bom gosto e que nos remete aos saudosos anos 70.
O ponto a melhorar fica para o sotaque e pronúncia do inglês de MARCELLO SCHEVANO, mas nada que prejudique o trabalho.
Outras resenhas de High Level Low Profile - Casch
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
Angus Young disse que uma banda gigante era "um Led Zeppelin de pobre"; "isso é ridículo"
O melhor baterista da história da música pesada, segundo o Loudwire
Ghost se despede do Cardinal Copia/Papa Emeritus IV/Frater Imperator
Regis Tadeu e os cinco discos mais ridículos de heavy metal
A diferença entre Bruce Dickinson e Paul Di'Anno, segundo Adrian Smith
A opinião de vocal do Depeche Mode sobre versão do Lacuna Coil para "Enjoy the Silence"
5 álbuns clássicos de rock que Gastão Moreira tentou gostar - e não conseguiu
A melhor faixa de "Powerslave", clássico do Iron Maiden, segundo o Loudwire
Organização do Monsters of Rock divulga horários dos shows
O álbum do Metallica que James Hetfield diz ainda não ter sido apreciado: "Vai ter sua hora"
"Se Michael Kiske entrasse no Iron Maiden, Bruce Dickinson não teria voltado", diz Regis
Quinze bandas brasileiras de Rock e Metal com mulheres na formação que merecem sua atenção
Banda de guitarrista do Judas Priest anuncia segundo disco e divulga música nova
Apesar dos privilégios do Slayer, Gary Holt prefere os perrengues do Exodus
Quando Sílvio Santos fez piada com a montagem onde aparece como Steve Harris
A curiosa opinião de Renato Russo sobre o impacto da briga de Paula Toller e Leoni
Joe Satriani: por que ele não entrou no Deep Purple?

Virgo um dos álbuns mais importantes da carreira de Andre Matos
Em "Attitude Adjustment", Buzzcocks segue firme como referência de punk rock com melodia
"Ritual" e o espetáculo sensorial que marcou a história do metal nacional
Iron Maiden: uma análise sincera de "Senjutsu"



