Mugo: pesado, moderno e agressivo
Resenha - Race of Disorder - Mugo
Por Junior Frascá
Postado em 20 de setembro de 2017
Nota: 8 ![]()
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Terceiro álbum dos goianos do MUGO, "Race of Disorder", mostra uma banda evoluída, coesa e com muito sangue nos olhos para mostrar ao mundo o seu furioso death/thrash metal moderno e ultra agressivo.
Formada por Pedro Cipriano: Vocal, Guilherme Leal: Guitarra, Faslen: Baixo e Weyner Henrique: Bateria, a banda mostra muita versatilidade, com um instrumental refinado e variado, além de linhas vocais diferenciadas, sempre transbordando agressividade.
Há faixas que são cantadas em inglês, e outras em português, retratando inclusive a fase atual de nosso pais, sempre com a mesma qualidade, com um som moderno e vigoroso, trazendo também algumas influências de hardcore e djent em vários momentos do trabalho.
Os destaques ficam para as quebra pescoço "Race of Disorder" (disparada a melhor do trabalho) e "Sanguessugas", duas verdadeiras obras primas, que são daquelas que basta ouvir uma vez só para se viciar instantaneamente.
A gravação do material também é boa, embora um pouco abafada, mas nada que comprometa. Já a arte gráfica, criada pelo Xtudo da Obze, é belíssima, e ficou ainda melhor no digipack em que a versão física do disco foi lançada, tornando sua aquisição ainda mais recomendada!
Imperdível.
Race of Disorder - Mugo
(2017 - Nacional)
01. Race Of Disorder 6:39
02. Seeds Of Pain 4:07
03. Corruption 4:32
04. Sanguessugas 5:44
05. Deliverance 5:46
06. Think Twice 6:19
07. Terra De Ninguém 2:56
08. Elo Quebrado 6:28
Outras resenhas de Race of Disorder - Mugo
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